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Confira as 7 raças de cães mais bem comportadas, segundo especialistas

Ter um cão é uma grande alegria, mas também um grande compromisso. Treinar um novo filhote exige paciência, pesquisa e consistência. Contudo, existem algumas raças de cães que são altamente recetivas ao treinamento, enquanto outras podem ser mais independentes e resistentes.

Confira sete raças cachorros mais dóceis e fáceis de treinar, segundo a análise de especialistas:

Labrador Retriever

Labrador Retriever (Freepik)

Labrador Retriever (Freepik)© Fornecido por Pet é Pop

Uma das raças mais populares e bem-comportadas nos Estados Unidos. Conhecidos por serem amigáveis, inteligentes e ansiosos para agradar, esses cães se destacam no treinamento. Com uma alta necessidade de exercício e estimulação, os Labradores precisam de atenção constante para evitar comportamentos destrutivos. Sua lealdade e temperamento amigável os tornam excelentes animais de serviço e ótimos companheiros para famílias.

Golden Retriever

Golden Retriever (Freepik)

Golden Retriever (Freepik)© Fornecido por Pet é Pop

Os Goldens são famosos por sua natureza amigável e obediência, criados como cães de caça, eles são inteligentes, fortes e desejam companhia. Goldens são ótimos com crianças e gostam de ser incluídos em atividades familiares. Sua paciência e capacidade de aprender rapidamente fazem deles animais de estimação ideais para lares ativos.

Cavalier King Charles Spaniel

Cavalier King Charles Spaniel (Freepik)

Cavalier King Charles Spaniel (Freepik)© Fornecido por Pet é Pop

Para os amantes de cães pequenos, este cãozinho é uma escolha excelente. O Cavalier King Charles Spaniel é conhecido por ser afetuosa e sociável, ideal para famílias, idosos e donos de cães de primeira viagem. Com um temperamento amigável e facilidade para fazer amigos, os Cavaliers se adaptam bem a diferentes ambientes e são naturalmente obedientes.

Border Collie

Border Collie (Freepik)

Border Collie (Freepik)© Fornecido por Pet é Pop

O Border Collie é uma das raças mais inteligentes e enérgicas do mundo. Criados para pastorear, esses cães precisam de muito estímulo mental e físico. Com treinamento adequado, eles se adaptam bem a vários tipos de lares, desde fazendas até ambientes urbanos. Border Collies são extremamente leais e oferecem muita obediência quando suas necessidades são atendidas.

Bernese Mountain Dog

Bernese Mountain Dog (Freepik)

Bernese Mountain Dog (Freepik)© Fornecido por Pet é Pop

O Bernese Mountain Dog é um gigante gentil conhecido por sua paciência e facilidade de treinamento. Criados como cães de trabalho na Suíça, esses cães são fortes, inteligentes e adoram estar com pessoas. Embora seu tamanho exija treinamento adequado, sua natureza doce e obediente os torna excelentes companheiros para famílias.

Poodles

Poodles (Freepik)

Poodles (Freepik)© Fornecido por Pet é Pop

Os cães da raça Poodles são inteligentes, sociáveis e ativos, disponíveis em vários tamanhos. Com uma pelagem hipoalergênica e um temperamento amigável, eles são ideais para famílias e donos que procuram um cão obediente e treinável. Poodles necessitam de estímulo mental constante e respondem bem a novos truques e desafios.

Beagle

Beagle (Freepik)

Beagle (Freepik)© Fornecido por Pet é Pop

Com sua aparência adorável e personalidade amigável, o Beagle é um excelente animal de estimação para a família. Embora sejam inteligentes, podem ser teimosos e exigem treinamento consistente. Seus fortes instintos de caça requerem exercícios e estímulos regulares. Beagles são excelentes com crianças e, com o treinamento adequado, se tornam companheiros leais e bem-comportados.

Retirado do MSN – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Como tirar partido de um apartamento de 90 m2 com mobiliário funcional

Em 90 m2, é possível criar várias divisões: eis alguns conselhos para mobilar cada espaço da melhor forma possível.

Uma casa de 90 m2, geralmente um apartamento de três assoalhadas, é o tipo de apartamento ideal para viver com a família. Há espaço suficiente para três ou quatro pessoas e cada um pode ter o seu próprio espaço confortavelmente. No entanto, mesmo que não seja uma casa pequena, é importante otimizar o mobiliário de cada divisão, de modo a tornar cada canto altamente funcional. Descobre, portanto, como mobilar uma casa de 90 m2.

Sala e cozinha num espaço aberto

Combinar a sala de estar e a cozinha num espaço aberto não só otimiza a área disponível, reduzindo o espaço das paredes ou divisórias, como também cria um local para passar momentos de convívio com a família. Se quiser optar por esta solução, que – aliás – também se presta a um estilo moderno, há algumas dicas que podes considerar:

  • Definir as áreas: mesmo num espaço grande, é importante definir claramente as diferentes zonas. Utiliza tapetes, iluminação diferente ou variações do pavimento para marcar visualmente os limites entre a cozinha e a sala de estar.
  • Escolhe mobiliário multifuncional: opta por peças de mobiliário como mesas extensíveis, sofás-cama ou ilhas de cozinha com bancos para sentar.
  • Iluminação com diferentes tons: combina diferentes tipos de iluminação para definir zonas e criar o ambiente certo. As luzes pendentes por cima da ilha de cozinha, os candeeiros de pé junto ao sofá e os projetores embutidos são ideias. Basicamente, procura a luz natural para a cozinha e a luz quente para a sala de estar.
decorar casa

Créditos: Pexels

Quarto de dormir: o objetivo é o máximo conforto

O quarto principal é o um refúgio pessoal, um local onde o conforto e o estilo devem coexistir. Certifica-te, por exemplo, de que o quarto está virado para sul, para que seja quente no inverno, e que tem espaço suficiente para uma cama e um grande roupeiro. Em particular, considera:

  • Comprar uma cama com arrumação: o local ideal para guardar edredões e cobertores, de modo a manter o roupeiro arrumado.
  • Construir uma casa de banho privativa: se o espaço o permitir, uma casa de banho privativa oferece o máximo de privacidade e é uma comodidade inigualável.
  • Opta por cores relaxantes: os tons mais adequados são, por exemplo, o azul ou o verde-salva, que favorecem o descanso e tornam o quarto mais arejado.
  • Iluminação suave: projetores ou pontos de iluminação indireta podem tornar o quarto mais acolhedor. Escolhe luzes que possam ser reguladas em termos de intensidade e calor.
casas de arquiteto

Créditos: Pexels

Quarto das crianças: criar um ambiente estimulante

O quarto das crianças é um espaço que deve ser, antes de mais, seguro e, possivelmente, próximo do quarto dos pais. Normalmente, é boa ideia prever também uma secretária onde os mais pequenos possam fazer os trabalhos de casa e brincar. Entre as propostas que podes considerar:

  • Comprar beliches: se o espaço for limitado, os beliches são a solução ideal para libertar espaço para uma secretária de estudo.
  • Chão macio: dedica um espaço no quarto às brincadeiras, com um chão feito de material macio e antiderrapante e contentores baixos para guardar facilmente brinquedos e livros.
  • Paredes para a criatividade: utiliza as paredes como superfícies interativas com quadros autocolantes ou tinta lavável, onde as crianças podem desenhar e escrever.

Estúdio pessoal: espaço para as tuas paixões

Depois de equipar todas as divisões funcionais da casa, podem restar alguns espaços pequenos, um pouco maiores do que uma despensa. Esta divisão pode ser utilizada para criar um pequeno escritório ou uma sala de relaxamento onde possas cultivar as tuas paixões. Se quiseres mobilá-lo genericamente e adaptá-lo mais tarde, considera:

  • Comprar uma secretária feita à medida: aqui podes trabalhar ou estudar confortavelmente, sem ter de aproveitar a mesa da sala de estar.
  • Instalar prateleiras para livros: otimiza o espaço vertical com uma estante de parede para manter os livros e documentos em ordem.
  • Poltrona ou sofá: onde podes ouvir música em silêncio, ler ou ver um filme.
  • Cores inspiradoras: um pequeno escritório também pode ser ligeiramente diferente do esquema de cores da casa. Não tenhas medo de escolher cores vivas e estimulantes.
  • É claro que não devem faltar objetos úteis e decorativos, como quadros, plantas ou um quadro de avisos onde possas pendurar notas e recordações importantes. Se também comprares uma cama dobrável, esta pode transformar-se num quarto de hóspedes para visitas ocasionais.
mobiliário funcional

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Os espaços exteriores são cruciais

Se tiveesr em casa espaços exteriores, como varandas ou terraços, terá certamente de gastar uma parte do teu orçamento para os mobilar. Especialmente quando começa a ficar mais quente, é realmente uma pena não poder desfrutar de um pequeno espaço aberto na cidade. Pensa, por exemplo, em comprar uma mesa ou cadeiras dobráveis para jantar ao ar livre e relaxar na frescura depois do jantar.

Para desfrutar de espaços abertos também durante o dia, instala sistemas de cobertura, como toldos ou pérgulas. Ao sol, lembra-te que os vasos com plantas podem embelezar a casa e dar um toque de alegria na primavera. Por fim, considera investir um pouco no pavimento: a madeira ou os azulejos de exterior são materiais duráveis e esteticamente agradáveis.

São João em Vila do Conde Promete 24 Dias de Animação e Tradição

A festa de São João em Vila do Conde promete ser uma celebração inesquecível este ano, com 24 dias repletos de animação, tradição e muita alegria. De 1 a 24 de junho, a cidade acolherá um programa diversificado que inclui concertos, desfiles, exposições e festas de rua.

Os grandes nomes do cartaz deste ano são Mariza, Rui Veloso e Emanuel, que prometem atrair multidões. A festa começa a 1 de junho com a inauguração das iluminações e uma Noite de Fados com Mariza no Cais da Alfândega. No dia 2, a exposição dos Mastros de S. João, representando as 21 freguesias do concelho, será inaugurada na Praça da República e permanecerá até ao final das festividades. A noite termina com o Desfile de Mordomas e Etnográfico na praça Vasco da Gama.

O programa musical continua com os concertos de Expensive Soul no dia 8, Carlão no dia 14, e Rui Veloso no dia 15, todos às 21h30 no Cais da Alfândega.

A tradição local brilha no dia 17, quando os ranchos Monte e Praça cantam a S. João, no monte do Mosteiro e no adro da Igreja Matriz, respectivamente. No dia 19, são inauguradas as 12 cascatas feitas pelos moradores nas ruas da zona histórica, uma exibição de criatividade e devoção.

A comunidade das Caxinas terá um concerto especial de Bárbara Bandeira no dia 22, junto à Igreja do Senhor dos Navegantes.

A noitada de S. João, no dia 23, é um dos momentos mais aguardados. A festa começa com as marchas luminosas dos dois ranchos locais, com quase 500 participantes e mais de uma dezena de carros alegóricos. A rivalidade amigável entre Monte e Praça assegura um espetáculo de alta qualidade. A noite culmina com fogo-de-artifício no Estuário do rio Ave à 1h30, seguido de um concerto de Emanuel às 2h00 no Cais da Alfândega.

A festa de rua continua com sardinhas assadas, manjericos, farturas e milhares de pessoas a desfrutar do ambiente festivo. Os carrosséis estarão disponíveis na avenida do Ave, junto ao rio, de 13 a 25 de junho.

No dia 24, dedicado ao padroeiro de Vila do Conde, haverá missa solene e procissão às 17 horas. A noite termina com a tradicional ida dos ranchos à praia e uma sessão de fogo preso à meia-noite na Praça D. João II, encerrando as festividades com chave de ouro.

Venha celebrar o São João em Vila do Conde e participe nesta festa que une tradição e muita animação!

Transferências Bancárias com nome visível e através de número de telemóvel

Vai ser possível ver o nome do primeiro titular da conta, quando fizer uma transferência em qualquer meio, e não apenas no multibanco. Transferências com o número de telemóvel é outra das novidades.

A partir de 20 de maio, ao fazer uma transferência no homebanking ou na app do banco, terá acesso ao nome do primeiro titular da conta, antes de confirmar a operação. Esta é uma das novas funcionalidades previstas na estratégia anunciada pelo Banco de Portugal já em setembro do ano passado e a concretizar até 2025. O objetivo é mitigar fraudes, burlas e erros na realização de transferências.

TRANSFERIR COMO NO MB WAY

À semelhança do que acontece com as transferências por MB Way, a partir de 24 de junho, passa a ser necessário apenas o contacto do beneficiário, para realizar uma transferência, ou o número de identificação de pessoa coletiva (NIPC), quando se tratar de uma empresa. Não precisará do IBAN.

A diferença é que, ao contrário do MB Way, os utilizadores não são obrigados a instalar qualquer app no telemóvel. Basta que tenham aderido a esta funcionalidade. Se os clientes o autorizarem, o contacto estará associado a um único IBAN numa base de dados gerida pelo Banco de Portugal.

A possibilidade de transferir dinheiro através do número de telemóvel será transversal às instituições bancárias. Os bancos não poderão cobrar qualquer comissão pela utilização desta funcionalidade, além do que já for cobrado pela transferência.

Este tipo de operação com o número de telemóvel não poderá ser utilizado para criar ordens de transferência recorrentes, nem agendamentos de transferências. Estas continuarão a ser feitas através do IBAN.

A realização de transferências através de número de contacto, bem como a associação do contacto ao IBAN, deve estar disponível em todos os canais remotos onde o banco permite o utilizador realizar transferências. Ou seja, se um banco assegura transferências através da sua app, terá de ser possível realizá-las apenas com o contacto e associar, alterar ou até eliminar o número de telemóvel associado ao IBAN também através da app.

O número de telemóvel associado ao IBAN para realizar e receber transferências deverá ser o mesmo que o consumidor tem associado à autenticação forte para autorizar transações de pagamentos.

Retirado da Deco – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Reunião de condomínio: tudo sobre a convocatória

Descobre como organizar uma assembleia de condomínio.

As reuniões de condomínio têm um papel fundamental de zelar pelo bem do prédio, por isso, é importante ter noção sobre diversas questões relacionadas com as assembleias de condomínio, nomeadamente como convocá-las, como se realiza a eleição do administrador, entre outros aspetos. 

Se compraste um imóvel num condomínio e ainda não entendes muito sobre o assunto, nós explicamos-te para que não tenhas dúvidas e para que possas ir preparado para a tua primeira reunião. 

Reuniões de condomínio: o que são?

Reunião de condomínio: tudo sobre a convocatória

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As reuniões de condomínio são encontros organizados pelo administrador de um condomínio com o objetivo de discutir sobre questões pertinentes à gestão e funcionamento do mesmo. Estas reuniões, geralmente, envolvem os moradores do condomínio e podem abordar uma variedade de assuntos tais como:

  • Manutenção de áreas comuns;
  • Segurança;
  • Questões financeiras;
  • Melhoramentos nos aspectos físicos do prédio;
  • Alterações nas regras e regulamentos internos.

As reuniões de condomínio são fundamentais para promover a transparência na gestão do condomínio, permitindo que os moradores expressem as suas opiniões, apresentem sugestões e participem nas decisões que possam ter algum impacto nas suas vidas como condóminos. 

Com que regularidade deve ser feita uma reunião de condomínio?

A frequência das reuniões de condomínio pode variar dependendo das necessidades específicas e das normas estabelecidas pelo regime interno do condomínio ou pela legislação. De acordo com o artigo 1431º do Decreto-Lei 47344 do Diário da República, a periodicidade das assembleias de condóminos estipula que:

  • A assembleia reúne-se na primeira quinzena de janeiro, mediante convocação do administrador, para discussão e aprovação das contas respeitantes ao último ano e aprovação do orçamento das despesas a efetuar durante o ano atual;
  • A assembleia também reunirá quando for convocada pelo administrador, ou por condóminos que representem, pelo menos, 25% do capital investido.

No entanto, é aconselhável que se marquem reuniões entre trimestres ou semestres. O administrador do condomínio deve comunicar previamente, de forma clara, aos moradores a agenda das reuniões de acordo com o que estipula o regulamento interno ou a legislação. Além disso, em casos de urgência ou quando surgem questões importantes que exigem a atenção dos moradores, as reuniões extraordinárias podem ser convocadas.

Quem convoca as reuniões de condomínio?

A primeira reunião de condomínio pode ser convocada por qualquer morador. Nesta reunião será normalmente eleito um administrador do condomínio que terá, a partir daí, várias funções a desempenhar, seja um morador ou uma empresa. Entre essas funções, está a de convocar a assembleia de condóminos. Tal deve acontecer, idealmente, na primeira quinzena de janeiro, todos os anos. É nesta reunião que será aprovado o orçamento para o ano corrente, que serão analisadas as contas do ano anterior e onde se irá proceder à eleição do administrador, ainda que se mantenha a mesma pessoa.

Haverá, também, espaço para debater outros assuntos que sejam do interesse dos condóminos como, por exemplo, assuntos que exijam a aprovação de todos os condóminos por unanimidade.

É importante ter em consideração que podem ser convocadas reuniões extraordinárias por condóminos que representem pelo menos 25% do valor do prédio, sempre que estes entendam que um determinado tema deva ser discutido por todos.

O que deve constar na convocatória?

A convocatória para uma assembleia de condomínio deve incluir informações essenciais para garantir a participação dos moradores e o bom funcionamento da reunião. 

  1. Data, hora e local da reunião: Deve ser claro quando e onde a reunião será realizada. O administrador deve certificar-se que inclui a data, a hora de início e o local exato, bem como quaisquer instruções adicionais, como o acesso à sala de reuniões.
  2. Tópicos para a reunião: Para uma boa organização é necessário enumerar os tópicos que serão discutidos durante a reunião. Isso ajuda os participantes a prepararem-se melhor para debater assuntos relevantes.
  3. Assuntos a serem discutidos: Se houver assuntos específicos que exigem uma especial atenção ou votação durante a reunião, é importante mencioná-los na convocatória para que os moradores possam tomar conhecimento antecipadamente.
  4. Documentos relevantes: Se houver documentos, relatórios ou propostas relacionados aos assuntos da reunião, o administrador deve disponibiliza-los online, enviar por e-mail ou entregar em papel.

É importante que a convocatória seja clara, objetiva e enviada com antecedência adequada para que os moradores tenham tempo suficiente para se preparar e participar da reunião.

Aprovação de decisões: quantos condóminos são necessários?

Reunião de condomínio: tudo sobre a convocatória

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A dificuldade em garantir a presença de todos os condóminos nas reuniões levou à criação de uma lei que evita comprometer as decisões que requerem unanimidade. Nessas circunstâncias, as medidas podem ser aprovadas desde que pelo menos dois terços da representação total do prédio estejam no local. No entanto, os condóminos ausentes têm o direito de influenciar as decisões, uma vez que estas devem ser comunicadas a todos os faltosos no prazo de 30 dias após a aprovação da ata.

Os condóminos ausentes têm 90 dias para manifestar, por escrito, preferencialmente por meio de carta registada, com aviso de receção, se aceitam ou não as medidas aprovadas. Se optarem por rejeitá-las, as decisões perdem a validade. Por outro lado, a falta de resposta é interpretada como aceitação.

Como redigir a ata da reunião?

Reunião de condomínio: tudo sobre a convocatória

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É obrigatório registar, através de ata, um resumo do que ocorreu na assembleia de condóminos. Este documento deve conter a seguinte informação:

  • Data e o local da reunião;
  • Os condóminos presentes e ausentes;
  • Assuntos apreciados, decisões e medidas tomadas com o resultado de cada votação.

É necessário referir que a ata foi lida e aprovada. Este é um aspeto muito importante, dado que a  eficácia das medidas depende da aprovação da respetiva ata, independentemente de esta ter sido assinada pelos condóminos.

A ata deve ser redigida e assinada pelo administrador do condomínio ou por quem convocou a reunião e subscrita por todos os participantes. A assinatura pode ser escrita ou digital. 

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

“Só volto para os EUA numa urna”: após se ter mudado para Portugal com o marido, esta americana diz que nunca mais regressará ao seu país

Eles sempre planearam mudar-se para outro país que não os EUA quando se reformassem, mas quando a pandemia de Covid-19 chegou em 2020, Cynthia Wilson e o marido, Craig Bjork, sentiram-se obrigados a adiar os seus planos.

A parelha, que se casou em 2009, já tinha escolhido Portugal como o seu destino após terem procurado no Google “melhores sítios para os americanos se reformarem” e terem descoberto que o país europeu – que Wilson nunca tinha visitado – estava num lugar cimeiro da lista.

“É engraçado, porque já visitei uns 33 países e quase todos no noroeste da Europa”, diz Wilson, natural de Seattle, no estado de Washington, à CNN Travel. “Estive em países como a Estónia, mas não sabia quase nada sobre Portugal.”

Momento ‘a-ha’

Cynthia Wilson e o marido Craig Bjork mudaram-se dos EUA para a Marinha Grande, situado no distrito de Leiria, em Portugal, há pouco mais de dois anos

Por sorte, o marido de Wilson, um ex-marine dos EUA, “sabia tudo sobre Portugal”.

“Para mim foi um momento a-ha”, diz a ex-chef e dona de um restaurante, explicando que Bjork tinha estado estacionado em Lisboa no final da década de 1970 e que “tinha-me contado histórias sobre a vida dele lá”.

O casal, que se conheceu quando ambos estavam na casa dos 50 anos, começou por se conectar pela paixão de ambos em viajar, e Wilson diz que isso se tornou “uma conversa sem fim” desde então.

“Começámos a falar sobre as nossas viagens”, recorda. “E ainda continuamos a falar sobre as nossas viagens.”

Assim que se casaram, Wilson e Bjork, que na altura estavam a viver no Kansas, começaram a pensar mais seriamente no tipo de vida que queriam ter quando se reformassem.

“Ambos víamos os nossos pais a gastar as suas poupanças todas e pensões em cuidados médicos”, diz Wilson, explicando que fizeram muita investigação sobre o custo de vida em Portugal e que descobriram que era mais favorável.

“E, em Portugal, podíamos manter o nosso dinheiro para viagens. Éramos obrigados a ter um seguro de saúde médico privado como parte do nosso processo de visto. Mas também teríamos acesso ao sistema nacional de saúde, em particular para hospitalizações.”

Wilson e Bjork, que dantes geriam uma roulotte de comida chamada LumpiaPalooza e o Cafe Parsnipity em Wichita, no Kansas, inicialmente deram a si próprios seis anos “para planear e sonhar com a mudança para Portugal”-

Contudo, optaram por acelerar as coisas “em vez de nos endividarmos para manter o nosso negócio à tona” durante a pandemia.

“Decidimos reformar-nos dois anos mais cedo”, explica Wilson. “Então pedimos a reforma em 2020 e começámos a tratar da papelada.”

O casal candidatou-se a um visto D7, também conhecido como “visto de reforma”, que os obriga a cumprir requisitos específicos, incluindo ou uma prova de compra de uma casa no país ou um contrato de arrendamento de pelo menos 12 meses.

Espírito de comunidade

O casal na celebração do primeiro aniversário de Wilson passado em Portugal com amigos

Dedicaram muito tempo e energia a escolher a cidade onde iriam viver, eventualmente optando pela pequena cidade da Marinha Grande, situada na Costa da Prata, famosa pela praia de surf Nazaré.

Wilson explica que estavam empenhados em mudar-se para um sítio onde pudessem integrar-se na comunidade local e passar tempo com pessoas portuguesas em vez de estarem com outros americanos.

”Muitas pessoas que se mudam para Portugal gostam de se autointitular ‘expats’ e passam o tempo em ‘meetups’ onde podem queixar-se a outros ‘expats’ de como ninguém em Portugal fala inglês, de como não conseguem encontrar aquela marca exata de feijão enlatado e acusar os ‘nativos’ de serem impossíveis de conhecer”, conta.

“Não era esta a vida que nós queríamos. Queríamos ser imigrantes, pessoas que se mudam para um novo país para se tornarem parte da cultura e da comunidade desse país.”

Assim que os seus vistos foram aprovados e que as restrições gerais por causa da Covid foram levantadas, o casal mudou-se para a Marinha Grande, que tem uma população de quase 40 mil pessoas, em janeiro de 2022.

Inicialmente ficaram num Airbnb, que lhes custavam cerca de 800 dólares por mês, e depressa deram por si a receber alguns dos amigos com quem tinham comunicado através de uma página de Facebook da cidade antes da viagem.

“Eu cozinhava o jantar no nosso Airbnb duas ou três vezes por semana para os nossos amigos portugueses”, conta Wilson, antes de acrescentar que foram calorosamente recebidos pelos locais, que pareciam ficar intrigados com eles.

“As pessoas nunca nos viram como americanos”, diz Wilson. “Acho que não nos conseguiam identificar de todo. Raramente nos consideravam americanos e nós estávamos à vontade com isso.”

Assim que o casal começou a instalar-se na sua nova vida, Wilson, que se descreve como uma “perfecionista”, debateu-se com o facto de ter tanto tempo em mãos.

Reforma antecipada

Wilson e Bjork têm estado a viver alegremente em Portugal desde 2022

“A reforma tem sido difícil para mim”, admite. “Porque sou uma pessoa ‘tipo A’. Durante toda a minha vida trabalhei, trabalhei, trabalhei. Tenho uma lista e vivo de acordo com essa lista.” 

“E agora é do estilo, nem sequer sei em que dia da semana estou. E isso tem sido uma luta. Mas estou no sítio certo para gerir isso. Porque é bastante OK aqui. Ninguém,me olha com desprezo por não estar a correr para todo o lado a tentar alcançar, alcançar e alcançar.”

Wilson e Bjork estão atualmente a ter aulas de português fornecidas pelo governo. Contudo, Wilson admite que aprender uma nova língua não tem sido fácil.

“A língua portuguesa é muito difícil”, diz Wilson, explicando que fala japonês e espanhol, bem como “alemão, dinamarquês e francês ao nível de turista”.

“Sou muito bom com línguas. Mas o português é um desafio para aprender. Não achamos que seja fácil. Achamos que é gerível. Algumas pessoas, especialmente pessoas da nossa idade, não a consideram gerível.”

O casal também teve de mudar a forma como abordam as pessoas, em particular quando precisam de lhes perguntar sobre coisas como lojas, após terem reparado que a sua abordagem direta nem sempre era bem recebida.

“Os meus amigos portugueses ensinaram-me que primeiro é preciso reconhecer a humanidade das pessoas”, diz Wilson,

“E isso faz-se dizendo ‘Bom dia, como está?’ E elas dizem ‘Estou bem, e a senhora?’ E assim que se faz isso, é como uma chave mágica que nos abre a porta a um bom serviço.”

Wilson explica que considera esta atitude uma lufada de ar fresco, já que o foco está solidamente nas pessoas e nas relações interpessoais.

“A ética delas não é primeiro o emprego ou primeiro o dinheiro”, acrescenta. “A ética delas é a família e o lazer… E isso é revigorante, ver as pessoas a valorizarem as relações acima de uma corrida de ratinhos. O ratinho aqui morreu, não há espaço para isso.”

Wilson abraçou calorosamente o estilo de vida português em particularmente o foco na comida, que é há muito uma grande parte da sua vida.

“As pessoas comem juntas a toda a hora”, diz. “Domingo é considerado o dia da família. Então há uma grande refeição de família em que as mães e os pais e toda a gente se juntam para comer.”

“As mulheres portuguesas da minha idade estão sempre a cozinhar. Passamos muito tempo com elas a aprender sobre comida portuguesa.”

Embora Wilson e Bjork tivessem originalmente planeado usar Portugal como “ponto de partida” para viajar pelo resto da Europa, têm dado por si demasiado ocupados a lidar com todas as tarefas inerentes à mudança para um novo país para se aventurarem para muito longe.

“Há muita coisa para fazer”, diz Wilson. “Desde as coisas do governo, obter o teu cartão de residência. Depois é preciso transferir a carta de condução para cá e encontrar um carro [se conduzir].”

“É preciso comprar tudo [para a casa]. E tem de se tratar de tudo para a assistência médica e para ter acesso aos serviços públicos. É realmente um grande processo.”

O fator da acessibilidade

Bjork num piquenique de domingo no verão passado com os amigos Dulce Silva e Sérgio Carvalho

Quando questionada sobre se ela e o marido consideram Portugal mais acessível, Wilson refere que tudo depende das suas próprias experiências, destacando que os seus amigos portugueses “reagem um pouco” quando eles comentam o quão mais baratas as coisas são, que não são necessariamente baratas para eles.

“Cometemos esse erro”, admite. “Quando cá chegámos pela primeira vez, dizíamos ‘Oh, isto é praticamente de graça’. E tivemos de parar de dizer isso, porque estávamos a ofendê-los.”

Wilson sublinha que o que parece acessível para eles pode não ser muito acessível para um trabalhador português que ganha o salário mínimo.

“Muitas pessoa ganham o salário mínimo”, acrescenta. “E portanto… sim. Para os americanos, é barato viver aqui, se não viveres em Lisboa, no Porto ou no Algarve.”

“Esses sítios são o correspondente a tentar viver em São Francisco ou em Manhattan. Essas são cidades caras. Portanto se o desejo for viver num desses sítios, terão de pagar três vezes mais do que o que nós pagamos, provavelmente, em renda, comida, tudo.”

Durante a sua estadia em Portugal, o casal adotou duas gatas de rua, grandiosamente batizadas Doce Florabela de Portugal e Rainha Jóia Fofa Maria da Silva, através de uma organização sem fins lucrativos chamada The Kitten Connection.

Wilson tem estado a preparar comida para um evento de angariação de fundos que a organização está a alinhavar e também tem dado aulas de culinária regulares a um adolescente local.

“Ele adora comida asiática e não é assim tão fácil encontrar isso na Marinha Grande”, explica. “Então ocorreu-me esta ideia de que ele poderia aprender a cozinhá-la comigo.”

Ela e o marido organizam regularmente jantares, incluindo uma celebração anual do Dia de Ação de Graças, e participam em eventos locais, como concertos infantis e jogos desportivos.

Fazer parte de uma comunidade tão unida tem sido um sonho tornado realidade para Wilson, que diz que se cruzam quase sempre com alguém que conhecem quando saem de casa.

“Estamos aqui há mais de dois anos e estamos cada vez mais felizes com a decisão que tomámos”, adianta Wilson.

“Temos muitos amigos portugueses que nos têm ajudado a cada passo e que nos abriram as portas das suas casas e dos seus corações.”

‘Zero problemas’

Antes de se mudar para Portugal, Wilson estava muito cansada do clima político nos Estados Unidos, e estava particularmente preocupada com a violência armada.

“Eu digo às pessoas ‘Nós fugimos do país’”, conta. “A forma como tudo se estava a desenrolar… sentíamo-nos indignados e revoltados a cada minuto do dia.”

Desde que se mudou para Portugal, Wilson não voltou aos EUA e diz que não tem quaisquer planos para algum dia regressar.

“Voltarei para os EUA numa urna. Ponto final”, sublinha. “Não há literalmente nada que me fizesse sentir na obrigação de voltar aos EUA.”

Apesar de Wilson sentir falta da família e dos amigos, diz que é uma aventureira de gema e que nunca pretendeu passar o resto dos seus dias na América.

“Algumas pessoas já me perguntaram como é que pude deixar os meus filhos ou o que é que os meus filhos pensam sobre isto”, diz ela, sublinhando que os filhos já são adultos que têm as suas próprias vidas.

“E eu sempre viagem a vida toda sem eles, deixava-os e ao meu marido para ir viajar durante duas semanas por ano, todos os anos. Simplesmente porque isso era importante para mim.”

“Sou uma pessoa um pouco boémia. Por isso os meus filhos não esperavam nada menos do que [eu] fazer estas viagens, como se fosse algo estranho.”

Wilson e Bjork dizem que tiveram “zero problemas” desde que se mudaram para Portugal e que não podiam estar mais felizes.

Na verdade, as coisas correram tão bem que os outros são por vezes céticos quando eles partilham as suas experiências.

“As pessoas dizem ‘Tu vês tudo com um filtro cor de rosa’. Mas é tudo tão perfeito quanto eu o descrevo”, diz Wilson.

“O processo desenrolou-se sem qualquer problema para nós. Não é que isso aconteça assim com toda a gente – eu sei disso. Mas vou celebrar o que conseguimos. E o que temos tido é uma ótima experiência.”

Noticia Retirada da CNNPortugal

Kalanchoe: a “planta do sorriso” perfeita para ter em casa

Adapta-se bem a todos os tipos de climas e dá flores bonitas: descobre como cuidar da Kalanchoe.

Conhecida como a “planta do sorriso“, a Kalanchoe é frequentemente encontrada em casas, jardins e varandas. A sua popularidade não se deve apenas à beleza e cores vibrantes, mas à capacidade de se adaptar a diferentes ambientes e condições de crescimento. Descobre como cultivar esta maravilhosa planta e quais os cuidados a ter com ela.

Como cultivar a Kalanchoe em casa

Originária de Madagáscar, a Kalanchoe é agora popular em todo o mundo graças à sua grande adaptabilidade. Pertence à família Crassulaceae e distingue-se pela sua rusticidade e pelo seu longo período de floração de quase dois meses. 

Para obter melhores resultados, é importante colocar a planta num local onde possa receber luz solar indireta durante a maior parte do dia. A exposição direta ao sol, sobretudo nas horas de maior calor, pode danificar as suas folhas e prejudicar a floração. Além disso, é essencial assegurar uma boa drenagem do solo para evitar a estagnação da água, causa de muitos problemas como o apodrecimento.

Durante os meses mais frios, lembra-te de reduzir a frequência das regas: neste período, a planta está na sua fase de “repouso”. Por fim, pensa bem no solo que vais comprar. É necessário um solo bem drenado, rico em matérias orgânicas e com boa porosidade, semelhante ao dos cactos.

plantas

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Segredos para uma floração abundante

A Kalanchoe não é particularmente exigente, mas requer atenção a certos pormenores para garantir uma floração abundante e saudável. Por exemplo, a planta prefere vasos que não sejam demasiado grandes, pois isso estimula uma floração mais generosa. 

A fertilização também é crucial: a Kalanchoe precisa de um fornecimento equilibrado de nutrientes. Considera a utilização de um fertilizante líquido diluído, misturado com água, aproximadamente de quinze em quinze dias. É claro que esta frequência também pode ser mantida durante o outono e o inverno, períodos em que é aconselhável aumentar a quantidade de fertilizante. Por fim, não te esqueças de podar a Kalanchoe após a floração para estimular um novo crescimento e manter a sua forma típica no ano seguinte.

decoração de interiores

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Quantos tipos de Kalanchoe existem?

Existem mais de 200 espécies diferentes de Kalanchoe. A planta, que pertence às Crassulaceae, pode apresentar-se em diferentes formas e cores. No entanto, as espécies que são cultivadas dentro de casa são muito menos numerosas. Entre elas encontram-se:

  • Kalanchoe blossfeldiana: uma planta que não ultrapassa os 30 centímetros de altura e que apresenta flores verdes brilhantes.
  • Kalanchoe tomentosa: as folhas desta variedade são peludas e prateadas, dando à planta um aspeto único.
  • Kalanchoe daigremontiana: planta suculenta que se caracteriza pelas suas extremidades vermelhas e bronze. Esta espécie pode atingir um metro de altura com o passar dos anos.
jardim vertical

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IBC Imobiliária une forças com Casa Yes numa nova parceria

Numa jogada que promete agitar o mercado imobiliário português, a Casa Yes, uma empresa do setor, revelou uma parceria estratégica com gigantes do ramo imobiliário Zome, Remax e Century 21. Este acordo histórico marca um novo capítulo na indústria, unindo forças para proporcionar uma experiência incomparável aos clientes que procuram residências em todo o país.

A união destes titãs do mercado imobiliário representa um marco significativo, prometendo revolucionar a forma como as transações imobiliárias são conduzidas em Portugal. Com uma vasta rede de recursos e conhecimentos, a parceria visa oferecer uma vantagem competitiva sem precedentes para aqueles que estão à procura de um novo lar.

Além disso, a Casa Yes tem o prazer de anunciar a adesão da reconhecida IBC Imobiliária a este movimento transformador. Com a inclusão da IBC Imobiliária, o alcance e os serviços oferecidos por esta aliança expandem-se ainda mais, garantindo um acesso ainda mais abrangente a oportunidades imobiliárias de qualidade.

“Estamos entusiasmados por nos juntarmos à Casa Yes, ao lado da Zome, Remax e Century 21, nesta jornada emocionante”, afirmou o porta-voz da IBC Imobiliária. “Esta colaboração não só fortalece as nossas capacidades, mas também reafirma o nosso compromisso em proporcionar soluções excecionais aos nossos clientes na busca pelas suas casas de sonho. Juntos, estamos determinados a elevar os padrões do mercado imobiliário em Portugal e a estabelecer um novo padrão de excelência para servir os nossos clientes com qualidade e inovação.”

Combinando a experiência e o alcance destas entidades líderes, os clientes podem esperar uma abordagem abrangente e personalizada para encontrar a propriedade perfeita. Esta aliança pioneira está destinada a elevar os padrões do mercado imobiliário e estabelecer um novo padrão de excelência em todo o setor.

Cartão de saúde europeu: o que é e para que serve?

Precisar de cuidados de saúde no estrangeiro não tem de ser um problema. O CESD vai facilitar-te a vida. Conhece já este cartão.

Ir de férias sem qualquer tipo de preocupação é o objetivo de todos nós. No entanto, mais vale prevenir do que remediar e, por esse motivo, se vais viajar para fora do país aconselhamos-te a requerer o cartão europeu de saúde de doença (CESD).

Este cartão vai permitir que, caso tenhas necessidade de recorrer a cuidados de saúde em qualquer país da União Europeia, terás acesso a esses cuidados sem que sejas obrigado a regressar a Portugal antes do esperado por motivo de doença ou acidente. Ele também pode ser usado na Suíça, Noruega, Reino Unido, Islândia e Liechtenstein

Contudo, o CESD apenas te dá acesso a serviços públicos ou convencionados. Caso queiras recorrer a uma unidade privada, convém que tenhas um seguro de saúde. Em seguida, vamos ajudar-te a esclarecer todas as dúvidas que possas ter quanto a este tema. Toma nota.

Em que situações posso usar o CESD?

Turista doente

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O cartão europeu de saúde de doença é um cartão de modelo único, gratuito e comum a todo o espaço da União Europeia e aos outros cinco países acima referidos. Ele foi concebido para simplificar a identificação do seu titular e da instituição responsável financeiramente pelos custos de cuidados médicos que venha a necessitar.

Desta forma, poderás utilizar o cartão em serviços de saúde como consultasurgências ou, até mesmo, medicação, nas mesmas condições que os residentes desse país. Mas atenção, pois apenas poderás utilizá-lo durante a tua estadia nesse país, seja de férias ou a trabalho. Ou seja, não podes simplesmente viajar com objetivo de obter tratamentos médicos.

No que respeita a unidades de saúde privadas, tal como já referimos, é melhor que tenhas um seguro de saúde, pois o CESD não cobre despesas nessas unidades.

Quem pode pedir o cartão europeu de saúde?

Família vai viajar

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Podem requerer o cartão europeu de saúde as pessoas que residem legalmente em Portugal e que cumpram um dos seguintes requisitos:

  • Beneficiar da Segurança Social (trabalhadores, pensionistas, desempregados e seus familiares).
  • Beneficiar de subsistemas de saúde públicos.
  • Beneficiar de subsistemas de saúde privados.
  • Ser utente do SNS (sem vínculo à Segurança Social ou a um subsistema de saúde).
  • Estar inscrito no Seguro Social Voluntário.
  • Ser trabalhador destacado no estrangeiro.
  • Ser ex-trabalhador no estrangeiro (atual pensionista regressado a Portugal).

Crianças e Jovens

As crianças e jovens devem também pedir o seu cartão europeu de saúde, uma vez que cada cartão é individual e cada membro da família deve ter o seu próprio cartão.

Onde e como pedir?

Podes pedir o teu CESD por via online ou presencialmente.

Mulher ao computador

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Pedido online

Na página da Segurança Social Direta, insere o teu número da Segurança Social (NISS) e a tua palavra-passe ou acede ao teu perfil com a chave móvel digital. Em seguida, entra no menu “Doença” e depois na opção “Obter Cartão Europeu de Seguro de Doença”. Por fim, clica em “Iniciar pedido” e segue as instruções.

Podes também fazer o pedido através da app Segurança Social + Próxima, selecionar a opção “Cartão Europeu de Seguro de Doença” e seguir as instruções.

Pedido presencial

Se preferires fazer o pedido presencialmente, poderás dirigir-te a um balcão de atendimento da Segurança Social ou a uma Loja do Cidadão. No caso de viveres nos arquipélagos, podes fazê-lo nos serviços do Instituto da Segurança Social dos Açores e do Instituto de Segurança Social da Madeira, IP-RAM.

Documentos necessários

O pedido do cartão de saúde europeu não exige muita documentação nem burocracia. Apenas necessitas de ter contigo o NISS, o Número de Utente do Serviço Nacional de Saúde e preencher o Formulário de Requerimento do Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD), disponível no site da Segurança Social.

Quanto tempo vou precisar esperar para receber o cartão?

Turista no aeroporto

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É rápido. Após submeteres o pedido, o CESD será enviado para a tua morada, por norma, entre 5 a 7 dias úteis. No entanto, caso precises viajar dentro de 10 dias e ainda não o tenhas recebido, podes pedir um Certificado Provisório de Substituição (CPS), que, tal como o nome indica, substitui o cartão durante 3 meses e garante-te os mesmos direitos.

Atenção: se fores viajar e te tiveres esquecido do cartão de saúde europeu em casa, ou se o perderes, e caso necessites de cuidados de saúde, podes pedir à Segurança Social que te envie o CPS para a unidade de saúde em que te encontrares nesse momento. 

Quanto vou pagar por medicamentos e serviços de saúde no estrangeiro com o CESD?

Ao recorreres a cuidados de saúde em qualquer um dos 27 Estados-Membros da União Europeia, assim como na Suíça, Noruega, Reino Unido, Islândia e Liechtenstein, irás pagar exatamente o mesmo que os cidadãos residentes no país onde te encontras. 

Prazo de validade e renovação

O cartão europeu de saúde de doença é válido por 3 anos, podendo, no entanto, ser definido outro prazo por conveniência dos respetivos subsistemas de saúde.

Após esse período, e de preferência nos 30 dias que precedem a data de validade, deves renovar o cartão seguindo os procedimentos definidos para o seu pedido inicial. Se tiveres urgência, podes efetuar o pedido de renovação antes de terminada a sua validade, indicando o número completo do cartão.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Psicologia das cores: a influência na decoração de ambientes

Falamos-te do significado e da psicologia das cores e da sua relação com as personalidades e os estilos decorativos.

A decoração de interiores é uma arte que transforma os espaços para refletir personalidades, criar atmosferas e melhorar a qualidade de vida dos seus habitantes. As cores desempenham um papel crucial neste processo, uma vez que cada tonalidade pode influenciar os nossos estados de espírito e as nossas perceções. De seguida, vamos explorar os significados das principais cores, agrupadas pela sua influência no ambiente e pelas emoções que evocam.

Cores quentes: paixão, dinamismo e energia

Cor vermelha

É a cor da paixão, do amor e da energia. Na decoração, o vermelho pode ser estimulante, aumentando a energia de um espaço. É ideal para áreas sociais, como salas de jantar e salas de estar, onde pode encorajar conversas animadas e uma atmosfera acolhedora.

  • Estado de espírito: estimulante e excitante.
  • Personalidade: Pessoas enérgicas, apaixonadas e extrovertidas que gostam da presença e da atenção dos outros.
  • Estilo decorativo: moderno ou eclético. O vermelho pode ocupar um lugar central nos acessórios ou nas paredes para criar um ponto focal vibrante.
decorar casa

O verde, o azul e o roxo são cores frias, que convidam à calma e à reflexão / Pexels (Max Vakhtbovycn)

Cor laranja

Esta cor evoca a sensação de calor, alegria e entusiasmo. É menos intensa do que o vermelho, mas igualmente energizante, perfeita para cozinhas ou salas de jogos, onde a atividade e o convívio são encorajados.

  • Estado de espírito: alegre e motivador.
  • Personalidade: pessoas otimistas, sociáveis e criativas que procuram estímulo e diversão.
  • Estilo decorativo: boémio ou industrial. O laranja traz calor e originalidade, ideal para espaços informais e artísticos.

Cor amarela

Representa a alegria, a luz e a criatividade. Em espaços pequenos ou mal iluminados, o amarelo pode trazer luminosidade e amplitude. É ideal para estúdios, cozinhas e casas de banho, oferecendo uma atmosfera fresca e vibrante.

  • Estado de espírito: otimista e criativo.
  • Personalidade: alegre, engenhoso e aberto a novas experiências.
  • Estilo decorativo: escandinavo ou contemporâneo. O amarelo pode iluminar e dar energia aos espaços, mantendo a simplicidade e a elegância.
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Os vermelhos, laranjas e amarelos são cores quentes, sinónimo de paixão, dinamismo e energia / Pexels (Max Vakhtbovycn)

Cores frias: calma e reflexão

Cor verde

Símbolo da natureza, o verde promove a serenidade, a saúde e o equilíbrio. Na decoração, cria atmosferas relaxantes, perfeitas para quartos e escritórios domésticos, onde se procura concentração e descanso.

  • Estado de espírito: calmo e equilibrado.
  • Personalidade: indivíduos calmos, equilibrados e conscientes do seu próprio bem-estar e do ambiente.
  • Estilo decorativo: minimalista ou rústico. O verde liga o interior à natureza, criando um retiro tranquilo e revitalizante.

Cor azul

A cor da tranquilidade e da confiança. Os tons mais claros são ideais para quartos e casas de banho, pois promovem o descanso e a descontração, enquanto os tons mais escuros conferem profundidade, elegância e seriedade aos escritórios e às salas de estar.

  • Estado de espírito: calmo e concentrado.
  • Personalidade: Pessoas ponderadas, leais e calmas que valorizam a estabilidade e a serenidade.
  • Estilo decorativo: litoral ou tradicional. O azul evoca a tranquilidade do mar e do céu, ideal para criar ambientes descontraídos, e também combina perfeitamente com o estilo clássico mais tradicional.

Cor púrpura

Associada à sabedoria, à espiritualidade e à nobreza. Os tons mais suaves de púrpura são excelentes para criar espaços de meditação ou de leitura, enquanto os tons mais escuros conferem luxo e profundidade aos espaços de reunião.

  • Ambiente: inspirador e luxuoso.
  • Personalidade: indivíduos introspetivos e criativos com uma propensão para o espiritual ou o luxo.
  • Estilo decorativo: glamoroso ou barroco. O roxo acrescenta profundidade e riqueza visual e é ideal para espaços elegantes e dramáticos.
decoração interiores

As cores neutras conferem luminosidade, ordem e limpeza / Pexels (Max Vakhtbovycn)

Cores neutras: equilíbrio e versatilidade

O branco 

É a cor (ou a “não-cor”) por excelência da pureza, da simplicidade, da paz e da clareza. O branco expande visualmente os espaços, proporcionando luminosidade e uma sensação de limpeza. É perfeito como base para qualquer estilo de decoração, permitindo que outras cores e texturas se destaquem.

  • Ambiente: tranquilo e limpo.
  • Personalidade: pessoas que procuram clareza, paz e um estilo de vida minimalista.
  • Estilo decorativo: nórdico ou minimalista. O branco maximiza a luz e o espaço, oferecendo uma tela limpa para qualquer estilo.

Cinzento

Esta cor oferece uma neutralidade elegante, sendo versátil para combinar com qualquer outra cor. Nas suas várias tonalidades, pode trazer sofisticação a espaços modernos ou criar atmosferas mais quentes quando se inclina para os tons terra.

  • Estado de espírito: estável e sofisticado.
  • Personalidade: indivíduos pragmáticos, elegantes e com gosto pela subtileza e sofisticação.
  • Estilo decorativo: industrial ou contemporâneo. O cinzento é uma cor neutra muito versátil que transmite elegância, sofisticação e modernidade. Há mesmo estudos que sugerem que uma casa em que predominam os tons de cinzento pode ser vendida até 20% mais cara do que uma branca, devido à sua relação visual com o luxo e a sofisticação, como publicou recentemente a AD Magazine.

Preto

Apesar de ser uma cor poderosa e dramática, quando usada com moderação, o preto acrescenta profundidade e define o espaço. É ideal para acentuar pormenores na decoração, combinado com cores mais claras para um contraste marcante.

  • Ambiente: elegante e profundo.
  • Personalidade: pessoas com força, sofisticação, personalidade forte, decididas e com gosto pelo drama e pelo contraste.
  • Estilo decorativo: luxo moderno ou minimalista. O preto cria um forte impacto visual e pode servir de pano de fundo para realçar outros elementos.
decorar casa

O preto está associado à sofisticação e pessoas com personalidade forte

Cores terrosas: ligação e naturalidade

Castanho

Evoca estabilidade, conforto e ligação à terra. Excelente para criar espaços acolhedores e quentes; ideal para salas de estar, bibliotecas e quartos, onde se procura um refúgio de tranquilidade e segurança.

  • Estado de espírito: Confiante e acolhedor.
  • Personalidade: Indivíduos que valorizam a estabilidade, o conforto e têm uma abordagem terrena.
  • Estilo decorativo: rústico ou tradicional. O castanho evoca o calor da terra, criando espaços acolhedores e seguros.

Cada cor tem o poder de transformar um espaço não só visualmente, mas também emocionalmente. Ao escolher as cores para a casa, tem em conta não só a estética, mas também o tipo de ambiente e de sensação que pretendes criar. Uma decoração consciente com recurso à psicologia das cores pode ser uma ferramenta poderosa para criar espaços que reflitam a sua personalidade e aumentem o seu bem-estar.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias