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Festival Lavorada volta à Biblioteca Municipal Rocha Peixoto já esta sexta-feira

O jardim da Biblioteca Municipal Rocha Peixoto volta a acolher o festival Lavorada, nos dias 14 e 15 de junho.

O conceito deste festival é desconstruir preconceitos e potenciar a economia local, ao mesmo tempo que desenvolve uma incubadora da criação artística.

O evento inicia no dia 14, às 21h00, com a apresentação pública da Associação Lavorada e a abertura da exposição “Colchas da Devoção”, que usa os lavores como elemento essencial no espaço sacro efémero.

No dia 15 de junho, das 10h00 às 19h00, o programa é rico em atividades para miúdos e graúdos, com workshops de crochet, costura, tricot e bordado poveiro; demonstração dos passos do Ciclo do Linho; apresentação do livro infantil “A Areia e o Mar”, escrito por Cândida Luz e ilustrado por Cláudia Pinheiro; tertúlia “fios que a terra tece e o mar leva”, com Marta Vinhas e Sara Rocha, em parceria com o Centro do Clima; uma feira de artesanato e um concerto – arruada, entre muitos outros momentos a não perder.

Nesta que é a quarta edição, esta iniciativa, que conta com o apoio da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, visa transmitir às novas gerações a arte de saber fazer e mostrar uma aprendizagem alinhada com os apelos à ecologia, ao consumo sustentável, à ideia de integração e pertença na comunidade, e à redução do consumismo desregulado.

Como poupar dinheiro nas compras de supermercado: dicas essenciais

O supermecado está cheio de truques para gastares mais do que precisas mas nós ajudamos-te com truques para poupares na carteira.

Queres esticar o teu orçamento e poupar dinheiro em cada visita ao supermercado? Estes truques vão ajudar-te a estares mais atento ao que adquires e à forma como gastas dinheiro numa ida às compras.

Antes de mais, faz uma lista de compras. Dá uma volta aos armários da dispensa e às gavetas do frigorífico e vê o que te faz falta (realmente faz falta). Faz uma lista de forma consciente e quando chegares ao supermercado, segue-a à risca e nada de tentações!

Como preparar as compras de supermercado?

Compras supermercado

Pixabay

Se queres gerir o teu orçamento familiar de forma organizada todos os meses, há pequenos truques que te podem ajudar. Um deles diz respeito às compras de supermercado, uma vez que é muito fácil deixarmo-nos levar, principalmente se não tiveres um orçamento estipulado com antecedência e linhas guia. Para que seja mais fácil gerir o dinheiro, deixamos-te algumas dicas: 

​​​​​​​Planeia as tuas refeições

No domingo à tarde, quando estiveres a organizar a tua próxima semana de trabalho, aproveita e planeia também as tuas refeições. Se estiveres tudo organizado pode ser mais fácil comprares apenas o que precisas, poupar dinheiro e reduzir o desperdício alimentar.

Não vás ao supermercado quando estiveres com fome

É trigo limpo, farinha Amparo. Se fores ao supermercado com a barriga a dar horas, o mais provável é comprares coisas por impulso e que não te fazem realmente falta em casa. É melhor comer qualquer coisa antes de ir às compras e assim a tentação será mais fácil de resistir.

Organiza as tuas finanças e estabelece um orçamento

Determina quanto podes (e queres) gastar naquela ida ao supermercado e cumpre o valor que propuseste. Sem exceções dos rebuçados em promoção ou do queijo com tão bom ar.

  • Compara o preços dos produtos: tem atenção e paciência quando estás no supermercado e faz um pequenino estudo de mercado: compara os preços de diversas marcas do mesmo produto, o tamanho, a qualidade… não te limites a comprares o primeiro artigo que vês! Se tiveres atenção, vais conseguir tirar o melhor partido do que o supermercado oferece e poupar dinheiro no final do mês.
  • Faz compras sazonais: compra frutas e legumes que estejam na época, não só porque são mais baratos, mas porque são mais frescos e o teu corpo vai ficar mais feliz. Uma nutrição saudável deve seguir as estações e o consumo de frutas e legumes de cada época.
  • Opta por comprar produtos genéricos ou da marca do supermercado: as conhecidas marcas “brancas” são geralmente mais baratas e a qualidade não é necessariamente reduzida. O ideal é experimentares uma vez, comparares a qualidade vs preço, e tomares uma decisão para que consigas poupar dinheiro e manter a qualidade dos produtos que consomes.
supermercado

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Poupar dinheiro no supermercado: aspetos a ter em conta

No momento em que entras na grande superfície onde habitualmente fazes as tuas compras, é importante estar atento a algumas ‘armadilhas’ que podes encontrar e optar por comprar produtos que possam durar muito tempo, ou em quantidades adequadas. Lembra-te que fazer compras no supermercado e conseguir poupar algum dinheiro requer que penses e organizes todo o processo: 

Não compres alimentos de conveniência e pré-embalados

Estes produtos são mais caros e muito menos saudáveis. Decide cozinhar de raiz sempre que puderes, aprecia o processo de cozinhar uma refeição nutritiva e deliciosa e vê o porquinho mealheiro a aumentar. 

Compras a granel: uma boa opção a considerar

O arroz, a massa ou os frutos secos são artigos que utilizas regularmente e que, a longo prazo, te podem ajudar a poupar dinheiro se fizeres compras a granel visto serem não perecíveis.

Olha para cima e para baixo

O supermercado está cheio de truques e um deles é a disposição estratégica dos artigos nas prateleiras. Geralmente, os artigos mais caros estão ao nível dos olhos, portanto habitua-te a olhares para cima e para baixo para encontrares opções mais baratas.

Fazer compras

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Tem atenção às datas de validade

Certifica-te de que verificas as datas de validade de todos os produtos que comprares de forma a evitar comprares algo que vai expirar dois dias depois, e que vai acabar por ir para o lixo sem ser consumido. Desperdício alimentar e desperdício de dinheiro que podem ser impedidos.

Usa os teus próprios sacos para as compras

Para além de estares a ser amigo do ambiente, poupas dinheiro em sacos cada vez que vais ao supermercado e algumas lojas ainda oferecem descontos ao trazeres os teus próprios sacos de compras reutilizáveis.

Não compres os produtos que estão perto das caixas

​​​​​​​São os artigos pequenos e baratos – chupa-chupas, pastilhas elásticas, revistas – que estão colocados estrategicamente perto da caixa para te fazerem comprar no último momento, enquanto esperas a tua vez de pagar.

Utiliza cartões da loja, cupões e descontos

Existem imensos descontos e ofertas especiais se fores membro do supermercado ou se participares em certos concursos. Quando estiveres na caixa do supermercado a pagar as compras e te oferecerem cupões, guarda-os sempre e utiliza-os nas próximas compras para poupares na carteira.

Tem atenção às promoções enganosas

Aquelas promoções que todos conhecemos, do “leve 2 e pague 1” nem sempre funcionam para a nossa carteira. Tem cuidado e compara muito bem os preços e vê se estás a fazer um bom negócio ao comprar artigos com este género de promoções.

Comparar preços de produtos

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Regista os preços para a tua próxima compra

Guarda os preços dos artigos que sabes que compras regularmente. Assim, já vais ter uma ideia de quando precisarás de artigos nos artigos essenciais e saberás quando os saldos dos respetivos artigos são ou não um bom negócio.

Escolhe um cesto pequeno em vez de um carrinho grande

Os carrinhos de compras maiores vão, de forma inconsciente, fazer-te sentir a necessidade de os encheres, o que leva a compras excessivas e por impulso. Se possível, usa o cesto mais pequeno e não te deixes enganar pelo tamanho.

Cesto de compras

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Os supermercados são desenhados para incentivar os clientes a gastar mais dinheiro e para comprarem o que muitas vezes não necessitam. Se seguires estes truques podes seguramente poupar dinheiro em cada ida ao supermercado, de forma consciente, e reduzir significativamente o valor de cada fatura das compras

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Rendas IRS: como declarar corretamente e baixar o valor?

És inquilino? As rendas têm impacto no que pagas de IRS, sabias? Percebe a relação entre rendas e IRS.

Se és inquilino, podes declarar despesas com rendas no IRS. Está previsto no Código do IRS que as despesas com rendas de imóveis para habitação permanente podem ser deduzidas à coleta, com um limite. Sabias que é possível deduzir à coleta de IRS 15% dos valores suportados com rendas? Descobre tudo o que precisas de saber sobre esta matéria e aprende o passo a passo para aproveitares este benefício fiscal.

Rendas IRS: diferentes conceitos a ter em conta

Benefícios rendas IRS

idealista

O arrendamento permite tornar a troca de habitação um processo mais dinâmico, sendo uma solução mais flexível e rápida que ajuda muitas famílias a adaptarem-se a realidades distintas. Arrendar uma casa é frequentemente uma solução temporária. No entanto, até quando esta solução é assumida como permanente, tem vantagens.

A flexibilidade associada a esta solução facilita a vida em diferentes cenários. Por exemplo, o agregado familiar alterar-se (geralmente, um aumento pode levar à necessidade de mudanças). 

Outro exemplo está na mudança nos rendimentos, seja porque aumentam e se pretende uma casa maior, seja porque diminuem e há a necessidade de passar para uma habitação mais adequada ao novo contexto. Além disso, em determinadas zonas, as rendas podem atingir patamares incompatíveis com o orçamento mensal.

Nos diferentes cenários, a flexibilidade do arrendamento revela-se uma solução positiva, porque permite que as famílias se adaptem a diferentes cenários. Há até vantagens do ponto de vista fiscal que quem arrenda uma casa pode obter. 

Em determinados casos, o simples facto dos inquilinos declararem as rendas no IRS pode representar uma dedução à coleta igual a um mês de renda ou até mais, pois o valor pode variar consoante a casa e/ou a região.

É normal estar pouco à vontade nesta matéria para quem é inquilino estreante. No entanto, iremos indicar os passos a dar no momento de declarares as rendas no IRS, para poderes receber parte das rendas pagas no acerto de contas do IRS

Requisitos para receber valor das rendas

Para usufruíres destes benefícios fiscais, tens de:

  • Ter o contrato de arrendamento registado no Portal das Finanças;
  • Ter celebrado o contrato de arrendamento ao abrigo do Regime do Arrendamento Urbano ou do Novo Regime do Arrendamento Urbano.

Se cumpres os dois requisitos apresentados, então reúnes tudo o que precisas para obteres estes benefícios. 

Valor máximo a receber sobre as rendas

O valor máximo que se pode deduzir ao declarar as rendas no IRS é significativo. Quem declarar as rendas no IRS pode deduzir 15% do valor suportado com esta despesa de habitação, o que permite beneficiar até ao máximo de 502 euros. 

No entanto, no caso do teu rendimento te colocar no 1º escalão de IRS, isto é, com um rendimento coletável até 7.479 euros, então, nesse contexto, terás direito a uma majoração sobre a dedução das rendas. Nesse cenário, o limite sobe até os 800 euros.

declarar rendas no IRS

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Declarar as rendas no IRS: passo a passo

Se queres declarar as rendas no IRS, deves ter em conta quais são os passos mais indicados para o fazeres corretamente.

1º passo: fazer a soma dos valores das rendas

A primeira etapa para todos os que pretendem declarar as rendas no IRS é fazer contas a quanto pagaste de rendas no ano a que respeita o IRS. Portanto, mesmo que o tenhas realizado somente por uns meses, deves fazê-lo. Basta que somes os valores apresentados nos recibos de pagamento entregues pelo senhorio.

Deves ter em consideração que apenas irão ser consideradas as rendas que cumprirem os seguintes critérios:

  • Constem de faturas de prestações de serviços isentas de IVA comunicadas à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e cujos senhorios se encontrem devidamente enquadrados no setor de atividade da secção L, classe 68200 – Arrendamento de bens imobiliários;
  • Tenham sido comunicadas à AT por via da emissão de recibos de renda eletrónicos;
  • Tenham sido comunicadas à AT por via da declaração anual, nos casos em que os senhorios não estejam obrigados à emissão de fatura, nem à emissão do recibo de renda eletrónico.

2º passo: deduzir eventuais apoios ou subsídios

Caso tenhas recebido subsídios ou outros tipos de apoio públicos à habitação como, por exemplo, o Porta 65, deves ter em consideração que é necessário descontar essas ajudas ao valor total das rendas pagas. Posteriormente, será o resultado desse cálculo, a diferença de valores, que deves declarar no IRS.

3º passo: indicar o valor das rendas no Anexo H

Tens de adicionar o anexo H, da declaração de IRS, e depois percorreres o mesmo até chegares ao quadro 6 – C. Se escolheste uma declaração pré-preenchida pela AT, à partida, o valor das rendas já deve encontrar-se inscrito nesse quadro, embora não seja visível. 

Para verificares se o valor em causa está apresentado corretamente, deves colocar um visto no campo “01”, indicando que desejas prescindir do pré-preenchimento da AT. Então, se o valor das rendas se apresentar correto, deves colocar um visto no campo “02”, regressando então ao modo de pré-preenchimento.

Se escolheste uma declaração vazia ou o valor das rendas pré-preenchido se encontrar incorreto, será necessário inserires ou corrigires esta informação no quadro 6 – C. Para o conseguires fazer, clica em “Adicionar Linha” e preenche os dados solicitados:

  • Campo de preenchimento designado “Código Despesa/Encargo”: deves selecionar o código 654, correspondente a “Encargos com rendas de prédio destinado à habitação permanente suportadas pelo arrendatário”;
  • Campo “Titular”: neste espaço, deves colocar o Número de Identificação Fiscal (NIF) do inquilino, isto é, o teu;
  • Campo “Montante”: por fim, deves indicar o valor das rendas deduzido dos respetivos subsídios ou apoios.

4º passo: identificar o imóvel (igualmente) no anexo H

Deves também fazer o preenchimento do quadro 7 do anexo H. Para iniciares esta etapa, só tens de clicar em “Adicionar Linha”. Então, deves preencher os espaços, com as informações indicadas, nomeadamente: 

  • Campo de preenchimento designado “Natureza do encargo”: neste campo, coloca o código 05, que corresponde a “Encargos com rendas de prédio destinado à habitação permanente”;
  • Campo de preenchimento designado “Freguesia”: neste campo, deves introduzir o código da freguesia onde se localiza o imóvel*;
  • Campo de preenchimento designado “Tipo”: neste campo, deves indicar o tipo de imóvel (isto é, se é “Urbano”, “Rústico” ou “Omisso”)*;
  • Campo de preenchimento designado “Artigo”: neste campo, deves inscrever o artigo do imóvel*;
  • Campo de preenchimento designado “Fração”: neste campo, deves indicar a fração do imóvel*;
  • Campo de preenchimento designado “Titular”: neste campo, deves mencionar o NIF do inquilino, ou seja, o teu;
  • Campo de preenchimento designado “NIF do arrendatário”: não deves preencher este campo;
  • Campo de preenchimento designado “NIF do Mutuante/Locador”: neste campo, deves indicar o NIF do senhorio.

* Podes encontrar estas informações no contrato de arrendamento.

declarar rendas no IRS como senhorio

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Senhorios: dicas para baixar o IRS das rendas

Se és senhorio, a vida também não é fácil para ti. Frequentemente, os senhorios deparam-se com o problema da tributação do IRS por conta dos rendimentos prediais. É comum o imposto ser demasiado alto para o valor das rendas que os proprietários recebem. 

Geralmente, os senhorios lidam com este problema. Eles estão obrigados ao cumprimento de um conjunto de obrigações perante a Autoridade Tributária, após colocarem uma casa no mercado de arrendamento. Entre elas estão:

  • O registo de contrato no Portal das Finanças;
  • A emissão de recibos eletrónicos de renda;
  • A entrega da Declaração Anual de Rendas
  • A comunicação de quaisquer alterações ou rescisão de um contrato de arrendamento.

Dentro dessas obrigações, também está incluída a entrega do modelo 3 do IRS, com o anexo correspondente aos rendimentos, bem como o pagamento de um imposto pelas rendas, que corresponde a 28% do valor auferido. 

No entanto, há formas de reduzir este valor. Iremos apresentar algumas dicas para os senhorios poderem baixar o valor do IRS a pagar pelas rendas.

Incluir o imóvel no Programa de Arrendamento Acessível

Os senhorios que incluírem imóveis no Programa de Arrendamento Acessível poderão beneficiar de uma isenção no IRS e IRC sobre as respetivas rendas. Isto, desde que eles cumpram certos requisitos, nomeadamente os seguintes:

  • O valor da renda deve ser 20% mais baixo (pelo menos) do que o valor de referência. O cálculo é realizado segundo parâmetros como tipologia, área, média de preços divulgada pelo INE, entre outras características;
  • O contrato de arrendamento deve apresentar uma duração mínima de cinco anos. Para estudantes do ensino superior, pode ser assinado um contrato por apenas nove meses. 
  • É possível arrendar habitações ou somente uma parte. O registo dever realizado via Portal da Habitação, espaço onde as condições necessárias para aderir ao programa podem ser consultadas;

É importante ter em conta que deves referenciar o imóvel que deu origem aos rendimentos no quadro 4.1 (Anexo F), aquando da entrega da declaração de IRS. Já no quadro 6D, deve constar o número do contrato de arrendamento.

Arrendar o imóvel por mais tempo

Uma das estratégias que podes usar para reduzir o imposto de IRS sobre os senhorios está em realizares contratos de arrendamentos mais longos. Segundo o Regime de Redução de Taxa (artigo 72.º do CIRS), quanto maior é a duração do contrato celebrado, maior é a redução da taxa de tributação autónoma. 

Por isso, o que podes beneficiar está relacionado com o tempo que contratualizares com o teu inquilino. Tem em conta os benefícios, segundo as seguintes reduções:

  • Num contrato inferior a 2 anos: Taxa de IRS=28%;
  • Num contrato ≥ 2 anos e inferior a 5 anos: Taxa de IRS=26%;
  • Num contrato ≥ 5 anos e inferior a 10 anos: Taxa de IRS=23%;
  • Num contrato ≥ 10 anos e inferior a 20 anos: Taxa de IRS=14%;
  • Num contrato com 20 ou mais anos: Taxa de IRS=10%.

Para se poder beneficiar desta redução da taxa autónoma, é preciso primeiro informar a Autoridade Tributária do registo do contrato e das suas respetivas renovações. No momento de preencheres a tua declaração de IRS, deves completar o quadro 4.2 (Anexo F).

Fazer a tributação autónoma ou englobamento 

Declarar rendas irs

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Os rendimentos não são tributados de igual modo. As taxas gerais aplicadas aos salários e às pensões comprovam-no, pois aumentam consoante a evolução dos rendimentos. Este facto encontra-se explicito no Código do IRS (CIRS). 

Como foi referido, os rendimentos prediais são tributados pela taxa fixa de 28%, o que corresponde a uma tributação autónoma. Podes ainda optar por selecionar o englobamento, no qual são somados todos os rendimentos (salários, pensões, rendas, etc) e a esse total a taxa do IRS do escalão que lhe compete é aplicada. Esta alternativa pode revelar-se bastante vantajosa para taxas inferiores à taxa fixa. 

Para optares pelo englobamento por oposição à tributação autónoma, deves estar atento/a ao anexo F, quadro 6F, opção ‘Englobamento”. Esta possibilidade pode ser particularmente vantajosa para casas que dão prejuízo aos senhorios, por causa de obras realizadas, por exemplo.

É possível deduzir o prejuízo nos seis anos posteriores. Basta incluíres na declaração os encargos que tiveste com as obras. Eles devem ser comprovados com as faturas da despesa. 

Tem em conta que se optares pela tributação autónoma, as despesas com obras só são deduzidas no ano da sua declaração.  

Fazer por declarar os rendimentos na categoria certa

Dependendo da tua situação, deves avaliar se estás a declarar os rendimentos na categoria correta. Os rendimentos auferidos à conta das rendas devem entrar na categoria F (rendimentos prediais). No entanto, existem casos em que os podes declarar como rendimentos da categoria B (nomeadamente, rendimentos empresariais e profissionais). 

Esta alternativa somente se encontra disponível para quem tem atividade aberta como trabalhador independente. Contudo, é preciso apresentar o arrendamento como atividade económica e passar recibos verdes em vez de recibos de renda.

Deves ter em consideração que ao selecionares esta possibilidade terás de optar pelo englobamento de rendimentos. Esta via somente traz vantagens para os senhorios que recebam rendas baixas, pois, por serem somadas aos outros rendimentos, poderás ter de pagar mais do que o imposto de 28% estabelecido pela tributação autónoma.

Prepara a tua Casa para o Verão: Dicas de Organização e Limpeza

Eis que o bom tempo está aí à porta e chegou a hora de preparar a casa para o verão. As mudanças de estação são sempre um bom pretexto para fazer limpezas e arrumações mais profundas, e para deixar a tua casa mais funcional. E o verão não é uma exceção.

Para que esta tarefa não seja demasiado pesada, trazemos-te algumas dicas simples que podes aplicar quando estiveres a preparar a tua casa para o verão.

Organização e Limpeza

Com a chegada do verão, é conveniente proceder a uma limpeza mais profunda da casa. Todos aqueles lugares que, normalmente, são deixados para trás por serem menos acessíveis, podem precisar da tua atenção.

Na Sala:
  • Limpa os tapetes e carpetes, aproveitando para retirar aqueles que já não serão utilizados neste tempo mais quente.
  • Aspira e/ou limpa o sofá em maior profundidade, retirando as almofadas e chegando às partes menos acessíveis (por baixo e por trás).
  • Retira tudo das estantes, móveis e prateleiras e limpa o pó cuidadosamente.
  • Limpa quadros e todos os itens de decoração.
  • Se for o caso, limpa a lareira e deixa-a pronta para o tempo mais frio.
  • Limpa os equipamentos elétricos que estão na sala (televisão, comandos, consola de jogos, entre outros).
Na Cozinha:
  • Limpa e organiza as gavetas e os armários. Já agora, aproveita para verificar se tudo o que tens nos armários ainda está em condições de ser utilizado (especialmente, dentro do prazo de validade).
  • Limpa todos os eletrodomésticos, incluindo a torradeira, o forno, o fogão, o frigorífico, a máquina de lavar a loiça e a da roupa.
  • Lava os caixotes do lixo.
No Quarto:
  • Limpa o colchão, aspirando com cuidado e, se possível, colocando-o ao sol (pode ser hora de trocar para a face de verão, se tiver essa opção).
  • Arruma e limpa os móveis, quadros e decoração.
  • Muda a roupa do roupeiro para roupas mais leves de verão (não te esqueças de deixar uma ou duas peças mais quentes para o clima mais frio).
  • Lava as colchas, almofadas e tapetes.
  • Coloca lençóis e roupa de cama de verão.
Na Casa de Banho:
  • Esvazia todas as prateleiras, limpa por dentro e verifica se todos os produtos estão em condições de utilização.
  • Limpa os azulejos e as paredes.
  • Muda os tapetes de casa de banho para algo mais fresco.

Oportunidade para “Destralhar”

Por norma, quando fazes arrumações, encontras artigos de que já não gostas, não te fazem mais falta ou já não te servem. Se for o caso, junta todas essas coisas e doa a instituições, oferece, recicla ou, em último caso, deita fora. Não acumules coisas que já não precisas. A ti já não te fazem falta, mas podem sempre fazer jeito a outra pessoa.

Alguns exemplos de itens que podes “destralhar”:
  • CD, DVD, livros, jornais e revistas.
  • Roupa e sapatos.
  • Brinquedos que já não usas.
  • Utensílios de cozinha repetidos.

Têxteis mais Frescos

Com a chegada do calor é hora de guardar o edredão e colocar lençóis mais frescos nas camas. Também os cortinados e os tapetes podem ser trocados por outros com um tecido mais fino e com cores ou padrões mais veraneantes. Arruma os cobertores pesados e as mantas (mas deixa uma mais leve para o sofá).

Uma Decoração à Verão

Embora não tenhas necessidade de mudar a casa por completo, existem coisas simples que podes mudar para deixares a casa mais fresca e apropriada ao verão. Coloca vasos com flores, muda as capas das almofadas, troca a toalha de mesa por uma mais colorida, e utiliza peças com materiais naturais. Aproveita uma ida à praia para apanhares algumas conchas, pedras e areia que depois podes usar como decoração, enfeitando jarras de vidro, por exemplo.

Uma Casa Sempre Fresca

Durante as horas mais quentes, mantém as janelas e os cortinados fechados para que a casa não aqueça demasiado. Ao final da tarde ou princípio da noite, quando estiver mais fresco, abre as janelas e deixa o ar fresco refrescar a tua casa. Não te esqueças de colocar uma rede ou algum tipo de repelente de mosquitos para evitar que as melgas arruínem a tua noite de verão.

Um Espaço Exterior Convidativo

Se tens um espaço exterior (seja um terraço, um quintal, um jardim ou uma varanda), aproveita para usufruir do mesmo, neste verão. Para que este seja um tempo de verdadeiro lazer, é fundamental que o mesmo seja convidativo. Isso pode passar por uma simples limpeza, bem como pela colocação de uma mesa e umas cadeiras para te sentares a ler um bom livro ou a beber uma bebida com a tua família ou amigos. Se tiveres espaço, aproveita para tomares as tuas refeições no exterior.

Preparar a casa para o verão não tem de ser uma tarefa pesada. Com estas dicas, podes tornar a tua casa mais fresca, organizada e pronta para aproveitar ao máximo os dias quentes e ensolarados.

IRS 2024: Fisco alerta para email falso sobre reembolso do imposto

Este mail fraudulento surge numa altura em que decorre o processamento de reembolso do IRS para muitos contribuintes.

Os contribuintes que estejam a receber emailsde um remetente que se identifica como “autoridade.tributaria” sobre um suposto reembolso de imposto devem apagá-los já que se trata de mensagens fraudulentas, alertou a AT, esta quarta-feira, dia 5 de junho.

“A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) tem conhecimento de que alguns contribuintes estão a receber mensagens de correio eletrónico supostamente provenientes da AT, referentes a um eventual reembolso, nas quais é pedido que se carregue num link“, refere um alerta publicado no Portal das Finanças esta quarta-feira.

Como habitualmente nestas situações, a AT avisa que estas mensagens “são falsas” e devem ser ignoradas uma vez que o seu único objetivo é convencer os destinatários a aceder a páginas maliciosas, carregando nos links sugeridos, o que nunca deve ser feito. A AT partilha o conteúdo de um destes emails em que o ‘contribuinte’ é informado de que “tem direito a um reembolso de impostos”.

“Para facilitar o processo de reembolso, convidamos você a seguir este link que o levará ao formulário web de reembolso”, diz ainda a mensagem falsa – com o link a remeter para um ‘formulário de reembolso’.

Este email fraudulento surge numa altura em que decorre o processamento de reembolso do IRS para muitos contribuintes, devendo ser de imediato apagado.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

O que considerar ao renovar o sótão (e quanto custará)

Neste artigo, encontrarás respostas a algumas das questões básicas que deves considerar quando renovares o teu sótão.

Renovar o sótão significa acrescentar metros quadrados à casa e, por conseguinte, aumentar o seu valor. É essencial planear claramente o que é necessário. Ajudamos-te a fazê-lo com êxito.

O que é essencial para renovar um sótão?

Para transformar um sótão num espaço habitável, é essencial prestar atenção ao telhado. Isola-o bem (melhor do lado de fora) porque cerca de 25% da energia de uma casa mal isolada escapa pelo telhado. Para além disso, é essencial permitir a entrada de luz natural (normalmente com uma janela no telhado, como veremos abaixo). Se o sótão já tiver uma escada e altura suficiente, a renovação será bastante fácil e aumentará o valor da tua casa. Caso contrário, para uma deslocação razoável, a altura mínima deve ser de, pelo menos, um metro e meio, embora se recomende que 25% da superfície tenha, pelo menos, 2,20 metros de altura.

Por último, é importante distribuir bem o espaço. O senso comum diz que as zonas mais baixas devem ser reservadas para arrumação, libertando o centro para um bom sofá e uma mesa de café grande. Encontrar mobiliário adequado, ou mandá-lo fazer à medida, é altamente recomendável e o resultado será um espaço mais ordenado e prático.

casas de arquiteto

Créditos: Pexels

Como é que se consegue mais luz num sótão?

Esta é uma pergunta comum e a resposta é clara. As janelas de sótão são as que proporcionam mais luz natural. Existem janelas pivotantes (a janela de sótão clássica pode custar cerca de 600 euros já instalada), que são facilmente acessíveis e permitem essencialmente ventilar a divisão. Existem também modelos salientes que se abrem completamente para o exterior, com abertura manual ou elétrica. Marcas como a Velux têm soluções relativamente inovadoras, como as janelas que se transformam em varandas – a janela superior abre 45º para o exterior – e trazem muita luz natural para o sotão. Há também soluções decorativas que podem trazer uma maior sensação de luz a um espaço. É comum as casas rústicas terem um sótão com vigas de madeira. Se for esse o caso, pinta-as de branco e faz o mesmo com o revestimento e o pavimento.

decorar casa

Créditos: Pexels

É realmente uma boa ideia ter um quarto no sótão?

Pode não ser a melhor opção, mas é claro que pode ser feito. No entanto, há duas questões principais a ter em conta: a altura e o isolamento. Quer tenhas decidido que queres um quarto extra, quer prefiras uma sala de estar para ver televisão e jogar com a consola de videojogos ou uma área de trabalho, deves ter pelo menos 2,20 metros de altura. Se o tiveres, perfeito. Se não tiveres, tens de elevar o piso, mas isso será bastante dispendioso e só o deves fazer se achares que vale mesmo a pena e que vais valorizar a tua casa.

Como decorar e mobilar um sótão?

Eis algumas dicas gerais. A melhor coisa a fazer em áreas onde a altura útil não permite uma utilização regular é conceber roupeiros feitos à medida, colocar gavetas para guardar malas ou brinquedos, ou instalar um armário baixo para a televisão ou algumas prateleiras como estante de livros. Também podes instalar um pequeno escritório ou uma área de estudo junto à janela. Em geral, evita a compartimentação para que a luz natural inunde toda a divisão. Quanto aos acabamentos, utiliza materiais naturais. No chão, por exemplo, utiliza um laminado (AC3) ou um material como a cortiça, que é muito isolante e quente.

reformar casas

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Quanto custa aproximadamente renovar o sótão?

O mais comum, que é basicamente mais um trabalho de remodelação e consiste em instalar pavimento e isolamento, remover algumas paredes divisórias, renovar os acabamentos e instalar uma janela de sótão, pode custar a partir de 275€/m2. Por outras palavras, para equipar um sótão com cerca de 50 metros quadrados, deves ter um orçamento de, pelo menos, 13.000 euros. Se quiseres instalar uma casa de banho no sótão, o orçamento aumentará substancialmente porque, entre outras coisas, terá de ser feita a instalação.

Home Staging: preparar a casa para vendê-la mais rápido

Home Staging é a solução para venderes ou arrendares o teu imóvel de forma rápida e eficiente.

Home staging é uma prática à qual já ninguém fica indiferente. As constantes mudanças no setor imobiliário e na compra e venda de imóveis pedem-nos que acompanhemos a sua evolução e mesmo técnicas de marketing dos anos 70, como é o caso do home staging, fazem a diferença quando é hora de arregaçar as mangas e vender um imóvel

Home staging: o que é e para que serve? 

Home staging significa, literalmente, em português, “encenar, preparar ou decorar a casa”. É um termo conhecido entre os peritos de marketing quando se quer realçar os pontos altos de um imóvel antes da sua venda. É uma técnica que ajuda à rápida venda de imóveis e que se foca na sua apresentação e decoração geral. 

Foi criada nos Estados Unidos na década de 70 e tem vindo, desde então, a ser difundida por todo o mundo. A prática de home staging anda de mãos dadas com o design de interiores e com conhecimentos no mercado imobiliário.

Tornamos o imóvel mais atrativo e enaltecemos o melhor que tem para oferecer através da reorganização da mobília, adição de elementos decorativos, melhoramento dos espaços e aprimoramento da iluminação.

homestaging

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Como aplicar o home staging?

O home staging pode ser realizado por ti, como proprietário do imóvel, ou por especialistas da área de design de interiores. Mostrar as melhores características da propriedade enquanto se cria uma atmosfera convidativa e atraente requer alguns cuidados e envolver diversas técnicas neste processo de embelezamento e apresentação geral. 

Se quiseres experimentar aplicar o homestaging sem contratar profissionais, eis o que tens de fazer:

  • Organiza e despersonaliza

Desordem é algo que não pode haver em tua casa. Os objetos pessoais e bugigangas têm de desaparecer para que não tirem a atenção quando um possível comprador for visitar o espaço. O objetivo é eles concentrarem-se nas características da casa e não se perderem nos teus objetos pessoais espalhados pelas divisões.

  • Limpa, limpa, limpa

A limpeza profunda da casa, de uma ponta à outra, é essencial e imprescindível. Chão, janelas, paredes, azulejos, bancadas, portas – todos os cantos quegeralmente te esqueces de limpar – têm de ser incluídos nesta sessão de limpeza. Um ambiente limpo e fresco desperta uma opinião positiva sobre o imóvel e sobre ti.

  • Presta atenção ao exterior

O exterior do imóvel é a primeira coisa que os potenciais compradores vão ver. Se tiveres jardim, aprimora o aspeto visual, corta a relva, poda as rosas, varre as folhas caídas. Se não tiveres jardim, toma atenção à entrada da casa e certifica-te que está bem conservada, limpa e convidativa. Pondera a possibilidade de teres alguns vasos com plantas ou flores para ter impacto de boas-vindas. 

Organizar o espaço exterior

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  • Aposta nas cores neutras

Escolhecores neutras para pintar as paredes: a possibilidade de agradares a um leque maior de compradores aumenta e podes conjugar mais facilmente com as cores da mobília e dos objetos decorativos. Para além disso, a utilização de cores neutras nas paredes trazem um estado de paz e calma e dão-nos a sensação de que as divisões são maiores e mais luminosas.

  • Confere a disposição dos móveis

A mobília tem de ser estrategicamente disposta de forma a maximizar o espaço e a fluidez do imóvel. Evita ter mobília demasiado grande ou em excesso porque te vai tirar espaço à divisão e trazer a sensação de ser um espaço apertado.

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  • O poder da luz natural

A luz natural tem de chegar à maior superfície possível do teu imóvel. Portanto, estores abertos, cortinas recolhidas e deixa o sol entrar. Os espaços com luz natural e bastante iluminação chamam mais atenção, tornam as divisões mais espaçosas e despertam uma sensação espontânea de alegria e bem-estar.

  • Aposta na simplicidade

Por vezes algo simples funciona melhor do que algo complexo. No caso da decoração do teu imóvel, aposta em objetos decorativos estrategicamente colocados, minimalistas, como obras de arte, espelhos, simples objetos ou plantas mas evita sobrecarregar o espaço. Mantém as divisões limpas de demasiados acessórios e lembra-te: na decoração, menos é mais.

  • Realça o espaço

Transforma a tua casa num espaço versátil e convidativo. Concentra-te nas divisões principais e tenta tirar o melhor proveito delas, usando o espaço de forma inteligente e criativa.

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  • Atenção aos pormenores

Os possíveis compradores têm olhos de falcão e vêm tudo. Os pequenos pormenores fazem uma grande diferença e é importante estares atento e não deixar escapar nada durante o teu processo de home staging como detalhes que precisam de ser reparados, acessórios desatualizados ou possíveis obras.

Homestaging: prós e contras

O home staging pode oferecer várias vantagens na venda de um imóvel, mas também tem alguns inconvenientes que merecem ser levados em consideração. Vamos explorá-los:

Vantagens

1. Maior encanto e atratividade

Quando uma casa tem a sorte de ser alvo de homestaging, o seu magnetismo e carisma crescem exponencialmente, levando assim a uma maior atratividade. O imóvel irá atrair mais potenciais interessados em comprar e arrendar visto que foi criada atmosfera visualmente apelativa e convidativa.

2. Rapidez da venda ou do arrendamento

A preparação, reorganização e decoração da casa (homestaging) pode ajudar a acelerar o processo de venda ou arrendamento visto que o imóvel se tornará muito mais bonito, apelativo e memorável. Prepara-te para uma venda rápida como um piscar de olhos!

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3. Maior valor do imóvel

Se o teu imóvel está a brilhar como novo e com uma decoração incrível, logicamente que pode ser considerado mais valioso. Terás a oportunidade de vender ou arrendar a tua casa a preços mais elevados e sair a ganhar.

A esse respeito, você pode contar com o avaliador imobiliário para obter uma primeira estimativa rápida e gratuita do valor da sua casa.

4. Mais vantagem na concorrência

Sabemos como o setor imobiliário é bastante competitivo e é importante encontrarmos soluções para nos destacarmos da concorrênciae gerar mais interesse a possíveis compradores. O homestaging pode ajudar uma propriedade a ganhar vantagem e a gerar mais valia em comparações com outros imóveis que não passaram pelo mesmo processo de decoração.

5. Realçar o potencial da propriedade

O homestaging oferece a possibilidade de demonstrar as melhores características de uma casa de forma inteligente e prática, criando um ambiente acolhedor e ajudando os compradores a imaginarem como podem utilizar o espaço ou viver nele.

Desvantagens

1. Custo

Tudo tem um preço, e os serviços profissionais de homestaging não são exceção! Pode ser dispendioso adquirir mobiliário, a nova decoração e reorganização e o trabalho dos especialistas de homestaging.

2. Inconveniência a vários níveis

Digamos que é inconveniente a preparação de um imóvel através de um processo de homestaging. Demora tempo, perturba o nosso dia-a-dia, a casa fica do avesso, tudo é reorganizado e fora do lugar habitual e passamos por um processo de adaptação que pode não ser fácil.

3. O estilo pode não bater certo

Pode ser um tiro no escuro acertar no nosso gosto individual com as escolhas de decoração feitas por um profissional de homestaging. Elas podem não estar necessariamente alinhadas com o teu gosto ou estilo pessoal e isso poderá causar um certo transtorno. É importante chegar a um concenso e encontrar um equilíbrio entre as tuas preferências e gostos e, ao mesmo tempo, apelar a um vasto leque de compradores do teu imóvel.

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4. Manutenção constante

Se desejas investir em homestaging, o teu imóvel precisará de uma manutenção constante e adicional em comparação com a que estás habituado. A casa precisa de ser mantida sempre impecavelmente perfeita, com condições exemplares para ser mostrada ao público a qualquer hora, a qualquer momento.

5. Redução de espaço

Se a tua casa está em processo de homestaging, o teu“espaço de manobra” é reduzido. A capacidade de utilizares certos espaços do imóvel pode ser limitada até que seja vendido ou arrendado, o que pode dificultar a tua rotina diária.

Pondera os prós e contras antes de tomares uma decisão. Pondera todas as circunstâncias, confere o teu orçamento, informa-te sobre o mercado imobiliário e considera pedir feedback a pessoas que tenham passado pela experiência de home staging

APOIO ARRENDAMENTO – Porta 65 e Porta 65+ têm novas regras

Os apoios ao arrendamento Porta 65 e Porta 65+ têm novas regras e agora mais pessoas podem ter acesso a este apoio.

Numa altura em que as rendas dispararam e torna-se quase impossível encontrar casa a um preço razoável o Porta 65 pode ser uma ajuda sobretudo para jovens que querem ter a sua própria casa e independência.

Porta 65 jovem

  • O Porta 65-Jovem é um programa de incentivo ao arrendamento por jovens.
  • Pode candidatar-se qualquer jovem entre os 18 e os 35 anos, que tenham rendimentos próprios e um contrato de arrendamento registado nas Finanças.
  • O apoio consiste no pagamento de uma parte da renda da casa. A renda não pode ultrapassar o valor máximo admitido na zona onde se localiza a habitação para a tipologia adequada ao agregado e a taxa de esforço não pode ultrapassar os 60%. (ex.: se ganha 1.000 euros, a renda não pode ultrapassar os 600 euros).
  • O apoio pode durar no máximo 5 anos.
  • O valor médio do apoio ronda os 260 euros, o que quer dizer que estamos a falar de um apoio que pode ser superior a mais de três mil euros por ano.

Porta 65 +

  • Este apoio é atribuído independentemente da idade dos candidatos, a:
  • Agregados com quebra de rendimentos superior a 20 % face aos rendimentos dos três meses precedentes ou do mesmo período homólogo do ano anterior;
  •  Agregados monoparentais.
  • O apoio vai dos 50 aos 200 euros por mês, o que, feitas as contas, pode ir até um máximo de 2.400 euros por ano.
  • Os beneficiários do apoio devem ter residência permanente na habitação arrendada, ser titulares de contrato de arrendamento e não ser proprietários ou arrendatários para fins habitacionais de outro imóvel habitacional durante todo o período em que recebem o apoio financeiro, devendo comunicar ao IHRU, I. P., qualquer alteração.

Saiba como candidatar-se através do portal da habitação

https://www.portaldahabitacao.pt/web/guest/porta-65-jovem.

 – https://www.portaldahabitacao.pt/porta-65mais