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Indicador de confiança no imobiliário e construção sobe em outubro

O indicador de confiança aumentou na Promoção Imobiliária e Construção de Edifícios. Mas caiu nas divisões de Engenharia Civil e de Atividades Especializadas de Construção.

O indicador de confiança da Construção e Obras Públicas “aumentou ligeiramente” em outubro, após ter diminuído de “forma ténue” em setembro, informa o INE. 

“Esta evolução refletiu o contributo positivo das apreciações sobre a carteira de encomendas, uma vez que o saldo das perspetivas de emprego diminuiu”, explica o instituto de estatística. 

De acordo com os dados hoje divulgados, o indicador de confiança aumentou na divisão de Promoção Imobiliária e Construção de Edifícios, tendo diminuído nas divisões de Engenharia Civil e de Atividades Especializadas de Construção.

Em suma, o saldo das opiniões sobre a apreciação da atividade diminuiu em outubro, depois de ter aumentado nos dois meses anteriores, tendo atingido em setembro o valor mais elevado desde janeiro de 2020.

Recorde-se que o indicador de confiança dos consumidores diminuiu em outubro, mas o de clima económico aumentou no mesmo mês, o que significa que registaram um comportamento misto, de acordo com o INE.

Retirado de Noticias ao Minuto – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Halloween: ideias terroríficas para decorar a casa sem gastar muito

Criar atmosferas assustadoras para comemorar o feriado mais aterrador (e divertido) do ano é fácil. Truques simples para os fãs do Dia das Bruxas.

Halloween está a chegar e é hora de pensar em como criar uma atmosfera assustadora para comemorar o feriado mais aterrador (e divertido) do ano. E transformar o lar numa verdadeira casa de terror é mais fácil do que imaginas. Se já tiveres algo em mente, mas ainda precisares de ideias, fica atento a este artigo.

Uma entrada de outro mundo

No Halloween nada como criar suspense antes mesmo dos convidados entrarem em casa. O mais clássico é decorar as janelas e a porta da frente com algumas teias de aranha ou com alguns pequenos fantasmas de tecido, é muito simples.

Decorar a entrada da casa para o Halloween
Habitissimo
Decoração Dia das Bruxas
Habitissimo

Mas, se quiseres causar um impacto, concentra-te no corredor. Em primeiro lugar, desliga as luzes. A iluminação perfeita serão lanternas forradas com tecidos laranja transparentes no chão. Acompanha-os com algumas abóboras em forma de fantasmas ou caveiras com velas no centro da mesa. Acrescenta algumas teias de aranha aqui e ali, alguma aranha no chão ou nas paredes, morcegos pendurados no teto, e o efeito será o de uma passagem de terror.

O cenário perfeito para a festa em casa

Após a sugestão de atravessar aquele corredor fantasmagórico, chega o ponto alto: a sala de estar. Vale a pena despender um pouco de esforço para que o efeito seja impressionante. E não é difícil consegui-lo.

Teias de aranha para decorar no Halloween
Habitissimo
Iluminação de  Halloween
Habitissimo

Teias de aranha, crânios e abóboras são, obviamente, itens indispensáveis. Mas se o que realmente queres é criar um ambiente de arrepiar, redecora a sala. Como? Aqui estão algumas ideias:

  • Substitui os acessórios decorativos por pequenos esqueletos, múmias ou mãos de plástico ensanguentadas;
  • Troca o centro de mesa por uma feita de dedos decepados e olhos ensanguentados. Isto é, pedaços de linguiça/salsicha com tomate e bolas de isopor pintadas;
  • Coloca flores pretas nos vasos e decora-os com uma aranha;
  • Mistura água com algumas gotas de tinta amarela e enche potes de vidro com elas. Coloca insetos ou cobras de plástico dentro e coloca-os na frente de uma luz. Eles criarão um efeito assustador incrível;
  • Espalha migalhas de pão duro no chão, cada passo que teus convidados derem será acompanhado por uma crocância;
  • Cobre os candeeiros com tecidos pretos, roxos ou amarelados.
  • Decora a mesa para a ocasião: toalha preta, guardanapos em forma de fantasma e velas de caveira, e esconde um inseto (falso, claro) sob um talheres ou ao lado do pão.
Acessórios de decoração Halloween
Habitissimo
Decoração assustadora Dia das Bruxas
Habitissimo

Cenário assustador na casa de banho

Se quiseres que a tua casa seja um cenário assustador e não te importares de limpar um pouco mais depois, a casa de banho é perfeita para recriares um ‘set’ a ao estilo de um verdadeiro filme de terror.

Borrifa tinta vermelha nas paredes do chuveiro ou banheira (certifica-te de que pode ser bem removida) e mancha uma toalha com ela. Também podes colocar algumas gotas na banheira ou duche, ou espalhar no chão ou no lavatório.

Halloween para os mais pequenos

Se houver crianças muito pequenas em casa, essa decoração assustadora pode ser demais para elas. Mas podes sempre fazer uma versão “adaptada”. O melhor é passar uma tarde com eles a fazer trabalhos manuais: recortando morcegos de papel, desenhando as famosas “doçuras ou travessuras”, confeccionando fantasmas de tecido ou pintando abóboras. Eles vão divertir-se.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Reabilitação urbana: atividade acelerou 11% em setembro

reabilitação urbana está ao rubro em Portugal. Em setembro de 2021, o nível de atividade das empresas cresceu 11% em termos homólogos, acelerando, assim, a trajetória de crescimento da atividade das empresas na área de reabilitação urbana, apontam os dados da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).

Os dados reunidos pela AICCOPN através do inquérito mensal dirigido ao mercado da reabilitação urbana, mostra que a atividade empresarial acelerou face a agosto de 2021, já que nesse mês a subida homóloga registada foi de 5,6%. Esta trajétoria de crescimento tem vindo a ser registada desde meados de maio de 2021. 

Quando à carteira de encomendas, o índice da AICCOPN – que mede a opinião dos empresários relativamente ao volume de obras em carteira-, aponta para um aumento de 7,8%, um valor, contudo, inferior ao registado no mês de agosto (8,3%).

No que diz respeito à produção contratada, isto é, o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, observa-se um crescimento para 9,7 meses, “acompanhando a evolução positiva dos índices relativos ao nível de atividade e carteira de encomendas“, refere a associação na mesma publicação.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Portugal tem o aqueduto com mais arcos do mundo

Aqueduto das Águas Livres é que tem o arco em pedra mais alto do mundo. Aqueduto de Vila do Conde tem 999 arcos e aquele que vai de Alcanena a Lisboa tem 114 quilómetros de extensão.

Lisboa é o distrito com mais aquedutos em Portugal, país que, no que toca a este património cultural da água, se destaca por ter o aqueduto com mais arcos ou a mais alta nora do mundo.

Em Portugal há pelo menos 42 aquedutos, dos quais 15 construídos para abastecimento público de água e 26 para abastecimento privado, “embora em alguns momentos do seu trajeto tivesse de respeitar que houvesse concessão para chafarizes públicos”, disse à agência Lusa Pedro Inácio, autor da obra “Património Cultural da Água – Roteiro de Aquedutos”.

O livro, editado pela Câmara de Mafra, com a parceria da Comissão Nacional da UNESCO e do Museu da Água, foi esta quinta-feira apresentado no Folio – Festival Literário Internacional de Óbidos, numa sessão em que o autor partilhou curiosidades que marcam o roteiro pelos 42 aquedutos.

Lisboa, com 12 exemplares destas construções destinadas ao transporte e distribuição de água é o distrito do país com mais aquedutos, mas, segundo Pedro Inácio, “o aqueduto dos Arcos, em Setúbal, é aquele que os estudos apontam como tendo sido o primeiro a ser construído em Portugal“, estimando-se que tenha entrado em funcionamento no ano 1.500.

Do levantamento que dá corpo à obra, o autor aponta “várias curiosidades” destacando, por exemplo, o aqueduto de Vila do Conde, como aquele com “maior número de arcos do mundo”, apresentando 999 ao longo da sua extensão, que termina no Mosteiro de Santa Clara.

“Praticamente é o aqueduto que se projetava, na sua totalidade, só e apenas em arcos”, terminando no Mosteiro de Santa Clara, também em Vila do Conde, ao qual “há quem chame simbolicamente o arco mil”, disse o também conservador do Museu da Água.

or sua vez o maior aqueduto gravítico de Portugal é o do Alviela, com 114 quilómetros de extensão, construído em 1880 para reforçar o abastecimento de água à cidade de Lisboa, trazendo-a desde Alcanena e “tendo como única força motriz a gravidade”, explicou o autor.

Já o aqueduto das Águas Livres, em Lisboa, destaca-se por ter o mais alto arco do mundo, construído em pedra, com “65 metros de altura, contados desde a antiga ribeira de Alcântara até ao passeio onde se pode atravessar o aqueduto, desde Campolide até ao parque florestal de Monsanto”, precisou.

No Alentejo o autor destaca, em Elvas, o aqueduto com “quatro níveis de arcos, com maior extensão a nível mundial”, perfazendo 1.113 metros. E, em Serpa, o aqueduto tem “a maior nora para abastecimento de água da Península Ibérica, com 20 metros de altura”.

No território que conta com quatro aquedutos classificados como património da organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) – Tomar, Évora, Elvas e Mafra -, há ainda a registar o caso do aqueduto de Santa Clara, em Coimbra, construído com o propósito de abastecer o Mosteiro de Santa Clara, mas que, “devido a erros de cálculo nunca chegou a funcionar” e, depois de nunca ter conseguido levar a água ao seu destino, acabou por ser “parcialmente derrubado” quando da construção do itinerário complementar local (IC2).

A par com o mais completo roteiro de aquedutos já publicado em Portugal, o livro integra ainda um capítulo dedicado ao Jardim do Cerco, em Mafra, onde o rei João V, o Magnânimo, mandou plantar toda a espécie de árvores e plantas vindas de todo o mundo.

A obra pode ser adquirida nas bibliotecas municipais, pelo valor de 20 euros, estando ainda prevista uma edição bilingue.

O Folio – Festival Literário Internacional de Óbidos, decorre na vila até domingo, marcado por mais de 160 iniciativas em que participam 175 autores.

O programa inclui dezasseis mesas de autor, nove concertos, 10 exposições, quatro workshops de banda desenhada, entre outras iniciativas.

Retirado do Observador – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Remodelar a casa com pladur: para que serve e quais as vantagens?

Um material perfeito para quem quer dar um novo visual à casa de forma rápida e económica. Mas é preciso ter em conta a divisão e o resultado que pretendes alcançar.

O pladur é um material que permite forrar tetos e paredes, fazer divisões e até construir mobiliário à medida. Está a ganhar popularidade, sobretudo entre quem está à procura de uma remodelação simples, rápida e económica. Graças a este material, dar à casa um novo visual é mais fácil do que imaginas.

Antes de mais, o que é o pladur? Trata-se de painéis de gesso cartonado de diferentes tipos e características. Desde o básico para revestimento de paredes interiores, a outros especialmente concebidos para áreas húmidas, ou com necessidade de melhor isolamento térmico ou acústico. Segundo a Habitissimo, existem também os extrafortes, para áreas com muito tráfego ou que requerem dureza considerável (por exemplo, em escolas, ginásios ou lojas).

É por isso é importante que, antes de decidir sobre um modelo ou outro, tenhas em conta a divisão em que pretendes colocá-lo, e o resultado que pretendes alcançar. Este tipo de obra seca permite criar todo o tipo de estruturas de uma forma muito simples.

Criar divisórias com pladur

O pladur permite criar várias divisórias. “Se a fachada e os telhados estiverem acabados, e a carpintaria exterior (portas e janelas) estiver no lugar, podes começar a dividir os quartos com placas de gesso cartonado. Podes utilizá-lo para construir paredes clássicas de gesso (do chão ao teto), ou paredes de meia altura que marcam as bordas sem obstruir a ventilação ou a luz”, explicam os especialistas da platataforma.

Este material também pode ser aproveitado para emoldurar uma porta ou janela de ferro e vidro, ou reforçar paredes onde planeias pendurar objetos pesados.

Photo by Max Vakhtbovych from Pexels
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Melhorar o isolamento térmico com pladur

Quando o objetivo é melhorar o isolamento térmico ou acústico de uma sala, as paredes são revestidas com placas de gesso cartonado. Esta técnica é amplamente utilizada em paredes convencionais voltadas para o exterior para melhorar o consumo de energia. Uma solução simples e limpa, perfeita para casas antigas, ou obras que não eram feitas em boas condições na altura, segundo escreve a Habitissimo. “Se tivermos garantido a ausência de fugas e humidade, trocando as janelas e forrando as paredes com placas de gesso cartonado, estamos a alcançar o conforto que todos procuramos”, acrescenta.

Pladur para construir móveis

Quando o espaço é escasso, ou simplesmente queremos aproveitar ao máximo o espaço disponível, uma peça de mobiliário feita à medida é sempre uma boa opção (mas não a mais barata). No entanto, com o gesso cartonado, as coisas mudam – e o preço também. Cabeceiras (com a sua luz integrada e nichos abertos para guardar as suas coisas), estantes de chão ao teto, móveis sob as escadas, cómodas, roupeiros, armários, painéis de madeira… até mesmo o cenário ideal para aquela lareira com que tens sonhado. As possibilidades das placas de gesso cartonado são praticamente infinitas.

Photo by Curtis Adams from Pexels
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Pladur para “esconder” coisas

Se começares do zero, podes usar a placa de gesso para adicionar luzes LED, tomadas, saídas de água, drenos, radiadores ou mesmo toda a instalação do sistema de ar condicionado ou aquecimento. “O gesso cartonado tem a capacidade de se adaptar a qualquer buraco, chão ou superfície (incluindo os curvos), por isso é importante planear com antecedência tudo o que estará escondido por baixo dele. Posteriormente, haverá tempo para torná-lo belo no exterior”, explica.

Pladur pode ser pintado ou forrado

Sim, o pladur pode ser pintado, ladrilhado ou forrado com papel de parede da mesma forma que uma parede convencional.

“Quando o painel é instalado, podes escolher se o queres pintar simplesmente (com uma primeira camada de primário e a tinta da tua escolha), ou revesti-lo com azulejos, papel de parede, ou mesmo estuque, tijolos ou pedra de fachada”, diz a plataforma. Lembra-te que quando pendurares quadros ou móveis necessitarás de berbequins especiais, bem como outros materiais especificamente concebidos para paredes de gesso cartonado.

Photo by Israa Hilles on Unsplash
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Isenção de IMI passa a considerar o rendimento bruto em vez do coletável

Esta alteração vai reduzir a abrangência da isenção do IMI uma vez que o valor limite de rendimento em causa mantém-se nos 153.300 euros. 

A isenção temporária de IMI para habitação própria e permanente vai passar a ter em conta o rendimento bruto da família em vez do rendimento coletável, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022).

Esta alteração vai, na prática, reduzir a abrangência da isenção do IMI uma vez que o valor limite de rendimento em causa mantém-se nos 153.300 euros, mas ao considerar o bruto algumas famílias deixarão de ter direito a esta isenção.

Entre as várias isenções em sede de IMI inclui-se a que é atribuída, por um período de três anos, a casas destinadas a habitação própria e permanente do proprietário ou do seu agregado familiar. Atualmente, para beneficiar desta isenção é necessário que a família em causa tenha tido um rendimento coletável, para efeitos de IRS, no ano anterior ao pedido da isenção, não superior a 153.300 euros.

Já na proposta de lei do OE2022, prevê-se que “ficam isentos de imposto municipal sobre imóveis […] os prédios ou parte de prédios urbanos habitacionais construídos, ampliados, melhorados ou adquiridos a título oneroso, destinados à habitação própria e permanente do sujeito passivo ou do seu agregado familiar, cujo rendimento bruto total do agregado familiar, no ano anterior, não seja superior a 153.300 euros”.

Proposta no OE2022 deixa de ter em conta deduções específicas

A redação proposta no OE2022 deixa, assim, de ter em conta as deduções específicas que abatem ao rendimento bruto para que seja determinado o rendimento coletável em sede de IRS. Em causa estão deduções específicas de 4.104 euros por contribuinte – ou o dobro tratando-se de casal – ou o valor das contribuições para a Segurança Social ou outro regime de proteção social, se superior.

Tendo por limite o rendimento coletável, e à luz das regras ainda em vigor, uma família cujo rendimento bruto anual ronde os 170 mil euros ainda tem direito a beneficiar da isenção de IMI por três anos, mas deixará de ser abrangida com o limite proposto no OE2022.

Refira-se que para beneficiar da isenção temporária de três anos do IMI é ainda necessário que o valor patrimónios do imóvel (VPT) em causa não supere os 125 mil euros. De acordo com a proposta do OE2022, a isenção do IMI passa a ser de atribuição automática nas situações de aquisição onerosa.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Limpar os vidros e espelhos lá de casa? 5 truques infalíveis

Limão e vinagre podem ser ótimos aliados na hora de limpar as janelas e os espelhos.

Ter uma casa com as janelas e os espelhos sempre limpos e brilhantes é o desejo de qualquer pessoa. Mas para isso é preciso arregaçar as mangas e pôr mãos à obra. E há vários produtos caseiros e técnicas que te podem ajudar neste processo. Sabes quais são?

Encontramos no supermercado vários produtos para limpar os vidros da casa, é certo. Mas há alternativas bem mais baratas e caseiras que funcionam na perfeição. Reuniu-se algumas e desvenda cinco truques eficazes para limpar as janelas e os espelhos de tua casa.

Limpar vidros de cima para baixo

Na hora de limpar os vidros, é importante manter a direção concreta: de cima para baixo. Isto porque desta forma toda a sujidade fica acumulada na parte inferior dos vidros e podes removê-la com mais facilidade. É recomendado o uso de um pano de algodão ou um jornal velho para retirar os restos do produto usado. E nota que também é importante lavar tanto a área exterior dos vidros como a zona interior.

Limpar janelas e espelhos em casa
Imagem de Simon Kadula por Pixabay

Vinagre na água: um truque para limpar vidros

Este é um truque caseiro bastante simples, eficaz e económico. O que tens de fazer? Na hora de limpar os vidros mistura 5 doses te vinagre branco com uma dose de água e, depois, espalha a solução pelo vidro. É infalível, porque o vinagre consegue remover qualquer resto de sujidade, por mais seca que esteja. Atenção: usa um pano que são solte fio para retirar bem o produto.

Limpar janelas e espelhos em casa
Foto de Karolina Grabowska no Pexels

Cebola ou batata para limpar janelas e espelhos

Há outro método de limpeza que não falha: usar cebola ou batata na limpeza das janelas ou espelhos dispostos pela casa. Como? Primeiro, há que cortar pela metade a cebola ou a batata. Segundo, esfrega o vidro com a parte húmida da batata ou da cebola e, em seguida, utiliza um vaporizador com água e vinagre. Em terceiro lugar, deixa o preparado atuar cerca de 10 minutos e a sujidade deverá começar a sair. Por último, limpa os restos de sujidade com um pano.

Limpar janelas e espelhos em casa
Foto de Nataliya Vaitkevich no Pexels

Limão: a magia natural para limpar os vidros de casa

O limão é incrível para eliminar qualquer resto de gordura e sujidade que possamos ter nas janelas de qualquer parte da casa. O que temos que fazer é simples: primeiro, há que extrair o sumo do limão para um recipiente. A seguir, mistura o sumo com água morna e vinagre branco. Depois, com a ajuda de um pulverizador, aplica a mistura sobre os vidros. Pouco a pouco, os resíduos vão amolecendo e caindo pelo vidro. Agora, só resta retirar os restos com a ajuda de um pano macio ou jornal velho.

Limpar janelas e espelhos em casa
Foto de Karolina Grabowska no Pexels

Espelhos: como retirar as manchas mais difíceis?

Os espelhos da casa de banho costumam ficar sujos, devido ao uso diário. A humidade e resíduos de pasta de dentes e de maquilhagem vão ficando pelos espelhos. As manchas mais fáceis de limpar saem facilmente com uma solução de vinagre branco com água ou esfregando suavemente com algodão humedecido em álcool. Já a sujidade mais resistente pode ainda ser removida com algumas gotas de amoníaco. Mas, note-se, que por último recomenda-se o uso de uma solução de vinagre e água para limpar toda a superfície do espelho.

Limpar janelas e espelhos em casa
Foto de Karolina Grabowska no Pexels

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Valor do IMI vai refletir segunda avaliação da casa por distorção de valor de mercado

A medida consta da proposta do OE2022 e vai permitir o mesmo tratamento que já hoje é conferido em sede de IRS, IRC ou IMT.

O resultado dos pedidos de uma segunda avaliação do valor patrimonial tributário (VPT) das casas justificado pelo facto de estar distorcido face ao valor de mercado vai passar a ser refletido no IMI a pagar pelo proprietário. A medida consta da proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) e vai permitir que, ao contrário do que atualmente sucede, o resultado de uma segunda avaliação de um imóvel dê ao IMI o mesmo tratamento que já hoje é conferido em sede de IRS, IRC ou IMT.

Código do IMI prevê que, caso o contribuinte, a autarquia ou o chefe de finanças não concordem com o resultado da avaliação direta de prédios urbanos possam requerer ou promover, respetivamente, uma segunda avaliação, tendo um prazo de 30 dias para o fazer a partir a data em que o contribuinte é notificado.

Esta segunda avaliação pode ser pedida, entre outros motivos, quando existe distorção entre o valor patrimonial tributário (VPT) do imóvel (sobre o qual é aplicado o IMI) e o valor normal e mercado.

Nestas situações, a segunda avaliação é efetuada por uma comissão que fixa um novo VPT. Porém, e à luz das regras legais em vigor, o resultado desta segunda avaliação feita com base na distorção os valores de mercado apenas é tido em conta para efeitos de IRS, IRC ou IMT, mas não o IMI.

Valor do IMI a pagar pelos proprietários vai baixar com segunda avaliação

No entanto, e como salientou à Lusa Ricardo Reis, da consultora Deloitte, a proposta do OE2022 vem alargar ao IMI o resultado desta nova avaliação.

Desta forma, precisa o fiscalista, o Imposto Municipal sobre os Imóveis passa também a ser calculado com base no VPT fixado no âmbito desta segunda avaliação, o que acabará por resultar numa descida do imposto a pagar anualmente pelo proprietário.

O Governo entregou no dia 11 à noite, na Assembleia da República, a proposta de OE2022, que prevê que a economia portuguesa cresça 4,8% em 2021 e 5,5% em 2022.

O primeiro processo de debate parlamentar do OE2022 decorre entre 22 e 27 de outubro, dia em que será feita a votação, na generalidade. A votação final global está agendada para 25 de novembro, na Assembleia da República, em Lisboa.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas imobiliárias

Redução de IMI: declaração de rendas com novas datas

Prazo para senhorios com rendas antigas será entre 01 de janeiro e 15 de fevereiro. Alteração consta da proposta do OE2022.

O prazo para os senhorios com rendas antigas entregarem a declaração anual que lhes permite reduzir o IMI vai ser fixado entre 01 de janeiro e 15 de fevereiro. A alteração consta da proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) que o Governo entregou no Parlamento.

“Os proprietários, usufrutuários ou superficiários de prédios urbanos arrendados por contratos de arrendamento celebrados nos termos dos números anteriores devem apresentar, anualmente, no período compreendido entre 01 de janeiro e 15 de fevereiro do ano seguinte, a participação de rendas”, lê-se na proposta orçamental que remete para uma portaria a publicar pelo Ministério das Finanças o modelo e procedimentos da referida declaração de rendas.

Outras mudanças na participação anual de rendas para efeitos de IMI

Além do novo prazo – que na lei ainda em vigor está estipulado entre 01 de novembro e 15 de dezembro –, a proposta de OE2022 no âmbito das rendas antigas revoga os números do artigo do Código do IMI que determinavam que a participação anual de rendas deve ser acompanhada de participação eletrónica do contrato de arrendamento e de cópia do recibo de renda ou canhoto desse recibo relativos aos doze meses anteriores à data da apresentação da participação, ou ainda por mapas mensais de cobrança de rendas nos mesmos meses.

Rendas antigas
Foto de Giallo en Pexels

Em causa está um regime especial criado em 2012, na sequência do processo de avaliação geral dos imóveis que determina que “o VPT [valor patrimonial tributário] dos prédios com rendas antigas, para efeitos exclusivamente de IMI, não pode exceder o valor que resultar da capitalização da renda anual pela aplicação do fator 15”.

O objetivo da medida foi evitar que o valor do IMI pago pelo senhorio pudesse ser superior ao valor que recebe em rendas. Para tal determina-se que o valor do imposto não é calculado com base no VPT real, como acontece na generalidade das situações, mas com base num VPT apurado multiplicando por 15 o valor anual das rendas.

Desta forma, um imóvel com um VPT de 100 mil euros e uma renda mensal de 150 euros (que corresponde 1.800 euros por ano) terá o IMI calculado sobre 27 mil euros (1.800 euros multiplicados por 15) e não sobre 100 mil euros.

A que contratos de arrendamento se aplicam estas regras do IMI?

Este regime abrange os contratos de arrendamento de habitação celebrados antes de 1990 e os contratos não habitacionais celebrados antes de 1995 e que ainda não transitaram definitivamente para o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU).

Para dele beneficiarem, os senhorios têm todos os anos de entregar uma declaração anual de rendas que, excecionalmente este ano, decorreu entre 01 de janeiro e 15 de fevereiro.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Nova tendência de decoração: o estilo Natural Mind para equilibrar o espaço e a mente

Este conceito para a casa ‘slow living’ transforma os espaços para que transmitam estabilidade, serenidade e caráter.

Decorar a casa é um verdadeiro desafio para muitos. E torna-se ainda maior quando se tenta alinhar todo o espaço envolvente com o corpo e a mente. O estilo Natural Mind é a chave para facilitar este processo, já que possui uma visão natural do espaço que cria uma harmonia mental e emocional. Como é que tudo isto funciona? Explicamos.

Quando a decoração do espaço está em equilíbrio e sintonia com o estado do corpo e da mente podemos falar em Natural Mind. Trata-se de um conceito de decoração ‘slow living’ que procura transformar os espaços de forma a que eles transmitam, em simultâneo, estabilidade, serenidade, simplicidade e carácter.

“O Natural Mind não é só um estilo de decoração. É uma forma de estar, é um requisito de estabilidade, quase de autocontrolo do tempo e dos acontecimentos no espaço que nos envolve”, explicam desde a Hôma – Happy Home Living.

Decoração minimalista

Primando-se pelo minimalismo e sobriedade, a decoração da sala, do quarto e de toda a casa em si apresenta-se numa “doce simplicidade” dos espaços, onde só está o que realmente importa e de forma organizada.

Decoração da sala
Imagem de chien than por Pixabay

Materiais naturais na decoração

Os materiais naturais não podem faltar num espaço pautado pelo Natural Mind. Conceitos como a pureza, a essência das matérias-primas e a elegante neutralidade dos objetos ganham destaque. Nestes espaços oferece-se numa total plenitude para dar lugar às experiências, às vivências, aos momentos e aos seus intervenientes.

Decoração da cozinha
Foto de Dmitry Zvolskiy en Pexels

Decorar a casa com romantismo disruptivo

Neste contexto sereno que surge um “romantismo disruptivo”. A serenidade transmitida pelas linhas direitas, o suave degradé de cinzas é apenas quebrado pelas tonalidades caramelo, a doçura poética dos motivos vegetais, proporcionam espaços relaxantes, delicados e luminosos.

Decoração minimalista
Foto de Mikhail Nilov en Pexels

Decoração funcional

funcionalidade também não é deixada de lado no estilo Natural Mind, isto porque o espaço deve ser vivido de forma natural. Assim, alinhar a funcionalidade à envolvência do espaço é considerado um fator chave para as mentes tranquilas e práticas.

Escritório funcional
Imagem de ErikaWittlieb por Pixabay

Elementos decorativos com carácter

Os tons naturais da madeira fazem boa parte da essência do espaço. Mas, neste estilo, há contrastes que reforçam o carácter do ser, como por exemplo uma cerâmica pintada colocada numa mesa ou almofadas com padrões diferentes. Estes elementos disruptivos proporcionam momentos informais, despreocupados e alegram o ambiente.

Elementos decorativos em casa
Foto de Terje Sollie en Pexels

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias