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Crédito habitação: qual a diferença entre spread base e contratado?

Margem de lucro do banco quando concede um crédito habitação é o spread. E pode ser reduzido se forem contratados outros produtos.

Num momento em que o crédito habitação para comprar casa está a ficar mais caro com a subida da Euribor, importa passar a pente fino todos os indicadores associados ao empréstimo da casa. Um deles é o spread, que é a margem de lucro do banco quando concede um crédito habitação. E há dois tipos de spreads a ter em conta: o spread base e o spread contratado. Mas quais são as diferenças entre eles? Explicamos tudo neste artigo.

Desde logo, importa saber que nos créditos habitação com taxa de juro variável, a taxa de juro do empréstimo – a chamada TAN (Taxa Anual Nominal – resulta da soma de duas componentes: o spread e a Euribor contratada (prazo a 3,6 ou 12 meses).

Enquanto as taxas Euribor variam consoante as flutuações do mercado monetário e financeiro e das decisões do Banco Central Europeu sobre as taxas de juro diretoras – que subiram em 50 pontos base no dia 21 de julho -, o spread é “livremente definido pela instituição de crédito para cada contrato de crédito à habitação”, esclarece o Banco de Portugal (BdP).

O que é o spread no crédito habitação
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Spread base e contratado: em que diferem?

spread base é a margem de lucro determinada pela instituição financeira, sem contratação adicional de produtos do banco. E há que ter em atenção que para determinar o spread, a instituição pondera um conjunto de fatores, tal como explica o supervisor português:

  • risco de crédito do cliente;
  • garantias do empréstimo;
  • Rácio loan-to-value (LTV): ou seja, a relação entre o montante do empréstimo e o valor do imóvel sobre o qual é constituída uma hipoteca.

Para determinar o spread, os bancos têm em conta “a relação entre risco e preço, ou seja, às operações com maior risco será atribuído preço superior”.

Se além do crédito habitação, também contratares outros produtos junto do banco (como cartões de crédito ou seguros), então poderás aceder aos spreads contratados, que têm taxas mais atrativas. “Algumas instituições de crédito concedem uma redução do spread ou de outros encargos no crédito à habitação aos clientes que adquirem, ao mesmo tempo, outros produtos ou serviços financeiros”, explica o regulador liderado por Mário Centeno.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Comprar casa na praia: o sonho que faz disparar a procura em Portugal

Litoral português está a despertar, cada vez mais, o interesse de compradores estrangeiros, mas também nacionais. Contamos tudo.

Viver junto ao mar é o sonho de muitos portugueses e estrangeiros. Desfrutar em pleno da água salgada, da areia, do pôr do sol, da calma que o mar traz é o que leva muitas famílias a comprar uma casa na praia. Em Portugal, a procura por casas junto ao mar intensificou-se durante a pandemia da Covid-19, até porque viver com mais espaço e em harmonia com a natureza passou a ter outro valor. E esta tendência fez cair a oferta de casas à venda na maioria dos municípios do litoral do país – em 50 dos 54 concelhos analisados. Mas onde se concentra a maior procura de casas de praia? E onde é que os preços das casas são mais baixos? E mais altos?

O clima, a proximidade do mar e as vistas que as casas da praia oferecem sempre atraiu portugueses e estrangeiros para comprar habitações na costa portuguesa. “Portugal sempre foi um país extremamente atrativo para quem procura viver à beira-mar, oferecendo uma extensa faixa costeira com oferta praticamente para todos os gostos e todos os orçamentos”.

Poder acordar e sentir a brisa marítima e estar em contacto com a natureza passou a ter outra relevância durante a pandemia da Covid-19, quando as famílias se viram confinadas em casa durante várias semanas. Numa primeira fase da crise, a procura de casas de praia retraiu, como em todos os mercados. Mas rapidamente regressou – muito alavancada pelo teletrabalho (total ou em regime híbrido) – e, neste momento, este mercado está em níveis até superiores aos da pré-pandemia.

É isso mesmo que confirmam outros especialistas em imobiliário “A procura por casas de praia tem aumentado nos últimos anos e a pandemia impulsionou ainda mais a procura por este tipo de habitações”. E há alguns motivos que estão por detrás deste aumento da procura de casas de praia em Portugal. “Estar em confinamento em apartamentos sem espaços exteriores criou a necessidade de um maior conforto em casa, com mais espaço, varandas e jardins, e uma maior proximidade à natureza”, salientando ainda que “o teletrabalho veio alterar também os fatores que levam alguém a escolher uma localização mais central e urbana em prol, agora, de uma localização mais calma ou com maior qualidade de vida”.

Além disso, hoje “toda a costa portuguesa é reconhecida internacionalmente como tendo algumas das mais atrativas praias da Europa. Esta atratividade aliada ao clima, à hospitalidade, à segurança, aos bons acessos, à cada vez maior qualidade e diversidade de oferta, bem como às tendências de trabalho remoto e nomadismo, tem impulsionado a procura por este tipo de habitações”.Preço das casas na praia

Onde é que há mais procura de casas na praia para comprar?

A costa portuguesa tem atraído famílias para comprar casas de praia de norte a sul do país. Há zonas consolidadas, como é o caso do Algarve, Lisboa e Cascais. E há também procura por casas na costa alentejana. A novidade são as casas na praia da região Centro, mas o “segredo mais bem guardado”, e que começa a ser descoberto, são mesmo as casas de praia a norte do país.

Algarve é o mercado ‘core’ de casas de praia. Nesta região bem a sul do país, a procura está “relativamente estabilizada”, garante o CEO da iad Portugal, indicando que este mercado resistiu “bastante bem” aos impactos da pandemia e do Brexit. No Algarve, “a procura cresceu 30% face ao ano passado”. E explica que tanto aqui como em Lisboa a “qualidade de vida que se tem ao ter uma casa perto da praia é o sonho de muitas famílias e a proximidade ao mar está associada a uma melhoria da saúde, da energia e do bem-estar”.

A procura de casas no Algarve está em alta, com sete municípios do litoral a ocuparem o Top10, como é o caso de Loulé, onde a procura subiu 94,2% entre maio de 2021 e maio de 2022. O que os dados também mostram é que há dois concelhos que pertencem à região Centro que estão entre aqueles onde o interesse mais aumentou entre estes dois momentos: em Murtosa (distrito de Aveiro) a procura mais do que duplicou (+114,7%) e em Leiria subiu 62%.

região de Lisboa também tem registado “uma forte procura”, mas agora nota-se uma mudança no perfil de investidor: há “menos procura por casas reabilitadas no centro e maior atração por zonas mais afastadas”, e que vão desde a zona da Ericeira até à costa na margem sul do Tejo, no distrito de Setúbal. A procura de casas na praia aumentou em zonas de alguma proximidade à capital e outras cidades, como é o caso de Lisboa, Comporta, Praia Grande e Ericeira.

“A costa a norte do país é talvez o segredo mais bem guardado” em Portugal. A região norte é “tipicamente procurada como segunda habitação das famílias portuguesas e agora abre-se muito à procura estrangeira”. “A quantidade e qualidade das praias na zona norte da costa portuguesa é o que atrai as famílias para comprar casa”. E avança ainda que a procura de casas à beira-mar “aumentou em todos os municípios que estão a uma distância de até três quilômetros das praias”. Em concreto, “a zona costeira do Porto, em particular Vila do Conde, e Póvoa de Varzim, que têm uma grande procura nacional” por casas de praia

  • Quem está a comprar casas na praia em Portugal?

São várias as famílias que cumprem o sonho de comprar uma casa na praia em Portugal, sejam portuguesas ou estrangeiras. Mas “apesar de se ter assistido a algum crescimento da procura interna, o mercado continua muito dinamizado pelos investidores estrangeiros”.

A nível nacional, há “muitos portugueses a investir na segunda residência”, que “trabalham nas cidades e aos fins de semana fogem para as suas segundas casas de praia. E há também uma grande parte que estende o teletrabalho e fica nas suas casas de praia a trabalhar, quando isso é possível”. Um aumento da procura por casas de praia tanto por clientes portugueses, como por estrangeiros. E admite que “hoje em dia Portugal e, em particular a sua costa, são alvo de interesse para clientes de todo o mundo”.

Outra mudança que a pandemia gerou no mercado imobiliário prende-se com a procura internacional: Portugal tem recebido cada vez mais nómadas digitais. “Agora temos muitos nómadas digitais que escolhem trabalhar remotamente no nosso país, seja pela qualidade de vida ou até pelo preço competitivo dos imóveis”. Esta mesma tendência confirma : “A popularização de modelos de trabalho remoto tem vindo a impulsionar a procura de casas de praia como local de residência permanente por parte de famílias e indivíduos”.

No caso dos estrangeiros, “há uma parte que escolhe mudar-se e viver nas casas de praia e uma outra parte que se divide: passam grandes temporadas nas suas casas de praia e os restantes meses do ano nos centros urbanos”. Mas quais são as nacionalidades que mais procuram casas de praia em Portugal? Segundo o painél de especialistas contactados pelo idealista/news são:

  • espanhóis;
  • franceses;
  • brasileiros;
  • norte-americanos;
  • ingleses;
  • alemães;
  • nórdicos.
Viver perto do mar

IMI 2022: prazo para pagar segunda prestação começa hoje

Em causa estão contribuintes com um valor de IMI a pagar superior a 500 euros e que não fizeram, em maio, o pagamento integral.

Os contribuintes com um valor de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) superior a 500 euros e que não tenham optado em maio pelo pagamento integral do imposto, podem começar a pagar a segunda prestação do mesmo a partir desta segunda-feira (1 de agosto de 2022).

O pagamento do IMI arrancou em maio, com a emissão de 4.009.718 notas de liquidação, das quais 895.969 eram de valor inferior a 100 euros, gerando, por isso, uma nota de pagamento único.

Para as restantes, o pagamento é desdobrado em duas ou três prestações, a serem pagas em maio e novembro ou maio, agosto e novembro, caso o seu valor esteja balizado entre, respetivamente, os 100 e os 500 euros ou supere os 500 euros.

De acordo com os dados da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), do total de liquidações emitidas, há 679.435 de valor acima dos 500 euros, cuja segunda prestação pode ser paga a partir de dia 1 de agosto e até ao final deste mês caso os proprietários em causa não tenham optado pelo pagamento integral em maio.

De acordo com fonte oficial da AT este ano (para o IMI relativo a 2021) foram pagas integralmente em maio, dentro do prazo, um total de 580.811 notas de liquidação de valor acima dos 100 euros.

Este número traduz uma subida de 3,85% face aos que no ano passado usaram esta opção de pagamento do IMI numa única vez.

As taxas do IMI são anualmente fixadas pelas autarquias, num intervalo entre 0,3% e 0,45% (para os prédios urbanos), cabendo-lhes também decidir sobre a adesão ao IMI familiar, mecanismo que dá um desconto às famílias residentes, ou sobre a aplicação das taxas agravadas nos prédios devolutos ou em ruínas.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Ideias para decorar um jardim com móveis Ikea sem gastar muito

No verão, o jardim torna-se o local ideal para relaxar ou receber a família ou amigos, e fazer grandes jantares ao ar livre.

Um jardim é verdadeiro luxo e pode e deve ser apreciado em todas as estações do ano. Mas no verão torna-se o local ideal para relaxar ou receber a família ou amigos, e fazer grandes jantares ao ar livre. No artigo de hoje deixamos-te algumas dicas de como decorar um jardim com a Ikea para ter tudo o que precisas sem gastar muito.

mesas e cadeira de jardim
Ikea

Plantas e flores no centro de uma mesa posta são sempre uma boa opção. A mesa FALHOLMEN acomoda quatro pessoas e é feita de acácia de origem sustentável. Além disso, é pré-tratada, para que possas almoçar e jantar ao ar livre quantas vezes quiseres. Graças às abas ajustáveis ​​e ao tampo grande, oferece todo o espaço de que necessitas para os teus convidados, mesmo para os inesperados.

cadeira de jardim
Ikea

Para criar o ambiente certo no jardim, bastam duas poltronas de espaldar alto, uma mesa de centro e algumas luminárias pendentes. Para surpreender, o ideal é apostar no movimento encantador da cadeira de baloiço GUBBÖN que tem um efeito relaxante e promove o bem-estar: faz-te sonhar acordado. A cadeira é perfeita tanto em ambientes internos quanto externos.

churrasco
Ikea

Não pode haver jardim que se preze sem um churrasco. A churrasqueira a carvão GRILLSKÄR oferece muito espaço para guardar utensílios de cozinha essenciais e uma grande superfície de trabalho para os preparativos finais antes de começar a grelhar.

pérgula
Ikea

Ao criar sombra nos dias quentes, o HIMMELSÖ permite que aproveites mais os momentos ao ar livre no verão, especialmente quando o clima se torna incerto. O tecido oferece excelente proteção UV graças ao fator UPF (fator de proteção ultravioleta) de 50+, que permite bloquear 98% dos raios ultravioleta.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Zona ‘chill out’ no terraço ou jardim: ideias de decoração

Dicas para criar e decorar com diferentes estilos um canto perfeito no terraço, varanda ou jardim lá de casa.

Ter uma casa com terraço é uma vantagem que deve ser aproveitada para descontrair e relaxar. Por isso, nada melhor do que criar uma zona ‘chill out’ no terraço, proporcionando ao espaço um ambiente acolhedor e relaxante. Deixamos-te algumas dicas para decorar o exterior da casa.

Decoração de exteriores: o que ter em conta antes de começar

  • Selecionar uma boa localização para a zona ‘chill out’: tudo vai depender do tamanho do jardim ou terraço, mas recomendamos que, caso tenhas piscinas, orientes o espaço no mesmo sentido da paisagem. Além disso, certifica-te de que o local selecionado para criar o ‘chill out’ não é o local mais quente ou mais frio.
  • Usar cores neutras que transmitam calma: tanto em poltronas ou almofadas, quanto nos móveis em geral. Tons de branco, bege, cinza ou terra podem ser considerados cores perfeitas para um ‘chill out’.
  • Acessórios que criam atmosfera: é conveniente conseguir um ambiente consistente e confortável. Para criar o ambiente perfeito numa divisão ‘chill out’, podem ser utilizados acessórios como sofás, espreguiçadeiras, puffs, almofadas e uma boa iluminação. É muito importante que tanto o mobiliário como os têxteis sejam específicos para o exterior, para que não se desgastem tão rapidamente.
  • Certifica-te de que tens sombra: algo essencial é poder contar com a sombra das árvores, guarda-sóis, toldos ou a sombra de um alpendre ou pérgula.
  • Coloca uma boa iluminação: outra parte essencial e necessária é ter uma boa iluminação. Podes usar luzes LED de jardim com lâmpadas solares, pois são mais duráveis ​​e eficientes. Também podem ser combinadas com velas de diferentes tamanhos e aromas. Uma iluminação suave e quente manterá o charme desse canto da casa.

Chill out exótico 

Podemos conseguir uma decoração exótica no ‘chill out’ utilizando elementos naturais e pedaços de fibras vegetais. Por exemplo, podes combinar flores e plantas exóticas em lindos vasos, dando o toque marcante que procuravas.

terraço exótico
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Chill out clássico e simples

Se preferires dar um toque mais clássico e simples, sugerimos que decores o espaço com sofás relaxantes, acompanhados de algumas almofadas e uma bela mesa.

terraço simples
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Chill out com estilo árabe

Outro design mais ousado que pode se adequar é a combinação e introdução de elementos árabes. Um tapete, uma mesa de chá, puffs, almofadas com diferentes padrões ou velas vão dar ao espaço aquele toque árabe.

terraço árabe
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Chill out colorido

Uma boa opção pode ser optar por um design colorido, para que não passe despercebido. A única coisa que terás que fazer é procurar poltronas, almofadas e móveis com cores vivas, combinando o mesmo tom ou misturando cores diferentes.

terraço colorido
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Chill out moderno

Se o que pretendes é um espaço moderno da forma mais simples, pode optar por usar cores minimalistas e elementos que se destaquem pela sua elegância, como uma lareira elétrica.

terraço moderno
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Chill out rústico

Os ‘chill outs’ de estilo rústico são caracterizados pelo uso da madeira como elemento principal. Um elemento bonito e peculiar que nunca sai de moda.

terraço rústico

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Seis dicas “simples e práticas” para quem quer investir em imobiliário

Está a pensar comprar um imóvel para investir? Saiba o que deve ter em conta.

Quer investir no mercado imobiliário, mas não sabe por onde começar? Este artigo é para si.

  1. Defina um horizonte temporal – “Todos os investidores têm objetivos diferentes: pode ser a reforma, pagar a educação dos filhos, ou cobrir a entrada de uma casa. A cada objetivo está associado um horizonte temporal. Normalmente, por investimento a longo prazo entende-se três anos ou mais, mas não há uma definição exata. Saber quando vai precisar dos fundos faz com que tenha uma noção mais precisa dos investimentos adequados e do nível de risco que deve assumir”;
  2. Escolha a localização com cuidado – “Os preços nos principais centros urbanos de Portugal estão a levar famílias e investidores a procurar alternativas. Em Lisboa são necessários 45 anos de salário médio para comprar uma casa de 100 m2. Em Coimbra, por outro lado, esse número é de cerca de metade”;
  3. Acompanhe o tipo de imóveis mais procurados – “A internet e uma infinidade de opções de entrega significam que as pessoas estão menos ligadas a locais para trabalhar, fazer compras ou ter acesso a entretenimento. Essas mudanças afetam a procura por uma variedade de propriedades comerciais, incluindo restaurantes e lojas”;
  4. Tome decisões ambientalmente conscientes – “A subida do nível do mar e o aumento da frequência de fenómenos naturais invulgares já não são vistos como problemas hipotéticos, mas como desafios reais para milhões de proprietários ​​e investidores. Equipar propriedades com materiais ecológicos e tecnologias, por exemplo, é uma forma de aumentar a proposta de valor para os proprietários. A procura por soluções sustentáveis, eficientes do ponto de vista do consumo de água e de energia, já levou ao aparecimento de casas pré-fabricadas e habitações passivas, com emissões neutras ou até positivas”;
  5. Tire o máximo partido da tecnologia – “De sensores que detetam e ajustam a temperatura ambiente a projetos desenhados por IA (inteligência artificial), passando por drones que monitorizam falhas em edifícios, a utilidade da tecnologia no setor imobiliário está além de qualquer dúvida”;
  6. Considere todos os custos do investimento (até os escondidos) – “Um erro comum no investimento imobiliário é não considerar todos os custos envolvidos na operação. Quando pensa em comprar um imóvel, não pode apenas pensar no valor da propriedade, mas sim em diversos custos extra. Em primeiro lugar, deverá saber que terá de adquirir um seguro de vida e um seguro multirriscos-habitação, que estão associados a um crédito à habitação. Ambos os seguros protegem-no a si e ao seu imóvel, em caso de eventuais problemas que possam acontecer – desde catástrofes naturais a desemprego. Em segundo lugar, torna-se importante conhecer as taxas de juro e spread aplicados e as comissões cobradas pelo banco no qual irá adquirir o seu crédito à habitação. Tudo isto vai pesar na sua taxa de esforço, que não deve ultrapassar os 30%. Por último, há que ter atenção aos impostos que deverá pagar quando comprar o imóvel, como o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) e o IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas)”.  Retirado do Noticias ao Minuto – Adaptado por Dicas Imobiliárias
Avaliação da casa: o que é e porque é importante no crédito habitação?

Avaliação bancária da casa é um passo obrigatório na hora de pedir um empréstimo habitação. Explicamos tudo neste guia.

avaliação bancária é um dos passos necessários na hora de contratar um crédito habitação para comprar casa. Este é um processo que te permitirá conhecer o valor real da habitação que queres adquirir. E, para os bancos, é um dado importante para calcular o montante do empréstimo da casa – que geralmente é o menor valor entre o preço do imóvel colocado no mercado e o valor da avaliação. Se estás à procura de crédito habitação para comprar casa, importa saber exatamente o que é a avaliação bancária da casa e a sua importância na concessão do empréstimo habitação. 

Explicamos tudo neste guia.

Em Portugal, o valor mediano da avaliação bancária não para de subir e registar novos recordes mês após mês. Em maio, este indicador fixou-se em 1.380 euros por metro quadrado (euros/m2), refletindo um aumento de 1,8% face a abril e 13,9% face ao mesmo período do ano passado, mostram os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE).

O que é a avaliação imobiliária?

avaliação imobiliária é uma avaliação ou estudo realizado por um técnico devidamente qualificado com o objetivo de saber qual é o valor real de um imóvel. É um procedimento obrigatório sempre que é feito um pedido de crédito habitação, uma vez que através da avaliação do imóvel, o banco saberá qual é o valor da casa que vai ser hipotecada.

Embora as avaliações imobiliárias devam ser realizadas sempre que um empréstimo é solicitado, esta é uma operação que pode ser levada a cabo para outros fins, como:

  • Processo de venda da casa;
  • Distribuição de bens na sequência de um processo de divórcio ou herança;
  • Caso seja necessário provar a solvência financeira.
Comprar casa com crédito habitação
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Quem pode fazer uma avaliação da casa?

avaliação da casa – ou de outro imóvel – não pode ser realizada por qualquer pessoa. Na verdade, tem de ser um técnico devidamente qualificado (geralmente um arquiteto ou engenheiro). Os chamados peritos avaliadores de imóveis trabalham para empresas que são supervisionadas pelo Banco de Portugal e que, além disso, devem estar inscritos no registo oficial.

Qual é a importância dos peritos avaliadores? Desde logo, importa saber que nem sempre o preço real de um imóvel corresponde ao preço solicitado numa transação imobiliária. Por exemplo, um vendedor pode solicitar um preço específico que esteja acima ou abaixo do preço de mercado do imóvel:

  • Se quiser obter um grande lucro na venda vai subir o preço;
  • Se se quiser livrar do imóvel poderá colocar a casa no mercado com desconto e, portanto, a um preço mais baixo.

No entanto, este preço da casa fixado pelo vendedor não tem necessariamente de coincidir com o preço real do imóvel, ou seja, o preço padrão considerado adequado para um imóvel tendo em conta todos os fatores que influenciam o seu valor. Dada a existência desta diferença de preços no mercado residencial, é necessário haver avaliadores oficiais não relacionados à operação imobiliária que deem um preço oficial.

Como é feita a avaliação de uma casa?

O mais comum é o perito começar por tirar fotos de todas divisões da casa, bem como dos espaços exteriores do imóvel. Também devem ser medidas todas as divisões do imóvel para conhecer a sua área de superfície, bem como reunir todas as informações sobre a zona em que o imóvel está localizado e o seu estado de conservação.

Todas essas informações da casa devem ser comparadas com outras propriedades semelhantes que se localizem na mesma zona, pelo que deve haver uma recolha significativa de informação de imóveis à venda ou vendidos. Isso permite avaliar as condições e características do imóvel em comparação com outros similares, o que ajuda a determinar o preço final do imóvel que está a ser avaliado.

O que é a avaliação imobiliária
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O que é avaliação hipotecária?

avaliação hipotecária refere-se à avaliação de imóveis quando feita com a finalidade de solicitar um crédito habitação. Esta avaliação permitirá ao banco saber o preço real da casa que queremos comprar e que vai financiar com o empréstimo da casa.

Note-se que o dinheiro que os bancos emprestam num crédito habitação é calculado em percentagem do valor da casa. Consequentemente, é essencial conhecer o preço real da casa para calcular esses números. Regra geral, os bancos não costumam fazer empréstimos que ultrapassem os 90% da avaliação ou compra, sendo o elegido o menor de ambos, segundo as regras definidas pelo Banco de Portugal. Note-se que se estiver em causa a compra de uma casa ao banco, poderá ser concedido um empréstimo a 100%.

E, portanto, graças à avaliação do imóvel, é possível saber qual é a quantia específica de dinheiro que 90% (ou qualquer outra quantia) representa.

Neste sentido, além de ter em conta o montante que o banco nos emprestará para financiar a compra da casa, é também fundamental estudarmos cuidadosamente as restantes condições associadas ao empréstimo. É importante comparar créditos habitação e a forma mais fácil de o fazer é usar um simulador de créditos.

Quanto custa uma avaliação bancária da casa?

Há que ter em conta que a avaliação bancária (seja geral ou para fins de crédito habitação) não é gratuita. O custo vai depender sobretudo do tamanho da casa. Quanto mais m2 houver para avaliar, maior será o custo e vice-versa. No entanto, em média, pode dizer-se que o preço da avaliação bancária de uma casa padrão (um apartamento com 2-3 quartos) está entre os 200 e os 350 euros, dependendo do caso.

Avaliação bancária da casa
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Quem paga a avaliação bancária para fins de aquisição de habitação?

avaliação bancária de um imóvel é uma das despesas que a família tem de assumir no processo de concessão de um crédito habitação. Ou seja, será o requerente da hipoteca que deverá pagar o preço da avaliação bancária da casa ao pedir um empréstimo habitação.

A escolha do perito de avaliação de imóveis é livre. Isto é, a família poderá escolher o especialista que entender, desde que seja uma empresa ou profissional devidamente credenciado pelo Banco de Portugal. Mas também existem muitos bancos que oferecem esse serviço de avaliação, sendo que o preço pode variar de banco para banco. Se se optar por escolher um perito avaliador atribuído pelo banco, a família não terá de se preocupar com a burocracia.

Qual é a validade da avaliação de hipoteca?

avaliação da casa tem um prazo de validade de 6 meses a partir da data de emissão. Portanto, o processo de venda da habitação deve ser concluído até 6 meses depois de realizada a avaliação da casa. Caso contrário, será necessário realizar uma nova avaliação (com novos custos para a família).

Que importância tem a avaliação bancária na hora de pedir um crédito habitação?

avaliação bancária da casa é um passo obrigatório e essencial na hora de pedir um crédito habitação, pois é esta avaliação realizada por um perito que nos vai dizer qual é o preço real da casa que queremos comprar e, consequentemente, o dinheiro que os bancos vão poder emprestar (geralmente não mais de 90%).

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Terrenos para construção em centros históricos com isenção de AIMI

A interpretação é do Supremo Tribunal Administrativo (STA), num acórdão que veio uniformizar jurisprudência.

Os terrenos para construção localizados nas zonas históricas qualificadas como Património Mundial da UNESCO devem beneficiar da isenção fiscal de AIMI, à semelhança do que sucede com os prédios urbanos aí situados. A interpretação é do Supremo Tribunal Administrativo (STA), num acórdão que veio uniformizar jurisprudência. 

No caso que chegou ao Supremo, estava em causa um terreno no centro histórico de Évora, segundo a notícia avançada pelo Jornal de Negócios. O Centro de Arbitragem Administrativa (CAAD) tinha dado razão ao Fisco e concluído que os terrenos para construção “são apenas imóveis que se encontram dentro do perímetro geográfico”, ou seja, “não fazem parte do ‘conjunto’ classificado como monumento nacional”, mas os juízes conselheiros do STJ tiveram outro entendimento.

O STJ considerou que o Estatuto dos Benefícios Fiscais, em que está prevista a isenção IMI e AIMI nos centros históricos, se refere a “prédios”. “Sendo os terrenos para construção qualificados indiscutivelmente como ‘prédios’ pela legislação fiscal, a sua integração no escopo da norma de isenção é, com efeito, perfeitamente plausível”, referem no acordão, citado pelo jornal. “A expressão ‘prédios classificados como monumentos nacionais’ abarca todas as modalidades de prédios que, sendo como tal qualificados pelo Código do IMI, sejam, em simultâneo, suscetíveis de qualificação como ‘monumentos nacionais’”, acrescentam.

“Justifica-se plenamente que os terrenos para construção situados nos centros históricos ou zonas qualificadas como Património Cultural da Humanidade são suscetíveis de beneficiar das vantagens inerentes a essa qualificação, no caso , a isenção de adicional ao IMI”, lê-se ainda no acordão.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Chegaram os móveis flexíveis perfeitos para casas pequenas

Desde mesas de jantar a sofás-cama, passando pelas secretárias. Estes móveis têm várias funções e ocupam pouco espaço.

Para quem vive em casas pequenas ou mesmo em estúdios, um dos problemas que enfrenta é mesmo a falta de espaço. Os móveis necessários para ter uma casa completa muitas vezes ocupam uma parte importante do apartamento. E torna-se difícil combinar os diferentes móveis e criar uma harmonia na decoração da casa. 

A verdade é que, hoje, existem soluções de mobiliário mais flexíveis, que permitem organizar a casa tornado-a mais funcional e confortável. Exemplo disso são os móveis da Expand, uma empresa que cria todo o tipo de móveis multifuncionais e transformáveis ​​tendo como objetivo oferecer uma organização tradicional do espaço, sem com isso atrapalhar a passagem e tornar as divisões demasiado pesadas e cheias. 

Fabricam desde camas e sofás-cama, até mesas ou mesmo prateleiras e cómodas. Todos estes móveis foram projetados para ocupar o menor espaço possível quando não estão a ser utilizados.

Um dos produtos mais marcantes é o modelo Trojan, uma mesa dobrável que pode acomodar de quatro a seis pessoas, mas quando dobrada tem apenas 40 cm de largura. Na cavidade inferior é possível guardar as cadeiras também dobráveis ​​que vêm no conjunto.

Mesa flexível
Mesa Trojan / expandfurniture
Mesa flexível
Mesa Trojan / expandfurniture

Esta mesa é perfeita para criar uma área de jantar na sala principal e, quando não é precisa, é possível guardá-la para que a área de passagem fique livre novamente. Além disso, possui rodas sob um dos lados pelo é possível movê-la facilmente. Está disponível com acabamento em madeira branca brilhante, preta ou castanha e os preços variam, consoante o modelo, entre 1.595 e 1.795 dólares (de 1.485 a 1.672 euros).

Outro exemplo é o modelo Ludovico Office. Uma móvel dobrável que se transforma numa secretária com cadeira incluída. Quando dobrado, o móvel ocupa 46,73 cm de largura e 89,91 cm de altura. O tapo da mesa extensível tem um comprimento de 71,88 cm e, ao puxar a cadeira, o móvel oferece um par de prateleiras para armazenamento adicional.

Secretária pequena
Secretária Ludovico / expandfurniture

móvel está à venda em madeira natural e branco por 1.392 euros e em branco fosco ou com efeito brilho por 1.858 euros. Além disso, a secretária flexível oferece garantia de 500 dias, sendo possível devolver o produto caso haja algum problema.

móvel pequeno
Móvel Ludovico / expandfurniture

Outro móvel flexível é este sofá-cama que se transforma não em uma, mas em três camas de solteiro. É perfeito para receber vários convidados ao mesmo tempo, até porque uma das casas é beliche e não ocupa muito espaço.

Sofá cama
Sofa Bunk Bed / expandfurniture

Para quem tem uma sala pequena e costuma ter convidados em casa, essa é a opção perfeita. As medidas do sofá fechado são 2 m de comprimento por 1 m de altura e 1 m de profundidade. Por sua vez, os colchões que são extraídos para cima e de um lado medem 10 cm de altura.

sofá Bunk Bed está disponível em várias cores e é feito à medida, num processo que demora entre 12 e 16 semanas no total (da construção à entrega em casa). O preço é de 4.653 euros.

Sofá para casas pequenas
Sofa Bunk Bed / expandfurniture

Como tratar da compra de imóvel com dívidas ao condomínio

O que fazer se a casa que vamos comprar tem dívidas ao condomínio.

Se pretendes vender a tua casa, há determinados procedimentos que deves realizar antes de o fazer. Um deles, de acordo com a nova lei de condomínio, é solicitar ao administrador do condomínio uma declaração com todos os encargos associados à tua fração, assim como eventuais dívidas ao condomínio.

Quem tem que pagar as dívidas ao condomínio

Se se vende um imóvel e as dívidas não são liquidadas antes da venda, a responsabilidade pelo pagamento dos valores de condomínio em atraso são do novo proprietário. No entanto, quando vais vender a tua casa deves apresentar uma declaração de condomínio ao realizar a escritura, tal como acontece com o certificado energético. Deves pedi-la ao administrador do condomínio no prazo máximo de dez dias (seguidos), a partir do momento em que é pedido pelo condómino. É um documento obrigatório, salvo se o comprador declare expressamente que prescinde da declaração.  

Depois de vendida a casa e, caso existam dívidas, o administrador é obrigado a cobrar ao novo proprietário o valor em falta.

Consultar dívidas do imóvel antes de comprar

Antes de comprar um imóvel deves consultar se este tem ou não dívidas associadas. Há entidades próprias onde podes fazê-lo. Para verificares se o imóvel tem dívidas de condominío, deves:

  • Consultar o administrador do condomínio sobre se o imóvel que queres comprar tem dívidas;
  • Pedir ao administrador do condomínio para analisar todas as atas de reunião, elaboradas em assembleia de condóminos. Desta forma, podes verificar se em algum momento é referido que o imóvel em questão tem dívidas;
  • Pedir uma declaração ao administrador em como a propriedade não tem dívidas de condomínio;
  • Confirmar no registro predial quem é o proprietário do imóvel;
  • Pedir uma certidão de não dívida municipal, atestando a não dívida com o munícipio, se for uma  pessoa coletiva.

Comprar casa com dívida ao condomínio: como agir?

Se queres comprar uma casa com dívidas ao condomínio, o mais sensato é desistir deste imóvel e procurar outra opção. Se por algum motivo, esta é a casa dos seus sonhos e não queres abdicar de comprá-la, podes:

  • Negociar o valor em dívida, tentando que o proprietário salde o valor a pagar antes de vender a casa;
  • Negociar o valor de venda. Tentar que o proprietário desça o valor pelo qual quer vender a casa, já que não consegue pagar a dívida do condomínio;
  • Deixar escrito no contrato o valor da dívida, para que tudo fique devidamente documentado e assinado pelo antigo e novo proprietários;
  • Procurar ajuda profissional/legal, que te aconselhe e indique como proceder.

Papel do administrador do condomínio

compra de imóvel a banco com dívidas ao condomínio
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administrador de um condomínio nada ou pouco pode fazer na venda de um imóvel com dívidas. O proprietário é o único responsável pela venda do imóvel, podendo vender a sua casa sem liquidar os valores em falta.

O administrador do condomínio tem sim que passar uma declaração de encargos do condomínio ao proprietário que vai vender. Nesta deve constar:

  • a natureza da fração;
  • os montantes dos encargos e os respetivos prazos de pagamento;
  • eventuais dívidas ao condomínio (natureza, montantes, datas de constituição e vencimento).