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IMI 2022: prazo para pagar primeira (ou única) prestação termina hoje

O prazo para pagar a primeira (ou única) prestação do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) termina esta terça-feira, 31 de maio de 2022. Recorde-se que o pagamento deste imposto pode ser feito de uma única vez ou até três prestações, dependendo do valor, e quem não fizer pode ser alvo de sanções. 

Prazos de pagamento do IMI 2022

De acordo com o nº 1 do artigo 120º do Código do IMI, os prazos para efetuar o pagamento do IMI 2022 são os seguintes:

Se o IMI for inferior a 100 euros:

  • Pagamento terá de ser realizado até 31 de maio – trata-se de uma prestação única e paga de uma só vez.

Se o IMI for superior a 100 euros e igual ou inferior a 500 euros:

  • Pagamento da 1ª prestação deverá ser feito até 31 de maio;
  • Pagamento da 2ª prestação deverá ser efetuado até ao dia 30 novembro de 2022.

Se o IMI for superior a 500 euros:

  • Pagamento da 1ª prestação deverá ser feito até 31 de maio;
  • Pagamento da 2ª prestação deverá ser efetuado até ao dia 31 de agosto de 2022;
  • Pagamento da 3ª prestação deverá ser efetuado até ao dia 30 novembro de 2022.

Recorde-se que, em todos os casos, o contribuinte pode optar por liquidar o IMI de uma só vez em maio.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Gestão de condomínios: Governo vai regulamentar atividade das empresas

Empresas deverão ser obrigadas a ter a porta aberta ao público, de dar formação à equipa e de contratar um seguro, diz setor.

Depois de ter colocado em vigor uma nova lei que reviu o regime de propriedade horizontal e trouxe consigo várias novidades, o Governo está agora a preparar um diploma que vem regulamentar a atividade das empresas de gestão de condomínio. E deverá ficar fechado nos próximos meses.

Esta nova legislação que está a ser preparada já estava prevista na Lei de Bases da Habitação, publicada em setembro de 2019: “A atividade profissional de gestão de condomínios é regulada por lei”. E dois anos e oito meses depois o Governo Central está finalmente a avaliar a proposta elaborada pelo Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção, escreve o Jornal de Negócios.

Mas em que pontos irá tocar o novo regulamento destinado às empresas de gestão de condomínios? Entre as novas exigências deverá estar a obrigatoriedade de ter a porta aberta ao público, de haver formação à equipa e de contratar um seguro, segundo aponta Vítor Amaral, presidente da Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios (APEGAC).

Com esta nova lei, o Executivo quer “proporcionar garantias de idoneidade, profissionalismo e responsabilidade no exercício destas funções”, disse fonte oficial da Secretaria de Estado da Habitação, ao mesmo jornal.

Para Vítor Amaral esta é uma lei necessária, até porque admite que recebem na APEGAC “muitas queixas” dos condóminos, muito devido ao facto de haver “desconhecimento” sobre as responsabilidades do administrador de condomínio. Além disso, hoje não se sabe ao certo quantas empresas de gestão de condomínios há no país: “Qualquer pessoa pode dedicar-se a esta atividade, sem ter de cumprir qualquer requisito, seja um seguro ou uma porta aberta ao público“, alerta o responsável.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Decorar varandas: 10 ideias curiosas e muito originais

Estás cansado da decoração da tua varanda? Eis algumas dicas diferentes para transformar este espaço.

A varanda é o único local da nossa casa onde estamos ao ar livre, um espaço de desconexão onde podemos relaxar e apanhar ar fresco. E é por isso que a decoração é muito importante. Não importa quão grande ou pequena seja a varanda, podes conseguir o mesmo resultado seja qual for o tamanho. Deixamos-te algumas dicas de fazer inveja a todo o bairro para deixar a tua varanda perfeita.

Decoração para varandas com almofadas

Se procuras algo diferente e original, esquece as cadeiras. Podes colocar um tapete, algumas almofadas confortáveis ​​ao lado de uma pequena mesa, e pronto. Perfeito para ter um momento relaxante, ler um livro ou ouvir música.

Varandas com plantas

Pexels
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Que melhor maneira de decorar a varanda do que relacioná-la com algo que gostas? Enche a varanda com plantas: além de embelezar, vai transformá-la num lugar de desconexão, e onde gostas de estar. Coloca vasos pendurados, trepadeiras que ocupem toda a parede, e acrescenta uma esteira de madeira ou bambu, por exemplo.

Decorar a varanda com cores

Pexels
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Tens espaço em casa sem saber muito bem o que fazer com ele? Dá-lhe cor. Decora-o com elementos peculiares e atraentes, e ele passará de um lugar chato para o mais interessante da casa.

Jantares na varanda

Pexels
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E um jantar ao ar livre com os amigos? Luzes no parapeito, uma mesa com cadeiras ou sofás, e também podes acrescentar uma planta na varanda: já tens o local ideal para celebrar todos os jantares que quiseres.

Varandas com cortinas

Pexels
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Decora a varanda com algumas cortinas, assim tornarás este lugar mais intimista e romântico. Prepara-o com algumas velas e terás o clima perfeito.

Decoração de varanda a pensar nas crianças

Tens filhos filhos? Não sabes onde colocar os brinquedos? Tendo um lugar não utilizado, que melhor lugar para criar uma sala de jogos? Decora a varanda colocando alguns tapetes no chão, algumas cadeiras e uma mesq, além de todos os brinquedos necessários para uma tarde de jogos divertida. Certamente os teus filhos não ficarão entediados.

Uma área de bricolage na varanda

Gostas de bricolage? Já pensaste em montar uma área de bricolage em casa? Aquele espaço que tens na varanda que agora funciona como uma arrecadação, redecora-o e transforma-o no seu próprio “estúdio” DIY. Coloca uma mesa, uma prateleira grande para guardar as ferramentas, algumas cadeiras altas, e tens um espaço perfeito para criar.

Um ginásio em casa? Sim, na varanda

Pexels
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Que tal ir ao ginásio sem sair de casa? Só vais precisar de um baú antigo ou comprado recentemente para guardar o material necessário, alguns colchões para fazer exercícios, uma planta para dar vida e cor, e uma prateleira para deixar tudo guardado.

Criar uma biblioteca na varanda

Gostas de ler? Tens muitos livros e eles não cabem dentro de casa? Monta a tua própria biblioteca na varanda. Usa uma estante velha, coloca todos os livros ao teu gosto, um tapete, uma cadeira ou poltrona confortável em cima para ler e ao lado uma pequena mesa. E voilá, tens o cenário perfeito.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias 

Etiqueta energética de eletrodomésticos: o que é e para que serve?

Nova escala energética é composta por sete classes, da A à G. A primeira corresponde à mais eficiente e a última à menos.

Eficiência energética e sustentabilidade estão na ordem do dia. Afinal, todos, pessoas e empresas, temos de nos comprometer a proteger e a melhor cuidar do ambiente e a contribuir para a saúde do planeta.

Baixar o consumo de energia é uma das preocupações que está em cima da mesa, daí ser importante, por exemplo, adotar comportamentos sustentáveis. Um deles passa por comprar eletrodomésticos com boa classificação energética

O meu frigorífico combinado avariou e não tem reparação. Quero comprar um aparelho que seja bom e eficiente em termos de gastos de energia. Sei que existe desde o ano passado uma etiqueta energética diferente. Podem explicar-me de que se trata e como escolher bem?

A tua pergunta é muito pertinente. A etiqueta energética é um instrumento fundamental para comprar bem, tanto para o teu orçamento familiar, como para a saúde do nosso Planeta! A sua interpretação é essencial para se escolher de forma responsável e sustentável.

Tal como dizes, desde 2021 que a etiqueta energética associada aos equipamentos eletrónicos sofreu algumas alterações. A nova escala energética é agora composta por sete classes, da A à G, sendo que a primeira corresponde à mais eficiente e a última à menos eficiente. O “+” associado à classe A desapareceu, uma vez que levantava dúvidas aos consumidores e o pretendido é que tenhas uma leitura fácil e inequívoca deste instrumento.

A escala da etiqueta energética e os símbolos que nela constam podem variar consoante o tipo de produto e a sua categoria. Não obstante existem elementos que estão sempre presentes e que são comuns a todas, nomeadamente: 

  • A nome do fornecedor/marca e a própria identificação do modelo do equipamento; 
  • classe energética;
  • A própria escala de eficiência energética;
  • O consumo anual de energia em kWh;
  • Os símbolos que identificam as características dos artigos, como por exemplo o ruído emitido.
Escala energética de equipamentos eletónicos tem sete classes

Além da etiqueta energética, deve ser-te apresentada também a ficha do produto, um documento informativo e obrigatoriamente traduzido na língua oficial do país no qual está a ser vendido, isto é, em português. Mesmo nas lojas online esta informação tem de estar presente para consulta do consumidor.

Em regra, o preço dos equipamentos mais eficientes é mais elevado, porém, não podes esquecer que esse custo inicial é um investimento a médio prazo, que irá influenciar (e muito) as tuas faturas de energia. O consumo será mais reduzido!

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Iluminação LED para os móveis que não aumentam a fatura da luz

Encontra as melhores soluções de iluminação para móveis com poucos ou nenhuns efeitos na fatura.

Quando estamos a decorar a casa, muitas vezes pensamos em soluções de iluminação convencionais e esquecemo-nos que os móveis são pontos da casa que também precisam de luz, para tornar a nossa vida mais prática e brilhante.

Assim, ao longo deste artigo reunimos algumas ideias de iluminação para móveis e como podes decorar e valorizar o mobiliário de uma maneira personalizada, sem esquecer o ambiente e sem que existam aumentos desnecessários na tua fatura de eletricidade.

Iluminação LED: opta por candeeiros a pilhas baratos

Os candeeiros a pilhas melhoram a iluminação de determinados móveis e são capazes de se impor como os principais elementos de decoração. Além disso, custam pouco e não têm consequências drásticas na tua conta da luz. Segundo a marca IKEA, os candeeiros LED a pilhas consomem menos 85% de energia.

candeeiros a pilhas
IKEA

Para um espaço mais aconchegante recomendamos-te os candeeiros a pilhas de luz amarela. No entanto, se estás a pensar ler junto a este candeeiro, opta por luzes mais frias. Independentemente da tua escolha, os candeeiros a pilhas são fáceis de distribuir pelo mobiliário e não exigem nenhuma instalação elétrica.

 Grinaldas luminosas a pilhas: uma solução de iluminação decorativa

Quantas vezes foste à casa de um amigo e viste uma grinalda luminosa a pilhas dentro de uma garrafa de vinho ou dentro de um jarro para decorar a mesa de jantar? Este sistema de iluminação LED tem vários formatos – bolas, conchas, estrelas, etc. – e podem ser colocadas em qualquer divisão, para uma atmosfera mais animada todos os dias do ano.

grinalda luminosa LED
PxHere

Este tipo de iluminação é ideal para decorar uma parede exterior ou até mesmo uma mesa com pouca luz, mas com um toque especial. Estas luzes dão as melhores boas-vindas aos teus convidados, criando um ambiente aconchegante e intimista. Estão disponíveis em várias cores e até mesmo tamanhos, nos corredores IKEA poderás cruzar-te com vários desenhos a preços muito apelativos.

Iluminação LED para prateleiras

iluminação pontual é uma das soluções de iluminação para móveis mais interessante e como o nome sugere será utilizada momentaneamente na tua casa. Vai decorar perfeitamente um objeto num armário, uma estante com livros e é também a opção preferida daqueles que têm colecções em casa.

soluções de iluminação para prateleiras
IKEA

Normalmente são apenas soluções de iluminaçãodecorativas e têm pouco de prático. Portanto, devem ser conciliadas com outras luzes de maior eficiência e intensidade, como também com a luz natural que deves sempre deixar entrar no teu lar.

Iluminação LED: barras luminosas para roupeiros

Estás à procura de uma barra luminosa que permita iluminar o teu roupeiro e ajudar-te a tomar uma decisão para o teu próximo visual? Sem cabos e sem botões irritantes, hoje em dia existem barras luminosas LED com sensores de movimento que podem ser instaladas perfeitamente dentro de vestuários. Devem ser colocados na parte superior do armário para que ilumine todo o espaço.

iluminação para vestuário
IKEA

Neste caso destacamos os sensores LED STÖTTA do IKEA que além do design contemporâneo, são bastante atrativos nos seus preços. Funcionam a pilhas e podem ser encontrados em diferentes dimensões: 32, 52 ou 72 cm.

Fitas de iluminação LED para a cozinha

As fitas de lâmpadas LED vão finalmente iluminar um móvel na cozinha como tanto querias. Podem ser encontradas numa variedade de cores, quer sejam as opções de luz branca ou amarela, como opções coloridas RGB.Leroy Merlin

Normalmente, as fitas de luzes LED ajudam nas tuas tarefas domésticas, apesar de funcionarem em baixa tensão – entre 12V a 24V. Dão igualmente mais brilho e valor a qualquer armário num hall de entrada, num sala de estar ou num quarto, sem nunca provocarem irritação.

Para instalar uma fita de LED é melhor falar com um técnico, que te vai aconselhar igualmente sobre o local certo onde as deves colocar.

Soluções de iluminação LED para gavetas

Queres observar melhor o conteúdo das gavetas de uma cozinha ou da mesa de cabeceira do teu quarto? Deverás optar por luzes pequenas a pilhas, que possam ser facilmente transportadas e que não aumentam a fatura mensal de eletricidade.

A vantagem é que estas luzes têm um sensor de movimento e portanto ligam quando abres a gaveta e desligam poucos segundos depois de serem fechadas.

iluminação para gavetas
IKEA

Existem opções mais simples e outros mais modernas de luzes para gavetas, na qual a maior diversidade de cores e temperaturas é atingida através de um comando ou através de uma aplicação para o teu telemóvel. A instalação não obriga ao uso de ferramentas, pois estas lâmpadas colam-se rapidamente na gaveta.

O que não esquecer na iluminação para móveis?

Para que a iluminação em móveis na tua casa seja um sucesso, deves ter em atenção a um conjunto de pontos. Segue as nossas dicas e faz com que os teus móveis ganhem uma nova alma:

  1. Analisa as medidas dos móveis e do espaço onde pretendes colocar um sistema de iluminação. É importante perceber se queres uma iluminação mais intimista, de canto ou mais ampla, que permita espalhar luz por todo o espaço;
  2. Presta atenção às cores: os candeeiros devem casar perfeitamente com a cor de uma divisão para dar uma maior harmonia à tua casa;
  3. Escolhe candeeiros a pilhas recarregáveis ou sistemas de iluminação LED: são as melhores soluções para o teu bolso, além da longa duração e do alto nível de sustentabilidade;
  4. Pensa em algo mais discreto: as soluções de iluminação para móveis preferidas dos consumidores são as fitas de LED devido à forma como passam despercebidas em prateleiras e estantes. Não irão ocupar muito espaço e também não ferem os olhos;
  5. Faz com que a iluminação dos móveis seja capaz de destacar toda a divisão: além de destacar o mobiliário, a iluminação deve destacar ser potente o suficiente para iluminar e destacar outras zonas da tua casa;
  6. Candeeiros e lâmpadas sem interruptores: hoje em dia a oferta é diversa e permite ligar e desligar as luzes à distância, para não perderes tempo.

Explora a oferta de iluminação para móveis presente nas distintas lojas como IKEA ou Leroy Merlin e começa a decorar a casa da forma mais original possível.

iluminar gavetas da cozinha
IKEA
Crédito habitação: o que ter em conta no prazo do empréstimo da casa

Alongar o prazo de pagamento do empréstimo habitação reduz a prestação da casa. Mas será que compensa no longo prazo? Explicamos.

Na hora de contratar um crédito habitação são várias as questões que devem ser tidas em conta. E uma delas é mesmo o prazo de pagamento do empréstimo da casa, para o qual há agora novos limites consoante a idade. Muitas vezes as famílias sentem-se tentadas a alongar o período o máximo possível para pagar uma prestação da casa mais baixa. Mas será que compensa no longo prazo? Contas feitas, os especialistas dizem que não. E neste artigo explicamos porquê tendo por base exemplos concretos.

Antes de mais, importa recordar que há novos limites de prazos para os empréstimos da casa, que variam consoante a idade dos mutuários. Segundo as novas regras do Banco de Portugal, que entraram em vigor no passado dia 1 de abril, os novos limites de pagamento do crédito habitação são:

  • Idade igual ou inferior a 30 anos: pode pagar o crédito até 40 anos;
  • Idade superior a 30 anos e igual ou inferior a 35 anos: prazo máximo de pagamento do crédito passa para os 37 anos (ou seja, há uma redução de 3 anos);
  • Idade superior a 35 anos: maturidade máxima dos créditos passa para 35 anos (isto é, têm menos 5 anos para pagar o crédito).

Isto quer dizer que só quem tem 30 anos ou menos é que poderá pagar um crédito habitação em 40 anos. E significa também que os mutuários com mais de 30 anos terão de fazer contas à vida e verão as suas prestações da casa agravadas, ainda que ligeiramente, por estas mudanças. Mas será que há só desvantagens? Não.

Crédito habitação mais barato
Foto de Ketut Subiyanto en Pexels

Os benefícios de encurtar o prazo do empréstimo da casa

Antes de contratar qualquer crédito habitação, importa antes analisar várias soluções, várias taxas (fixas ou variáveis) e também verificar o impacto de diferentes prazos nos custos do crédito habitação, não só na prestação mensal da casa como também no custo financeiro do empréstimo no longo prazo.

Tal como explicamos neste artigo, contratar o crédito habitação mais barato não é necessariamente aquele que te vai fazer pagar uma prestação da casa mais baixa. Isto porque para diminuir os juros a pagar, há uma redução do prazo do empréstimo, o que faz aumentar a prestação. 

Vamos às contas preparadas que te farão perceber melhor que pagar o empréstimo num prazo mais curto pode aumentar a prestação mensal, mas reduz o custo total a pagar pelo empréstimo. Ou seja, compensa no longo prazo.https://datawrapper.dwcdn.net/UrL0s/2/

Neste exemplo, temos em conta um empréstimo de 150.000 euros, com TAN de 1,113%. E simulámos o custo financeiro do crédito e a respetiva prestação mensal escolhendo dois prazos distintos: a 40 anos e a 30 anos. E, com base nos resultados, podemos concluir que ao escolher um prazo mais curto (30 anos) temos uma:

  • Poupança no custo financeiro do crédito na ordem dos 5%, ou seja, poupa-se 9.426 euros no longo prazo;
  • Prestação da casa é 27% mais cara do que a calculada para 40 anos, isto é, paga-se mais 102 euros por mês;
  • Menos 10 anos de despesa associada ao crédito habitação.

Neste caso, ao reduzir o prazo do empréstimo para 30 anos paga-se uma prestação mensal 100 euros mais cara, mas poderá compensar no longo prazo já que se poupa quase 10.000 euros. Além disso, a família fica “livre” de dívidas com a casa durante 10 anos.

Numa perspetiva de longo prazo, poderá compensar olhar para os prazos do empréstimo da casa mais curtos. Mas há outros fatores a ter em conta, como é o caso da taxa de esforço da família. Por isso, será importante perceber se o orçamento familiar consegue suportar uma prestação da casa mais cara, antevendo possíveis alterações nos rendimentos familiares no longo prazo e um aumento da taxa de juro se se optar pela taxa variável indexada à Euribor que está a subir desde o início do ano.

Pagar menos de empréstimo da casa
As casas de banho mais estranhas e sem sentido do mundo

Quando a realidade supera a ficção: desde casas de banho em forma de dragão até instrumentos musicais que servem de lavatório.

casa de banho é uma das divisões mais utilizadas da casa. Mas mobilar um ambiente tão íntimo nem sempre é fácil. Por isso, muitas vezes, opta-se pelo low profile, um estilo sóbrio e minimalista para não correr o risco de cometer erros. Mas também há quem ignore as regras do bom gosto e ultrapasse os limites da criatividade. Na galeria de hoje apresentamos as casas de banho mais estranhas e sem sentido do mundo.

Quando pensamos em interiores, imediatamente imaginamos salas de estar luxuosas com lustres ou quartos de sonho. Não é de admirar, por isso, que as casas de banho fiquem no fundo das prioridades. O Bored Panda compilou vários exemplos de casas de banho em que a realidade supera a ficção: desde casas de banho em forma de dragão, instrumentos musicais que servem de lavatório ou banheiras em plena varanda.

O melhor mesmo é ver as imagens e apreciar a criatividade de algumas ideias de decoração verdadeiramente bizarras.

Bored Panda
Bored Panda
Bored Panda
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Retirado do BoredPanda – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Crédito habitação sozinho ou em casal: o que ter em conta para decidir

Pedir um empréstimo da casa a dois traz mais segurança para os bancos, mas não é um critério eliminatório.

Comprar casa está ao rubro em Portugal. E é comum fazê-lo a dois. Para levar avante o sonho de adquirir um lar, são muitos os portugueses que recorrem ao crédito habitação. É neste momento que surge a questão: será melhor pedir um empréstimo da casa sozinho ou em casal? E como é que isso influencia a concessão do crédito habitação? Explicamos tudo neste artigo.

Crédito habitação sozinho ou em casal: qual o mais vantajoso?

Há que ter em conta que é possível contratar um crédito habitação individualmente ou em casal. Mas a verdade é que há mais hipóteses de o banco aprovar o empréstimo se o pedido for feito a dois. E até é comum os bancos oferecem soluções de crédito para casais, como por exemplo alguns empréstimos da casa para jovens.

Existem várias razões que justificam o facto de os bancos verem com melhores olhos um pedido de créditos habitação a dois do que por solteiros:

  • Dois salários são melhor que um

Se um crédito habitação tiver dois titulares em vez de um, isso significa que haverá duas pessoas pagar a dívida. Ou seja, há mais fontes de rendimento que garantem que o empréstimo seja pago conforme estabelecido no contrato.

  • Se um não pagar, paga o outro

Ter dois titulares no crédito habitação oferece uma garantia extra de pagamento. Há que ter em conta que os empréstimos são solidários. Ou seja, o facto de existirem vários titulares não significa que cada um tenha de pagar a sua parte do crédito habitação, isto porque, para o banco, ambos são responsáveis ​​pela totalidade do empréstimo em causa. Desta forma, caso um dos titulares não consiga pagar o empréstimo da casa, o banco assume que o outro titular será responsável pela totalidade da prestação.

  • Maior segurança do crédito habitação com vários titulares

Tudo isto significa que, do ponto de vista do banco, um empréstimo da casa com vários titulares oferece maior segurança do que um crédito habitação com um único titular. E, por isso, na hora de pedir um crédito habitação para solteiro ou casal, para a entidade bancária é muito mais interessante optar por fazê-lo em casal do que fazê-lo individualmente.

Como pedir um crédito habitação em casal
Foto de Ketut Subiyanto en Pexels

Posso pedir um empréstimo da casa se for solteiro?

Os bancos concedem créditos habitação tanto para solteiros como para casais. Portanto, o fato de ser solteiro não constitui, por si só, um elemento que torna o perfil de alguém inadequado para aceder a este tipo de financiamento destinado a comprar casa. Claro que, como vimos, um empréstimo da casa a dois traz mais segurança e conforto para o banco, mas isso não significa que seja um critério eliminatório.

O pedido de crédito habitação garante a concessão?

Da mesma forma que o pedido de crédito habitação a sós não impede a sua concessão, o pedido de empréstimo em casal não garante, por si só, que o financiamento vai ser aprovado. Ou seja, pedir um crédito habitação em casal permite melhorar as condições do pedido. Mas este não é o único elemento que o banco terá em conta na hora de conceder ou não o empréstimo.

Crédito habitação para solteiros
Foto de Liza Summer en Pexels

A importância do perfil do cliente e o estudo de viabilidade hipotecária

Seja qual for o caso, há que ter em conta que o banco procura, sobretudo, garantias de que o dinheiro emprestado para comprar a casa será devolvido. E este é um ponto chave para a entidade decidir se concede ou não o crédito habitação.

É por isso que o banco faz um estudo prévio do pedido de crédito habitação, tendo em conta todos os fatores que influenciam a probabilidade se do dinheiro ser devolvido ou não. Neste sentido, o mais importante é garantir que se oferece ao banco um perfil solvente com segurança económica e estabilidade no emprego. Dessa forma, o banco considerará a operação segura o suficiente para aprová-la, seja este um crédito habitação solicitado individualmente ou a dois.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Póvoa de Varzim: 12 quilómetros de Caminho a ver o mar

A extensa linha costeira do concelho é feita de muitos encantos, que atraem peregrinos e passeantes para junto da praia. Procurando descanso e sustento, basta recolher à icónica Rua da Junqueira. 

O caminho antigo segue o traçado de uma estrada que ia desde Vila do Conde para norte e que hoje é conhecida pela Rua dos Ferreiros. “Mas o que nós constatamos é que os peregrinos têm uma atração magnética pela beira-mar. E então, logo que podem, afastam-se do caminho tradicional”, explica José Flores, arqueólogo municipal. “Aqueles que vêm de zonas onde o mar é uma miragem, como a Europa central, são normalmente os que procuram mais o Caminho Português da Costa”, acrescenta. Desde a IGREJA DA LAPA, no extremo sul do concelho – está a celebrar 250 anos da sua construção e que tem a particularidade de ter um farol que era usado para guiar os pescadores para o porto de pesca, daí ser conhecida por Nossa Senhora da Lapa, Amparo dos Homens do Mar -, até às dunas de Estela, já na fronteira com Esposende, os 12 quilómetros de costa podem ser feitos por passeios urbanos junto às praias ou passadiços sobre o areal.

Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição (Fotografia: Reinaldo Rodrigues/GI)

A FORTALEZA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, datada do século XVIII, é outro ponto de interesse ao longo do caminho, que segue a toda a extensão da concorrida Avenida dos Banhos, a artéria principal da cidade, lugar de convívio e encontro durante todo o ano, e que convida a caminhadas e passeios de bicicleta na ciclovia. Bares, cafés e restaurantes sobre o areal atraem os passantes para junto do mar, que aqui é rico em iodo, o que torna as praias do concelho muito apetecíveis na época balnear.

“Depois Aver-o-Mar com as suas medas de sargaço e os campos de masseira na Aguçadoura. Toda esta costa está cheia de lugares apetecíveis, de pequenas ermidas, como a de Santo André. Tudo isso está ao alcance do peregrino ou do simples passeante que por aqui queira caminhar”, acrescenta José.

Passadiços de Aver-o-Mar (Fotografia: Reinaldo Rodrigues/GI)

Nos passadiços em madeira que ligam as praias de Aver-o-Mar até ao limite norte do concelho, a maré baixa impregna o ar de um cheiro intenso a maresia, e o areal onde no verão se estendem mantos de sargaço a secar ao sol, cobre-se agora de flores silvestres. Três americanas caminham a passo assertivo, mas param ao encontrar outros peregrinos, para tirar uma fotografia. Depois de uma troca de palavras e sorrisos atiram “Bon Camiño” e seguem viagem.

“Eu suponho que um dos fatores de atração do caminho de santiago pela costa seja essa possibilidade de ir vendo os longos horizontes marítimos, as longas praias, os ventos, as plantas e os animais que nesta altura do ano nos enchem os areais e as dunas. Tudo isso são fatores que atraem ao peregrino fazer o caminho pela beira-mar”, remata o arqueólogo.

Passadiços de Aver-o-Mar (Fotografia: Reinaldo Rodrigues/GI)

Comer e dormir no coração da cidade
A Rua da Junqueira é a grande artéria do comércio tradicional da cidade, onde convivem lojas velhinhas com novos negócios. As primeiras referências datam do final do século XVII, mas a cada nova escavação encontram-se vestígios que denunciam um passado bem mais longínquo, do tempo da Villa Euracini, um antigo povoado romano que ali existiu.

Foi uma das primeiras ruas do país a tornar-se pedonal, em 1955, e há sempre gente a passar para cima e para baixo, sentada nas esplanadas, a entrar e sair das lojas, ou simplesmente a passear. É nesta rua com história, onde as vieiras e as setas amarelas confirmam o caminho oficial, que se encontra poiso e mesa, a apenas meia dúzia de passos um do outro. Carla e Artur – Franganito Garrett (Fotografia: Reinaldo Rodrigues/GI) Franganito Garrett (Fotografia: Reinaldo Rodrigues/GI)

A JUNQUEIRA 76 – GUEST HOUSE e o FRANGANITO GARRETT são dois projetos do casal Carla e Artur. O restaurante abriu em 2002, de frente para o Cine-Teatro Garrett – daí o nome -, e além de churrasqueira é também cozinha tradicional. O frango, a costelinha, a picanha, o bacalhau e os filetes de pescada são os pratos mais populares, disponíveis também para take-away. E, para um final docinho, há ainda pudim caseiro, tarte de bolacha, mousse de chocolate e a tradicional rabanada poveira. Franganito Garrett (Fotografia: Reinaldo Rodrigues/GI) Franganito Garrett (Fotografia: Reinaldo Rodrigues/GI)

Em 2016 compraram a casa ao lado e decidiram transformá-la numa guest house, com cinco quartos acolhedores, um deles especialmente dedicado ao peregrino. Tem ainda uma cozinha partilhada, onde se destaca uma citação d’A Cidade e as Serras de Eça de Queirós, numa homenagem ao romancista poveiro, uma pequena área de leitura que dá acesso a um agradável terraço, perfeito para passar os finais de tarde.

Junqueira 76 – Guest House (Fotografia: Reinaldo Rodrigues/GI)

Retirado do Evasões – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Construir casas como puzzles? Assim se produzem 2.000 casas em Espanha

Promotora Imobiliária espanhola Aedas apostou na construção de casas industrializada. O preço destas casas é de 1.200 euros /m2.

Industrializar a construção de casas é uma realidade do presente, que veio para ficar. E umas das empresas que apostou em força nesta vertente foi a espanhola Aedas Homes. Dias depois de ter anunciado ao mundo o seu novo modelo de negócio, a promotora imobiliária conquistou mais um marco na sua história: alcançou as 2.000 casas construídas de forma industrial, seja total ou parcialmente. E este nível de produção só foi possível alcançar graças à fábrica Neoblock – filial da construtora Bauen – que é responsável pela construção de grande parte dessas casas. Aqui as casas são construídas como puzzles e o idealista/news foi descobrir os segredos por detrás da sua produção, que requer somente metade do tempo de uma obra tradicional.

fábrica tem capacidade de construir por ano 25.000 metros quadrados (m2) por cada turno de trabalho. Isto significa que têm capacidade para entregar 200 casas por ano. E este número será para aumentar nos próximos anos. “Levámos muitos anos a fazer projetos de industrialização mais pequenos. Comprámos a Neoblock em 2018 e montámos esta fábrica em Toledo em 2019 para fazer grandes projetos e produtos industrializados. A experiência da Neoblock nesse tipo de construção está na ordem dos 25 anos”, explica Jorge Perelli, diretor geral da Bauen.

Casas pré-fabricadas
Visita à fábrica Neoblock

Grande parte da produção atual desta fábrica está focada em dois empreendimentos de habitação industrializada da promotora Aedas. “A industrialização está no nosso DNA: tratamos de transformar o nosso setor que tradicionalmente é bastante artesanal, num setor industrializado, numa indústria. Já entregámos seis promoções e mais de 100 casas. Atualmente, temos em projeto mais seis que vão ser produzidas com estes sistemas totalmente industrializados, como o que está nesta fábrica. Hoje pudemos ver aqui a fabricação de dois deles que vão estar em Boadilla e Mallorca [Espanha]. Além de apostar neste sistema 3D, estamos também a apostar no sistema 2D”, diz José María Quirós, responsável pela área de industrialização da Aedas.

Como se constroem estas casas industrializadas passo a passo?

Assim que se entra na fábrica, saltam à vista as diferentes áreas que possuem trilhos para poder movimentar os módulos e montar a casa como se fosse um puzzle, por peças e passo a passo: 

  1. Estrutura de alumínio é desenvolvida (o esqueleto da casa);
  2. Depois é colocado betão no chão;
  3. Instalam-se as paredes, tetos e outros componentes;
  4. Janelas são afixadas;
  5. Casa é embalada e transportada para o destino.

“A casa pode ser personalizada para que cada moradia seja singular”, diz Quirós, acrescentando ainda “este modelo de negócio permite-nos trabalhar na fábrica e na obra em paralelo, pois podemos cimentar e urbanizar enquanto montamos as casas no armazém”.

Para que uma casa fique completa são necessários quatro módulos: dois no piso térreo e dois no andar superior. E, no total, a casa fica com 200 m2. Cerca de 80% do processo é realizado na fábrica, sendo que os restantes 20% são assegurados no local. Mas a produção só começa quando chega a respetiva licença de construção.

Como construir a casa rápido
Visita à fábrica Neoblock

Industrialização da construção de casas – um negócio ainda residual

Hoje em dia, a industrialização da construção de casas é um negócio residual em muitos países europeus, como é o caso de Espanha onde representa apenas 1% do total de construção habitacional. Já na Alemanha (9%) e na Holanda (50%), este negócio é mais relevante.

E tendo em conta estes dados, agora, o objetivo da Aeda é aumentar esse tipo de construção no país e até poder exportar casas.  Até porque os benefícios deste modelo de negócio são evidentes, entre os quais estão:

  • Atração de uma força de trabalho mais jovem;
  • Mais sustentáveis;
  • Menor dependência das flutuações dos custos de construção.

“Reduzimos os gases com efeito estufa entre 50% e 60%, o que torna esta produção muito mais competitiva”, diz Perelli. E porquê é que que escolheram Toledo para instalar a fábrica? “A verdade é que procurámos Toledo por vários motivos. Um porque o nosso principal mercado agora é Madrid e, portanto, fica perto da capital. Além disso, tem um equilíbrio bastante interessante entre custos de terrenoscustos de mão de obra, facilidade de encontrar mão de obra em Castilla-La Mancha…”, afirma Perelli.

“O preço destas casas é de 1.200 euros por m2. Embora seja verdade que o preço do m2 das casas depende muito da tipologia, se é ou não unifamiliar, e claro dos acabamentos das estruturas e outros componentes que possuem”, acrescenta Quirós. “Temos um compromisso para 2023: das casas entregues num ano, 25% são industrializadas, total ou parcialmente”, acrescenta.

Casas modulares
Visita à fábrica Neoblock

Modelo é mais competitivo em cidades com preços das casas em alta

O responsável pelo departamento de industrialização da Aedas não descarta a hipótese de expandir a produção desse tipo de habitação para outras fábricas. “Claro que estamos a estudar a ampliação da nossa aposta”, diz.

Estas casas construídas de forma industrial têm sobretudo procura em zonas onde os preços das casas estão a disparar. “Em custos comparáveis ​​com a mesma qualidade, entre a produção tradicional e industrializada, estamos cerca de 5% ou 8% acima do que seria um produto padrão. Mas é verdade que somos mais competitivos em zonas de stress, como as Ilhas Baleares, Costa del Sol ou zonas de Madrid e Barcelona, ​​onde se torna num produto ainda mais competitivo em termos de custos. Se se tiver em conta o facto da casa ser construída em metade do tempo, então a rentabilidade por via do encurtamento de prazos é muito maior”, afirma.

Por enquanto a industrialização concentra-se, sobretudo, em residências unifamiliares, mas Perelli abre o leque de possibilidades para a construção edifícios em altura. “Com esse mesmo modelo existem países como o Reino Unido onde estão a ser construídos prédios de 40 andares. Ou seja, não há limites. Sim, é verdade que há outra série de complexidades técnicas de áreas comuns … Já estamos a analisar projetos de até seis andares”, explica. Uma das novidades é que a Aedas tem projetada a construção de um edifício em altura de forma industrializada que se vai localizar em Alcalá de Henares, segundo avançaram desde a promotora em exclusivo ao idealista/news.

Casas mais baratas
Visita à fábrica Neoblock

Trabalhadores jovens procuram-se

Agora, o desafio para este setor passa por atrair trabalhadores jovens, uma tarefa mais fácil para este modelo de negócio do que para a construção tradicional. “Nós damos formação dependendo um pouco dos postos de trabalho. Há pessoas que vêm da indústria, outras exigimos que tenham formação e a alguns exigimos que apresentem certificações para poderem fazer o seu trabalho. E damos aos operadores que temos a formação adequada para que possam fazer o seu trabalho”, diz Perelli. “Afinal, eletricistas e carpinteiros também trabalham aqui… como em qualquer obra, mas com condições climáticas favoráveis, por exemplo”, conclui.

Além de grandes promoções imobiliárias, a fábrica de Toledo também produz habitações industriais para particulares ou módulos para outros tipos de edifícios, como escolas, lares de idosos ou residências de estudantes.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias