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AIMI: prazo para proprietários pagarem imposto termina hoje

Este ano foram enviadas notas de cobrança de AIMI a 80.452 contribuintes, sendo que 60.149 foram dirigidas a pessoas coletivas e 20.303 a pessoas singulares.

Os particulares e empresas proprietários de imóveis urbanos habitacionais e de terrenos para construção abrangidos pelo Adicional ao Imposto Municipal sobre Imóveis (AIMI) têm até hoje, 30 de setembro de 2021, para pagar este imposto. O AIMI é calculado pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) com base no valor patrimonial tributário (VPT) dos prédios que constem das matrizes a 1 de janeiro do ano a que o imposto diz respeito.

De fora do alcance do AIMI ficam os prédios que no ano anterior tenham gozado de isenção de IMI, bem como os imóveis classificados como “comerciais, industriais ou para serviços” e “outros”. Este ano, e segundo dados facultados à Lusa pelo Ministério das Finanças, foram enviadas notas de cobrança de AIMI a 80.452 contribuintes, sendo que 60.149 foram dirigidas a pessoas coletivas e 20.303 a pessoas singulares (particulares).

Trata-se do número mais elevado desde que o Adicional ao IMI começou a ser cobrado, em 2017, de acordo com a informação estatística disponível no Portal das Finanças.

Foto de Max Vakhtbovych en Pexels
Foto de Max Vakhtbovych en Pexels

O que é o AIMI

O Adicional ao IMI contempla taxas diferentes consoante se trate de contribuintes coletivos ou particulares, sendo, no primeiro caso é aplicada uma taxa de 0,4% sobre a totalidade do valor patrimonial dos prédios urbanos habitacionais e dos terrenos para construção.

Relativamente aos particulares, existem três escalões de taxas: uma de 0,7% sobre o valor patrimonial dos imóveis que exceda os 600 mil euros; outra de 1% quando o valor ultrapassa um milhão de euros; e uma terceira de 1,5% para os valores acima dos dois milhões de euros. Estes valores podem duplicados se se tratar de um casal e este opte pela tributação em conjunto.

De acordo com os mesmos dados do Ministério das Finanças, este ano foram chamados a pagar a taxa mais elevada de AIMI (1,5%) um total de 321 particulares.

O AIMI tem ainda uma taxa de 7,5% que abrange os prédios urbanos detidos por entidades sedeadas em “offshore”.

A receita do Adicional ao IMI está consignada ao Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS), mas em 2021, e como forma de fazer face à quebra de receitas da Segurança Social devido à pandemia, vai ser atribuída ao orçamento da previdência, tal como estipula o Orçamento do Estado para 2021 (OE2021).

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Os 12 melhores locais para visitar em Vila do Conde

Cidade tranquila, Vila do Conde ganhou importância e prosperidade como estaleiro de construção naval na época dos Descobrimentos. O mar sempre influenciou a vida da população desta localidade e inspirou os motivos das famosas rendas de bilros, aqui produzidas pelo menos desde o séc. XVII. As técnicas e saberes foram posteriormente difundidos para o resto da costa portuguesa e mesmo da Galiza. Este notável trabalho de artesanato poderá ser apreciado no Museu das Rendas. Visitar Vila do Conde é um hábito muito comum para quem vive na região do Porto. No entanto, esta cidade do Norte de Portugal, merece muito mais atenção do que aquela que lhe é dada. A quantidade de monumentos e de locais de interesse em Vila do Conde fazem valer cada hora da sua visita. Estes são os melhores locais para visitar em Vila do Conde.

1. Igreja Matriz de Vila do Conde

A Igreja Matriz é um dos monumentos mais emblemáticos da cidade e concelho de Vila do Conde. Desde o século XVI, transformou-se no maior centro de culto da Paróquia de S. João Baptista e, quando foi construída era a maior igreja paroquial do seu tempo, e ainda hoje é uma das maiores do país. A decisão de se construir uma nova matriz, em 1496 – em substituição da antiga matriz que se situava no monte do mosteiro e era pequena – corresponde ao anseio de uma população, que há muito desciam as encostas do monte, para morar mais perto do porto do Ave, numa época em que Vila do Conde fervilhava com o comércio do Império Português. A matriz de Vila do Conde é um monumento às Descobertas marítimas empreendidas por Portugal.

Igreja Matriz de Vila do Conde
Igreja Matriz de Vila do Conde

A construção da Matriz de Vila do Conde foi impulsionada com a passagem do Rei D. Manuel I por Vila do Conde, a caminho de Compostela, em 1502, que além de uma contribuição pessoal derramou impostos sobre o povo e as freiras de Santa Clara para a construção da nova matriz. A carta de Arrifana da Feira, de 5 de Dezembro de 1502, dava instruções precisas de como deveria ser construída esta igreja. No entanto, este projecto foi amplamente alterado com a construção das capelas absidiais (1507) – hoje dedicadas a nossa Senhora do Rosário e SS. Sacramento. Note-se a construção do pórtico e a influência de João de Castilho, nesta época.

2. Aqueduto de Vila do Conde

Fundado no início do século XIV, a comunidade monacal de Santa Clara de Vila do Conde debateu-se desde o início da edificação do mosteiro com problemas relacionados com o abastecimento de água. Na época foi construído um tanque, uma “arca de água”, dentro da cerca do mosteiro, uma solução que se tornou insuficiente nas centúrias seguintes. Em 1626 a abadessa do mosteiro, D. Maria de Meneses, deu início à construção de um aqueduto que transportaria as águas de uma nascente em Terroso até ao mosteiro. Os terrenos necessários à edificação foram adquiridos pela abadessa, e contrataram-se mestres pedreiros para darem início à fábrica de obras. No ano de 1636 estas eram interrompidas, devido a um problema de desnivelamento que inviabilizou todo o trabalho feito até então. Em Dezembro de 1705 D. Bárbara de Ataíde, a nova abadessa, contratou o engenheiro militar Manuel Pinto de Villa Lobos e o capitão Domingos Lopes para delinearem um novo projecto para o aqueduto.

Aqueduto de Vila do Conde
Aqueduto de Vila do Conde
Comprar casa com crédito habitação: as comissões iniciais cobradas por cada banco

A Deco Proteste analisou as comissões iniciais de 13 bancos. Defende a uniformização destes encargos e a portabilidade da comissão de avaliação do imóvel.

Comprar casa com recurso ao crédito habitação envolve vários custos. Além do preço do imóvel, os clientes têm de suportar outras despesas, como juros, impostos, seguros e outros encargos relativos a produtos contratados no banco, como contas à ordem e cartões de débito e de crédito. Mas os gastos não se ficam por aqui. À fatura é preciso juntar as comissões iniciais de cada banco.

A Deco Proteste analisou as comissões iniciais de 13 bancos e/ou instituições de crédito, e refere que “não é fácil apurar o custo total das comissões iniciais de um crédito à habitação, nem compará-lo entre bancos”. Por isso, e para tornar o processo “mais transparente”, defende a “uniformização destes encargos e a portabilidade da comissão de avaliação”.

“Em média, num processo de crédito à habitação, são cobradas três [comissões]: estudo ou abertura do crédito, avaliação do imóvel e formalização do contrato. Tirando a última, as restantes têm de ser pagas independentemente de o crédito ser ou não aprovado”, explica a Deco Proteste.

Apesar disso, e ainda que a maioria dos bancos divida as comissões iniciais associadas ao crédito habitação em três,” há os que se ficam pelas duas (estudo e avaliação) e os que, por outro lado, optam por distribuir os custos por quatro ou cinco comissões diferentes, com designações nem sempre coincidentes de banco para banco”, escreve a publicação. É o caso do Bankinter (5 comissões) e da CGD e UCI (cobram 4).

De acordo com a Deco Proteste, e embora todos estes custos tenham obrigatoriamente de constar na Ficha de Informação Normalizada Europeia (FINE), “a disparidade das designações das comissões iniciais entre bancos dificulta, não só, a perceção sobre o montante total a suportar pelo consumidor, como também a comparação de diferentes propostas de crédito”.

Avaliação do imóvel deve ser válida em mais do que um banco

A Deco Proteste continua a reivindicar também a portabilidade da comissão de avaliação do imóvel, isto é, a a possibilidade de uma mesma avaliação ser válida em mais do que um processo de concessão de crédito, durante um determinado período.

“Isto porque quem solicita a viabilidade de um empréstimo em mais do que um banco tem de suportar este custo tantas vezes quantas as instituições que consulta. Sendo um processo levado a cabo por uma entidade independente, não se compreende por que motivo tem de ser repetido”, defende, acrescentando que esta alteração faria com que o consumidor “incorresse em menos despesas, promovendo, ao mesmo tempo, a concorrência e a transparência no setor bancário”.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Saiba como vestir a sua casa a rigor para o outono

O outono já chegou e, com ele, a vontade de ficar em casa a desfrutar do conforto do sofá, debaixo de vários cobertores. Mas, lá porque o sol se tenha escondido, isso não quer dizer que a decoração do seu lar tenha de ser monótona. Confira algumas dicas de como vestir a estação mais nostálgica do ano.

O dia 22 de setembro dissemos adeus aos dias mais quentes do ano e recebemos a temporada das castanhas, da jeropiga e do Halloween. Isto porque o outono começou. A estação mais nostálgica do ano já chegou e com ela, a vontade de ficar em casa a desfrutar do conforto do sofá, debaixo de vários cobertores. Mas, lá porque o sol se tenha escondido, isso não quer dizer que a decoração do seu lar tenha de ser monótona. Por isso, fique a par de algumas dicas de como vestir a sua casa a rigor para este outono.

Velas e mais velas

O frio e a chuva típicas desta estação pedem aconchego e nada melhor do que velas para criar esse mesmo ambiente. Acenda uma vela de Patchoulli, Laranja, Baunilha ou Canela.

No mercado já são vários os odores disponíveis que poderão conseguir colocá-lo no modo outono num abrir e fechar de olhos.

Mantas e almofadas? Quantas mais, melhor

Paralelamente, as mantas e almofadas acompanham o ambiente de aconchego proporcionado pelas velas. Por isso, capriche nas suas divisões com mantas e almofadas para darem um maior conforto aos seus serões

Tenha tapetes em todas as divisões

Este é um artigo decorativo ideal para o outono e que pede o máximo de aquisição possível pelo chão da sua casa. Isto porque poderá tornar o seu espaço mais quente e acolhedor.

Invista numa paleta de cores (mais) quentes

Uma paleta de cores em tons beges, castanhos, vermelhos, laranjas e amarelos é uma excelente opção para qualquer decoração de outono que poderá ajudá-lo a entrar no espírito da estação.

Petiscos ‘aqui’ e ‘ali’

Há várias iguarias típicas desta estação. Como já referimos, as castanhas assadas e a jeropiga são duas delas, mas o ideal é ter sempre à disposição, bolachas, chás e chocolates quentes, queques e bolos, para que todos possam petiscar. 

Retirado Notícias ao Minuto – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Onde comer entre Vila do Conde e Póvoa de Varzim

Junto ao mar, partindo da Póvoa de Varzim com destino a Vila do Conde, foram dez as paragens… à mesa. Siga o roteiro Boa Cama Boa Mesa e conheça os melhores restaurantes que vai encontrar nesta rica zona costeira do litoral norte de Portugal

A proximidade do mar deixa adivinhar boa matéria prima em termos de peixe e marisco. Importa não esquecer que no norte do país a carne é quase sempre protagonista da gastronomia típica da região. Nestes dez restaurantes, entre Vila do Conde e a Póvoa de Varzim, há de tudo, desde marisqueiras a restaurantes tradicionais, passando por casas de petiscos, fine dining, até cozinha de inspiração espanhola.

31 de Janeiro
Inserido num bairro piscatório tradicional da Póvoa de Varzim, a praia a dois passos, o restaurante 31 de Janeiro está comprometido com os ingredientes de qualidade que o mar traz – e o viveiro conserva. Uma mesa sóbria e elegante recebe-os bem confecionados. A sapateira e o lavagante, ao natural, em arroz de marisco ou parrilhada, são estrelas de uma ementa com espaço para diferentes opções e menu executivo ao almoço, à semana. Preço médio: €35
Rua 31 de Janeiro, 163, Póvoa de Varzim. Tel. 252614116

Lota Ibérica
Deliciosos petiscos para picar em horário alargado e uma elegante esplanada ajardinada, com o porto de pesca em frente, do outro lado da estrada, são ingredientes certeiros para momentos bem passados. Na ementa do restaurante Lota Ibérica, como seria de esperar, conte com diversos pratos de inspiração espanhola, como as generosas tábuas de queijos e presunto e as lulinhas fritas. Preço médio: €30
Rua Tenente Veiga Leal, 209, Póvoa de Varzim. Tel. 252055201

505- Cozinha de Memórias
Nota-se a diferença ao entrar. Amplo, moderno e decorado com telas, o restaurante 505 contrasta com a oferta tradicional reinante na zona e persegue um conceito contemporâneo na cozinha, que tem ao comando o chefe Vítor Matos. Revisita o bacalhau à Zé do Pipo e envolve o tamboril em toucinho fumado com arroz cremoso de ervilhas e sapateira. Pergunte pelo pão-de-ló premiado. Preço médio: €25
Avenida Repatriamento dos Poveiros, 505, Póvoa de Varzim. Tel. 931498947

Egoísta
O restaurante alargou a aposta e já serve jantares de quarta-feira a sábado. Mantém-se o requinte da sala, decorada com obras de arte, e o bar. Hermínio Costa trabalha pratos delicados e plenos de sabor, à carta ou em menu de degustação. Entre as últimas propostas que chegam à mesa do Egoísta, destaque para o robalo, bivalves e pak choi em vapor. Memoráveis continuam a ser os jantares dedicados às trufas. Preço médio: €40
Edifício do Casino da Póvoa de Varzim, Póvoa de Varzim. Tel. 252690888

Marinheiro
A brisa que sempre soprou por esta zona vem só do alto mar… O Marinheiro fez dessa ligação ao oceano a sua identidade. Desde logo na forma, assemelhando-se a um barco. E o mesmo se retira das janelas redondas. Depois na indumentária dos funcionários, que se vestem de marinheiros. Só falta, claro está, a mesa, dominada pela frescura dos peixes do mar, seja ao sal, grelhados ou assados. O robalo e o rodovalho são clássicos no prato. Preço médio: €25
Rua Gomes de Amorim, 1842, A Ver-o-Mar. Tel. 252682151

Romando
Por mais anos que passem, sabe bem perceber que há locais que não se deixam perturbar na visão ou beliscar na exigência. É o caso do Romando, sempre refinado, com atendimento atencioso e competente e fiel aos produtos premium. Pode bem sair feliz pedindo, por exemplo, um bom presunto Pata Negra para entrada, um entrecôte maturado das Astúrias ou um arroz de camarão tigre para assentar, rematando com o red velvet cheesecake. Preço médio: €25
Rua da Fonte, 222, Areia, Vila do Conde Tel. 252641075

Mar à Vista
O nome não esconde a localização. Com esplanada virada para o mar do Mindelo, há quem diga que é à mesa do snack-bar Mar à Vista que se encontram os melhores camarões e navalheiras do norte do país. Como boa marisqueira que é, não falha na entrega do clássico prego no pão, aqui tratado com a mesma dignidade com que é trabalhada a matéria-prima que vem do mar. Acompanha com cerveja de pressão muitíssimo bem tirada. Preço médio: €20
Largo D. Pedro IV, Praia do Mindelo, Vila do Conde. Tel. 252671197

Uma Casa de Campo
“Ao domingo há cozido” podia ser uma das bandeiras do restaurante Uma Casa de Campo, que há dois anos abriu portas em Junqueira, em Vila do Conde, numa zona de passagem de peregrinos a caminho de Santiago de Compostela. Cozinha honesta, confecionada à moda antiga e que usa os produtos locais para levar à mesa especialidades como os rojões à minhota, a sopa de enchidos e o arroz de cabidela (apenas por encomenda). Ao domingo, além do cabrito assado, há cozido à portuguesa. Preço médio: €20
Travessa São Simão, 4, Vila do Conde. Tel. 252657203

Adega da Vila
As amêijoas são uma das perdições da ementa, onde não falham o polvo com molho verde, as moelas e uma variedade generosa de enchidos. Na época certa, há caracóis e embora sejam grande motivo de enchente, não é nada a que os donos da Adega da Vila não estejam já habituados. Por isso mesmo pedem a simpatia de reservar mesa com antecedência já que só assim podem garantir o serviço de excelência que, a par dos petiscos, serve de cartão de visita à casa. Preço médio: €20
Rua Comendador António Fernandes da Costa, 57, Vila do Conde.
Tel. 961258237

Caximar
Entre Caxinas e o mar, aproveita o melhor dos dois mundos: tradição e mestria na arte do mar. Aberto desde os anos 60, o Caximar fica mesmo em cima da praia e é um clássico da ‘Vila’. A história recorda-se pelas paredes do espaço: poucas, já que o maior destaque é dado às amplas janelas por onde entra a luz. Misto de marisco à Caximar, mas também sapateira, gambas, lavagante, lagosta da costa e seus arrozes são especialidades. Preço médio: €30
Avenida do Brasil, 1979, Vila do Conde. Tel. 252642492

  Retirado de boacamaboamesa Expresso

Casas eficientes 2021: mais de cinco milhões de euros em apoios pagos

O programa agora em vigor insere-se no âmbito do PRR e quer melhorar a eficiência energética e hídrica dos edifícios. Tem uma dotação total de 30 milhões.

O Governo anunciou que o Fundo Ambiental já pagou, até ao momento, 3.247 candidaturas do Programa de Apoio a Edifícios + Sustentáveis, o que corresponde à entrega de apoios que já ultrapassam o valor de cinco milhões de euros. Com uma dotação total de 30 milhões de euros, o programa recebeu até ao momento 26.779 candidaturas, das quais 3.486 foram validadas e aceites.

O programa insere-se no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e quer melhorar a eficiência energética e hídrica dos edifícios, contribuindo também para a recuperação económica pós-pandemia. As candidaturas são validadas por uma equipa que, além do Fundo Ambiental, integra o Laboratório de Energia e Geologia, a ADENE – Agência para a Energia e a Universidade Nova de Lisboa.

O programa financia medidas que promovam a reabilitação, a descarbonização, a eficiência energética, a eficiência hídrica e a economia circular, contribuindo para a melhoria do desempenho energético e ambiental dos edifícios. Em concreto, pretende-se que as medidas a apoiar possam conduzir, em média, a pelo menos 30% de redução do consumo de energia primária nos edifícios intervencionados.

Apoios para casas mais eficientes

O incentivo total máximo do programa é de 7.500 euros (edifício unifamiliar) ou de 15.000 euros (multifamiliar e em propriedade total) e apoia a aquisição e instalação de janelas eficientes, isolamentos de base natural, sistemas de aquecimento e arrefecimento com base em energias renováveis, painéis fotovoltaicos e, ainda, intervenções que visem a eficiência hídrica.

“Face ao sucesso do Programa de Apoio a Edifícios + Sustentáveis, as candidaturas apresentadas ao abrigo desta fase, que venham a ser aprovadas e que não tenham cabimento no orçamento, transitarão para programas similares posteriores, devendo os candidatos guardar toda a documentação exigida”, refere, em comunicado, o Ministério do Ambiente e da Ação Climática sobre a segunda fase do programa Edifícios + Sustentáveis.

Retirado do Idealista – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Imobiliário: Setor mais ativo do ano em relação ao capital movimentado

O mês de setembro de 2020 foi o mais ativo no setor imobiliário, com 13 transações e um total de 998 milhões de euros, enquanto agosto de 2020 e abril de 2021 foram os períodos com menor atividade, registando uma transação cada.

A plataforma Transactional Track Record (TTR), que analisa mensalmente este mercado, registou 52 fusões e aquisições, até 24 de agosto, mobilizando um capital de 1,3 mil milhões de euros e uma diminuição de 24% no volume de transações no setor imobiliário. Contudo, este setor foi o mais ativo do ano em relação ao capital movimentado, segundo a TTR.

“Até 24 de agosto de 2021, em comparação ao mesmo período do ano passado, houve uma diminuição de 24% no número de transações, bem como uma queda de 68% no valor total das operações”, revela a plataforma.

De acordo com a Lusa, que adianta com a informação, Dos últimos 12 meses, setembro de 2020 foi o mais ativo no setor imobiliário, com 13 transações e um total de 998 milhões de euros, enquanto agosto de 2020 e abril de 2021 foram os períodos com menor atividade, registando uma transação cada.

Atrás do setor imobiliário, surge o setor de tecnologia, com 904 milhões de euros, e em terceiro o setor financeiro e seguros, com 855 milhões de euros.

O mercado de fusões e aquisições em Portugal caiu 68% em volume e 24% em número de transações, durante o primeiro semestre, face ao semestre homólogo.

Conforme revela a Lusa, a maioria das transações não foram domésticas. Entre as 52 transações realizadas, 30 ocorreram no âmbito ‘cross-border’ (além fronteiras), sendo Espanha o maior investidor em Portugal, com oito transações e mobilizando um total de 466 milhões de euros, seguida pelo Reino Unido, com sete operações e 44,75 milhões de euros. Espanha foi o país escolhido pelos portugueses para investir, com uma transação pelo valor de 5,10 milhões de euros, segundo a TTR.

A maior transação registada até 24 de agosto, num contexto ‘cross-border’, foi a aquisição de um portfolio residencial em Portugal pela Memoryzoom, empresa controlada pela francesa Tikehau Capital, a espanhola Talus Real Estate, e pela portuguesa Albatross Capital, cujo valor foi de 300 milhões de euros.

A TTR destaca também o aporte de capital de 300 milhões de euros da IAD – Imobiliária ao Domicílio recebido pela norte-americana Insight Partners.

Retirado do Noticias ao Minuto – Adaptado por Dicas Imobiliárias

8 dicas para decorar seu imóvel novo em 2021

Depois da grande busca pelo local ideal e de toda burocracia e papelada para a compra do seu imóvel, agora vem a parte mais prazerosa, que é decorar o seu imóvel.

Deixando ele do seu jeito e super aconchegante. Aquele local para chamar de seu, e ter a sensação de conforto e tranquilidade em cada cantinho.

Aqui vamos te mostrar dicas de como iniciar sua decoração e quais as primeiras atitudes e decisões, você deve tomar para que tudo saia como planejado.

Saiba o tamanho do espaço

Faça o levantamento da metragem do seu espaço, tenha a planta em mãos e uma trena sempre por perto, isso vai facilitar as decisões na hora da compra de móveis, papéis de parede para os quartos ou para aquela parede de destaque na sala.

Tenha em mente qual é o seu estilo 

Busque qual o estilo e as cores mais te agradam. E também aquelas que você jamais gostaria de vê-las no seu imóvel, dessa forma você terá de forma mais clara, o que  realmente quer, e o que realmente não quer na sua decoração.

Confira os elementos que compõem  cada estilo de decoração  e defina o que mais você se identifica 

Decoração clássica: é um estilo que dificilmente irá sair de moda, tem origem grega e romana, esse estilo exige ambientes amplos para acomodar todos os móveis sofisticados produzidos,  logo não são muito indicado para ambientes pequenos lofts e apartamento com metragem até 32 metros quadrados, os tons dos móveis mais usados são em madeiras nobres e escuras, como a cerejeira. nas paredes é muito usado a pintura em  cores claras, como o branco, para que se mantenha um contraste com a mobília

Decoração retrô: nos remete a uma viagem no tempo, com peças e utensílios usados, móveis com formas abstratas, geométricas e com detalhes em xadrez são muito usados nesse estilo. As cores laranja, vermelha, amarela, rosa e azul dão cara aos ambientes compostos por móveis baixos e com as pontas arredondadas.

Decoração noir: é aquela que possui a maior parte da mobília constituída na cor preta, que favorece uma maior elegância e sofisticação. Para um contraste, é recomendado  que as paredes sejam pintadas de branco.

Decoração industrial: cada vez mais ganhando espaço em Portugal e no mundo, esse estilo vem da década de 1960 em Nova York, quando os antigos galpões industriais se transformaram no que hoje chamamos de loft. Geralmente, as paredes desse estilo são constituídas de pequenos tijolos e pisos rústicos que, quando em contato com janelas grandes e amplas, deixam o apto decorado pequeno mais harmonioso.

Decoração rústica: proveniente da vida no campo, esse estilo é muito aconchegante, geralmente, seus móveis são produzidos com madeiras que já sofreram desgaste devido à ação do tempo, mas que ainda possuem um acabamento. Peças artesanais, cadeiras de balanço, almofadas e mantas contribuem para deixar o ambiente ainda mais ruralizado.

Decoração minimalista: estilo no qual estética e funcionalidade precisam andar lado a lado, para que os ambientes sejam planejados adequadamente. Sua principal característica é um ambiente mais leve e confortável.

Decoração contemporânea: ideal para pessoas que almejam um ambiente moderno e agradável, geralmente, é constituído por objetos com traços geométricos, que representam a alta tecnologia. O uso de cores e texturas, bem como traços suaves e neutros, entram em contraste com uma mobília larga e espaçosa, constituída por vidros, metais, pedras polidas, aço inox, dentre outros materiais que contribuem para uma luminosidade de destaque. decorar seu imóvel

Não existe uma regra para os estilos de decoração você pode unir estilos em ambientes diferentes e deixá-los harmoniosos tudo vai de acordo com a criatividade.

Inicie pelas maiores mudanças 

Caso seja necessário fazer mudanças no seu imóvel novo como troca de pisos ou alguma modificação, inicie pelo que vai dar mais trabalho, isso vai facilitar suas próximas decisões.

Providencie os móveis maiores 

Móveis maiores delimitam espaços e se forem planejados podem demorar um pouco mais de tempo para entrega e montagem no ambiente escolhido, então se organize providenciando estes móveis.

Cortinas, espelhos e nichos 

Chegou o momento de fazer a instalação de espelhos, nichos, cortinas e prateleiras. Isso vai ajuda sua cabeça a organizar os objetos pequenos que ainda falta e a ver tudo tomando forma.

Chegou a hora da criatividade

Depois de tudo chegou a hora dos objetos menores, eles vão dar um ar todo especial ao seu ambiente. decorar seu imóvel

Pequenos quadros decorativos, almofadas estampadas e com cores vibrantes, porta-retratos e tudo vai deixar o seu novo imóvel, com a cara do seu tão sonhado lar doce lar.

Em caso de muitas dúvidas busque um profissional 

Ter bom gosto é uma questão de estilo e opinião, mas você não quer errar ou se arrepender de ter feito escolhas erradas, busque um profissional de na área de design de interiores, ele vai te auxiliar com toda sua experiência, para que você não cometa erros e economize espaço e dinheiro com gastos desnecessários, investindo no que realmente vai ser fundamental para seu conforto.

Retirado Publicidade Imobiliária – Adaptado por Dicas Imobiliárias

O que é a caderneta predial e para que serve?

Muitas vezes, ao lidarmos com processos envolvendo um imóvel, somos confrontados com um pedido de apresentação da caderneta predial. Mas, afinal, o que é a caderneta predial? E para que serve?

Emitido pela Autoridade Tributária, a caderneta predial ou certidão matricial é um documento que funciona como um ‘bilhete de identidade’ de um imóvel. Para além de conter todas as informações essenciais sobre o imóvel, é indispensável para o cálculo do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis).

Com validade de 12 meses, a caderneta predial indica qual é o imóvel (qual o artigo matricial e identificação da freguesia, concelho e distrito onde se localiza), o endereço do mesmo, a orientação (de acordo com os pontos cardeais), uma descrição (qual o tipo de prédio e de regime de propriedade), as áreas do imóvel, eventuais frações autónomas e localização das mesmas, assim como elementos dessa fração e áreas, dados de avaliação do imóvel e quem são os titulares.

Para que serve a caderneta predial?

Por conter toda a informação sobre o imóvel, a caderneta predial é necessária para qualquer escritura ou transação do mesmo. É, por exemplo, indispensável quando se pede um crédito à habitação (já na parte final do processo). Pode também ser pedida para a instalação de serviços essenciais, como o contrato para fornecimento de água, e para processos de urbanismo.

A caderneta predial funciona também como um histórico do prédio, com dados sobre o terreno, a construção e até eventuais vendas, hipotecas, penhoras ou sucessões hereditárias.

Como posso obter a caderneta predial?

Se é proprietário de um imóvel e não tem caderneta predial (ou não sabe dela), terá de a pedir aos balcões da Autoridade Tributária ou da Conservatória Predial ou, mais fácil ainda, através do Portal das Finanças, onde tem a grande vantagem de ser gratuita (ao contrário do que acontecerá se a pedir ao balcão).

Para pedir a caderneta predial através do Portal das Finanças, aceda à opção ‘Serviços Tributários’, complete o login e de seguida aceda às opções ‘Cidadãos’, ‘Prédios’ e ‘Consultar Património Predial’. Selecionado o imóvel, é só clicar em ‘caderneta’, opção que permite guardar ou imprimir a mesma.

Retirado do Ptjornal – Adaptado por Dicas Imobiliárias

Como isolar o interior da casa? 6 dicas que vão ajudar

Isolar a casa pode significar uma poupança na conta da luz e no conforto.

Quando uma casa é bem isolada, o ambiente transforma-se, tornando-se mais confortável e saudável. Isto porque o isolamento permite manter a temperatura da casa por muito tempo, tanto no verão como no inverno, não deixando, assim, o calor e o frio do exterior penetrar o edifício. Apostar num bom isolamento do perímetro externo da casa é uma boa aposta. Mas há outras soluções a considerar, especialmente quando não é possível adiocionar uma camada de isolamento na fachada. Para te ajudar neste processo, selecionamos as melhores soluções para isolar a tua casa partindo do interior.

Vantagens de um bom isolamento

Um bom isolamento de espaços interiores é essencial para vários motivos. E assegurar o bem-estar das pessoas é um dos mais importantes, isto porque um ambiente com temperatura agradável e uma percentagem ideal de humidade faz com que as pessoas se sintam bem de dia e de noite.

Outro aspecto muito importante a considerar é a possibilidade de economiar na conta da luz. Como há menos perda de energia graças ao bom isolamento, o aquecimento ou o ar condicionado não precisam de ser ligados com a mesma frequência.

Isolar a casa
Unsplah

Desvantagens de isolar a casa por dentro

Há também desvantagens de instalar o isolamento no interior de uma casa. Um delas é a espessura do material utilizado, que diminui centímetros do volume das divisões em que está inserido. Para efetuar esta intervenção é necessário que as paredes estejam sãs e isentas de bolor ou humidade.

A isto soma-se outros inconvenientes clássicos que uma reforma acarreta, como os ruídos e poeiras das obras e a necessidade de mover móveis e objetos pessoais que se encontram na área afetada pela intervenção.

Isolar a casa
Unsplah

Isolar o interior da casa: quando e porquê?

isolamento interno da casa é uma solução simples, rápida e económica em comparação com as obras realizadas no exterior da casa. Por exemplo, trabalhar no interior não requer andaimes.

Esta opção permite ainda isolar a tua casa mesmo quando não é possível intervir no exterior. Isto pode acontecer por vários motivos: quando não tens o contrato de condomínio ou quando as características do edifício o não permitem.

Isolar a casa
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Contra-paredes isolantes

Um dos sistemas a serem avaliados para o isolamento doméstico é a utilização de contra-paredes isolantes com estrutura metálica. A intervenção consiste na confeção de contra-paredes internas em gesso cartonado com adição de materiais isolantes, geralmente em painéis, que são inseridos no espaço formado pela estrutura. Este tipo de solução permite, por exemplo, conseguir isolar uma parede virada a norte – e, portanto, particularmente fria – de uma forma muito simples e rápida. A vantagem é poder pintar ou cobrir a parede de forma a integrá-la perfeitamente no ambiente.

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Revestimento térmico interno

revestimento térmico interno, à semelhança do revestimento térmico externo, prevê a instalação de painéis em material isolante diretamente na parede. Os painéis usados ​​podem ser de diferentes tipos. Existem produtos naturais como a cortiça ou a lã de rocha ou produtos sintéticos como o poliestireno ou o poliestireno que se fixam na parede interna.

No caso de soluções como os painéis de cortiça, podes optar por deixá-los à vista dado que têm um aspeto decorativo. Já nos restantes produtos podes revestir os painéis com um acabamento. A espessura dos produtos utilizados afeta muito o efeito isolante. Por isso, é boa ideia consultar profissionais especializados nesta área para escolher as soluções mais eficazes.

Isolamento da casa
Imagem de Rudy and Peter Skitterians por Pixabay

Adição de material isolante nas cavidades

Outra técnica a ser avaliada para obter o isolamento térmico no interior da casa é a insuflação de material isolante nas cavidades vazias das paredes. A intervenção envolve a criação de orifícios nas paredes internas ou externas até atingir a cavidade na qual é inserido o isolamento em forma de granulado ou espuma. Entre os materiais de insuflação mais utilizados encontram-se a perlite expandida, a cortiça granular, o poliuretano expandido. A principal vantagem desta solução é que nenhuma espessura é adicionada à parede e a intervenção é praticamente invisível.

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